Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte, e duro como a sepultura o ciúme; as suas brasas são brasas de fogo, com veementes labaredas. As muitas águas não podem apagar este amor, nem os rios afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens de sua casa pelo amor, certamente o desprezariam (Ct 8: 6-7; Fiel).

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

A vingança dos quarentões – O Cristão e a Crise dos 40 (V)

Nem tudo é tragédia quando chegamos à crise da meia-idade. Aliás, muito do que vivemos pode ser levado com muito bom humor. Afinal, venhamos e convenhamos, neste mundo enfadonho e tedioso do politicamente correto e com a OMS, o Inmetro e a Anvisa invadindo cada vez mais a vida privada das famílias – braços da Grande Babá – precisamos reconhecer que tivemos uma infância muito mais divertida do que a dos nossos filhos.

Assim, se conseguimos sobreviver, chegando aos 40, só há uma única conclusão possível: somos super-heróis de outra geração! 



Leia também:

A TAL CRISE DA MEIA-IDADE (CARLA RODRIGUES)

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