Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte, e duro como a sepultura o ciúme; as suas brasas são brasas de fogo, com veementes labaredas. As muitas águas não podem apagar este amor, nem os rios afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens de sua casa pelo amor, certamente o desprezariam (Ct 8: 6-7; Fiel).

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

"A vida de Outra Mulher" - um filme para assistir juntinhos

A proposta é muito simples: e se… Muitos de nós, no correr dos anos, olhamos para trás para uma avaliação. Toda avaliação é saudável. O problema é quando acordamos numa bela manhã e não nos reconhecemos mais, porque envelhecemos.

“Envelhecemos” é no sentido negativo para muitas pessoas. Podemos envelhecer bem ou envelhecer mal. A questão é quando nos olhamos no espelho de nossos valores morais e o resultado das escolhas que fizemos não nos agrada em nada. E aí nos perguntamos: “Como pude mudar tanto?”!

É muito provável (e é até sinal de saúde mental) que coisas que defendíamos na juventude, hoje já não defendamos mais. Aconteceu comigo. Espero que tenha acontecido com você. É bom. É salutar. É sinal de amadurecimento.

Mas e quando nossas mudanças traem a essência de quem nós éramos? Ou quando traímos o melhor que havia em nós? E se, diante do espelho dos anos que passaram, fossemos atirados contra o pior resultado das escolhas erradas que fizemos?

Todavia haveria uma segunda chance para voltar? Poderíamos apagar o que fizemos? Apagar? Não. Quem magoamos, ferímos, traímos, negamos, todas essas pessoas estarão sempre ali como testemunhas do mal que praticamos a elas e a nós mesmos.

E se, ao menos, nós pudéssemos esquecer toda a trajetória que nos levou até aquilo que nos transformamos? Voltar àquele primeiro olhar? Você ainda se lembra daquele primeiro olhar? O olhar da paixão, do encanto, quando o amor aconteceu?

Há mais de 20 anos, comigo foi assim. Estávamos na faculdade, quando naquele corredor do curso de Letras da Católica em Brasília, Lucila passou por mim. E então eu disse ao amigo que estava ao meu lado: “Você viu aqueles ombros largos? Aquela distância entre um ombro e o outro daquela menina? Rapaz, ser abraçado por ela deve ser bom demais! Queria me perder ali...”.

Filme belo que indico para casais casados há anos. Uma ótima oportunidade de reflexão a dois.

O filme completo está disponível no Youtube e no Netflix.


Assista ao trailer:  

Um comentário:

Tom Alvim disse...

Valeu pela dica! Vou assistir com a minha amada.

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