Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte, e duro como a sepultura o ciúme; as suas brasas são brasas de fogo, com veementes labaredas. As muitas águas não podem apagar este amor, nem os rios afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens de sua casa pelo amor, certamente o desprezariam (Ct 8: 6-7; Fiel).

sábado, 31 de maio de 2014

Let's Stay Together, Lucila...


I'm, I'm so in love with you
Whatever you want to do
It's alright with me
'Cause you make me feel so brand new
And I want to spend my life with you
Ain't the same since, baby, since we've been together
Ooh, loving you forever
Is what I need
Let me be the one you come running to
I'll never be untrue

Ooh, baby, let's, let's stay together
Loving you wheather, wheather times are good or bad, and I'm happy or sad
Wheather times are good or bad, and I'm happy or sad

Why somebody, why people want break up?
Oh, turn around and make up
I just can't see
You'd never do that to me (Would you, baby?)
So being around you is all I see
Is what I want us to
Let's, we ought to stay together
Loving you wheather, wheather times are good or bad, and I'm happy or sad

Let's, let's stay together
Loving you wheather, wheather times are good or bad, happy or sad

Tradução:

sábado, 24 de maio de 2014

Fábio, o Máximo (ou “A origem dos nomes”)

Francisco Wanderley Dantas, meu pai (22/10/32 - 24/05/1982)
                Eu amo nomes, porque amo o significado das palavras. Em muitas culturas, os nomes carregam um significado todo especial. Na Bíblia, há muitos casos conhecidos como o de Abrão, que significava “antepassado famoso” e que, durante a Aliança (Gn 17), teve seu nome modificado para Abraão, “pai de multidões”. O mesmo ocorreu com sua esposa Sarai, em que a mudança para o novo nome Sara denota um jogo de palavras: o primeiro nome referia-se à origem nobre da família dela e  o segundo refere-se à nobreza da linhagem que dela nasceria.

               O surgimento dos israelitas está marcado também por uma dramática mudança de nome que, na verdade, indica uma mudança de coração e caráter de Jacó. Jacó significa “trapaceiro, astuto”, mas, na luta com Deus durante aquela madrugada (Gn 32), Jacó é ferido na coxa, em outras palavras, Jacó é derrubado de vez de seu orgulho e vaidade, lembrando-se para sempre daquela noite, pois mancaria pelo resto de sua vida. Além dessa marca física, visível a todos os que o conheciam e vissem a ele, houve a mudança do nome. Israel, “o que prevaleceu”!

                Aqui em casa, ao sabermos da gravidez da Lu, pensamos em muitos nomes e, evidentemente, queríamos que houvesse significados em seus nomes. Nomes carregam histórias, tradições, esperanças, expectativas. Pensamos, então, em “Hadassa”, o nome hebraico da Rainha Ester. Na época, brincamos que poderíamos colocar o equivalente grego desse mesmo nome: Murta, que se refere a uma planta de origem mediterrânea cultivada como ornamental e para usos medicinais, há milênios está associada a rituais e cerimônias. O nome “Ester”, por sua vez, está ligado a deusa babilônica do amor e da guerra, todavia, a tradição rabínica viu no nome “Ester” o significado de “a oculta”, “Deus oculta a sua face”.

                Indubitavelmente, nomes são fascinantes. E o fato é que, por mais interessante que um nome possa ser, os muitos meses de gravidez fizeram com que a Lu enjoasse de “Hadassa”. Neste momento, então, surgiu a história de uma cantora cristã que, depois de muitos anos tentando engravidar, finalmente havia conseguido e, como gratidão, dera à filha o nome de Geovana Lissa. Daí para Ana Lissa foi muito fácil. “Ana”, presenteada por Deus. “Lissa”, consagrada a Deus. Já com Gisele foi bem mais intencional, pois fui atrás mesmo de um dicionário de nomes. “Gisele”, penhor, garantia, promessa – referência direta ao Espírito Santo! “Lucila”, pequenina luz, luzinha. “Fábio”, ao pé da letra, fora o nome dado pelos romanos à família que introduziu em Roma o plantio das favas. E “Ribas”? Origem espanhola, significa rios, ribeiros. Poeticamente, portanto, sempre brinco que o significado do meu nome é “Aquele que semeia às margens dos rios”!

                Para além da origem etimológica dos nomes, há sempre um sentido histórico. Agora, cheguei ao título deste texto: “Fábio, Máximos”! Quem me deu este nome foi meu pai, Francisco Wanderley Dantas. Diz minha mãe que ele ficava como quem se postasse de mão erguida a recitar um verso, “declamando”: Fábio, o contemporizador! Mas quem foi Fábio, o Máximo (cujo nome herdara de seu pai) e que foi apelidado pelos romanos de “Contemporizador”? É bom já explicar que “contemporizador” foi chacota, foi desdém, escárnio, zombaria do povo com seu Ditador. Esse apelido significa “aquele que adia”. Vou explicar.

                Fábio foi ditador de Roma numa época dificílima. O grande império africano de Cartago vivia em conflito pelo domínio dos mares do mediterrâneo. Estes possuíam uma técnica para construção rápida dos seus barcos de guerra que os colocaram na dianteira dos romanos. Estamos em plena época das Guerras Púnicas. Aníbal, general cartaginense, tem a ideia de atacar Roma vindo da África pelo sul da Península Ibérica montado em elefantes. Sim! Um imenso exército de elefantes! Por três vezes, as táticas de Aníbal humilharam os romanos. Até que Fábio decidiu que não iria mais enfrentar os cartaginenses em batalha direta, pois isso seria um verdadeiro suicídio. O que Fábio fez? Ele cercou o exército dos cartaginenses, ameaçando enfrenta-los, mas, de fato, não o fazia. Colocava seu exército em posição para a batalha, movimentando-se ora por trás, ora pela frente, mas nunca atacava: era a famosa pressão psicológica. Fábio tentou vencer os cartaginenses pelo cansaço físico e psicológico, cortando suas vias de suprimento e caminhando sempre próximo a eles, mas sem avançar numa guerra direta. Infelizmente, as “táticas fabianas” não foram bem recebidas pelos romanos, que, então, colocaram esse apelido em Fábio, “aquele que adia”. Quando terminou o mandato de Fábio, os próximos ditadores eleitos foram exatamente aqueles que se opunham àquelas estratégias de guerra de Fábio. Entretanto, rapidamente os romanos perceberam que as táticas de Fábio eram as melhores para o enfrentamento com os cartaginenses. Até que, enfim, os romanos adotaram as estratégias de guerra de Fábio por dez anos. Sim, dez anos enrolando Aníbal até que esse ficasse velho. Que ideia, não?

                Se nomes podem, de alguma maneira, anunciar algo de nós, não sei. Sei que acredito que hoje “semeio às margens dos rios” e sei também que, por incrível que pareça, aprendi a lutar contra a vida pela perseverança, adiando, muitas vezes, um embate direto, mas vencendo-a pelo cansaço. Assim como Fábio, o Contemporizador, aprendi a cercar meus problemas e as vicissitudes desta vida, até que, exaustos pela estratégia da minha não-entrega, enfim, chegue-me a vitória tão aguardada. Estas são as esperanças e expectativas que herdei de meu pai por meio do meu nome e do exemplo de homem que ele foi. Este é o meu nome: Fábio.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

O dia em que o aparelho de DVD explodiu!

Estourei com o nosso aparelho de DVD! 

Não era um aparelho qualquer. Pelo menos nunca antes havia tido um aparelho como aquele. Ele possuía wireless; portanto, conectava-se à internet (se bem que jamais consegui muita coisa com isso); dava acesso ao Netflix (se bem que nunca tenha usado esse recurso); entrava no Youtube (se bem que em nenhuma oportunidade tenha conseguido assistir a um único vídeo sequer, porque a demora em baixar era eterna); quero acreditar que o aparelho também deveria falar e se comunicar com seu proprietário, mas isso, agora, eu não irei mais descobrir. Acabou. Estourei com o nosso aparelho de DVD!

Já o tínhamos há muitos meses, mas, como paramos muito pouco para assistir a alguma coisa, demorou muito para começar a descobrir suas possibilidades. Na verdade, somente há uma semana é que comecei a deixa-lo conectado diretamente à TV. O mais sensacional era o cabo HDMI! Que imagem! Que som! O que mais? Nunca irei descobrir. Acabou. Estourei o nosso aparelho de DVD. E o sonho de poder assistir “Thor” (a 1ª parte), que só agora chegou por aqui no interior onde moro, com aquela imagem e som de cinema, desfez-se assim: PUF!!!

Evidentemente, busquei todas as alternativas possíveis para tentar explicar a mim mesmo como é que cometi tal disparate! Sim! A culpa foi totalmente minha. No início, pecador que sou, tentei achar uma desculpa ou alguma terrível teoria da conspiração contra o meu direito inalienável ao lazer: Governo, PT, CIA, KGB, aumento da inflação, a Copa no Brasil, greve da polícia civil, mas nada, nada parecia justificar a minha própria estupidez. 

E foi tão rápido. Gisele veio a mim enquanto eu estudava e pediu: “Pai, pode por o filme “Enrolados” para mim”. Levantei-me, mas levantei-me automaticamente e com a mente absorta pelos estudos. Quem sabe não foi isso? Se eu não tivesse levantado hoje cedo para estudar... Sim, por que não? A culpa poderia ser dos muitos estudos. Alguém mesmo já dissera na Bíblia: “Paulo, as muitas letras te fazem delirar”! Foi isto! Eu estava delirando quando, diante da televisão, eu peguei o cabo do DVD e o enfiei na tomada de 220 em vez de fazê-lo na tomada de 110. PUF!!! Saiu aquele famigerado foguinho de trás do aparelho do DVD.

Por quê? Foi a pergunta que tentei responder a mim mesmo. Verdade que não teremos dinheiro para comprar um outro DVD tão legal quanto aquele que estourou, porque comprei-o com preço mais do que camarada de um amigo americano que estava indo embora do Brasil e quis desfazer-se dos móveis da sua casa. Acho, portanto, que nem tem no Brasil um aparelho como aquele. E, caso tenha, não quero nem saber o preço, pois já sei que não dá para comprar mesmo.

Fiquei ali, na frente do aparelho de DVD, como quem esperasse Lázaro sair da tumba. Mas não houve nenhum sinal de vida ou de ressurreição. Até que minha filha disse: “Pai, já está fedendo”! Ao que respondi baixinho, delirando e entremurmurando: “Parece até que já está morto há quatro dias..."!

Apenas alguns segundos impensados. Uma ação irrefletida. Uma palavra solta no rompante de uma ira. Uma arma carregada e que, descuidada, vai ao chão, disparando e vitimando um inocente. Enfim, como que a vida da gente pode mudar em alguns poucos segundos... Não, não estou mais falando do estouro do DVD. Tão somente estou trazendo o caso do DVD como ilustração de como que tudo é muito, mas muito frágil mesmo em nossas vidas.


Nestes dias, saindo de um supermercado aqui da cidade, Gisele atravessou a rua correndo e sem olhar para o lado, enquanto eu via que um carro se dirigia exatamente para cima dela. Gritei, mas meu grito não foi capaz de segurar Gisele. Então, graças a Deus, o carro deu uma brusca freada. Apenas alguns poucos segundos a mais e eu não estaria aqui hoje escrevendo sobre o nosso DVD que estourou. A vida é frágil e a possibilidade diária de perdermos a quem nós amamos tanto é um dos instrumentos de Deus contra a alienação e a mesquinhez de nosso egoísmo humano tão preocupado com as "terríveis" explosões de nossos aparelhos de DVD.          

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Quando o coração é rasgado... (Charles Swindoll)


"Li na semana passada a respeito de um casal (vamos chamá-los de Carlos e Clara), cujo casamento de vinte e cinco anos era excelente. Não idílico, mas muito bom. Tinham três filhos adultos que os amavam ternamente. Além disso, haviam sido abençoados financeiramente, de modo a permitir-se sonhar com uma casa de campo, à beira de um lindo lago, na aposentadoria. Começaram a procurar uma casa assim. Um viúvo, a quem chamaremos de Benjamim, estava vendendo a sua. O casal gostou da casa dele — e bastante. Voltaram para casa para fazer planos. Passaram-se os meses.

Há pouco tempo, sem mais nem menos, Clara disse a Carlos que queria o divórcio. Ele ficou aturdidíssimo. Depois de todos esses anos? Por quê? E como é que ela podia enganá-lo... como é que ela poderia estar nutrindo essa traição, enquanto estavam procurando uma casa onde gozar a aposentadoria? Ela lhe asseverou que não estivera tendo um caso, que não fizera nada. Na verdade, tratava-se de uma decisão muito recente, agora que ela havia encontrado outro homem. Quem? Clara admitiu que era Benjamim, o dono da casa em perspectiva, com quem ela se encontrara inadvertidamente algumas semanas após haverem conversado sobre a transação imobiliária. Começaram a sair juntos. Visto estarem, nesse momento, "apaixonados", não havia como voltar atrás. Nem os próprios filhos, que odiaram a ideia toda, conseguiram dissuadir a mãe.

No dia em que ela deveria ir embora, Carlos atravessou a cozinha, na direção da garagem. Percebendo que ela teria partido quando ele voltasse, murmurou hesitante:
— Bem, querida, acho que esta é a última vez...

A voz se lhe sumiu, enquanto prorrompia em soluços. Ela saiu constrangida, apanhou apressadamente suas coisas, e partiu de carro ao encontro de Benjamim. Menos de duas semanas depois de ela ter-se mudado para ir morar com Benjamim, seu amante, Carlos foi acometido de um ataque cardíaco. Ficou em estado de coma durante algumas horas... e finalmente morreu." 

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Substare

Para Lucila Ribas

O predicado contido sob teu sujeito
É proposição de Leibniz que satisfaz
À lógica e à carne nas quais me deito.

Furtando-me dos axiomas imperfeitos,
É neste tecido da tua pele onde célere 
Redijo meu livro infindo que não devo!

O laço deste teu beijo a mim concedido
Principia o risco traçado desde teu seio
Até o outro lado: pauta desta caligrafia!

Teu corpo indica a gramática que em ti subjaza,
Tal o Quinhentista que, ao ver-te, um dia falara:
- Esta fachada ática é carta que eu tenho escrita!

Fábio Ribas

terça-feira, 6 de maio de 2014

Como NÃO educar um filho

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Há muitos anos, a polícia da cidade americana de Houston, no Texas, publicou uma lista com 10 atitudes dos pais que influenciam negativamente na educação dos filhos, a qual intitularam: “Como criar um delinquente”; é interessante meditar neste resumo:

"1. Comece na infância a dar a seu filho tudo o que ele quiser. Assim, quando ele crescer, acreditará que o mundo tem obrigação de lhe dar tudo o que ele deseja.

2. Quando ele disser nomes feios, ache graça. Isso o fará considerar-se interessante.

3. Nunca lhe dê qualquer orientação religiosa. Espere até que ele chegue aos 21 anos e “decida por si mesmo”.

4. Apanhe tudo o que ele deixar jogado: livros, sapatos, roupas. Faça tudo para ele, para que aprenda a jogar sobre os outros toda a responsabilidade.

5. Discuta com frequência na presença deles. Assim não ficará muito chocado quando o lar se desfizer mais tarde.

6. Dê-lhe todo o dinheiro que quiser.

7. Satisfaça todos os seus desejos de comida, bebida e conforto. Negar pode acarretar frustrações prejudiciais.

8. Tome partido dele contra vizinhos, professores e policiais. (Todos têm má vontade com o seu filho).

9. Quando ele se meter em alguma encrenca séria, dê esta desculpa: “Nunca consegui dominá-lo”.

10. Prepare-se para uma vida de desgosto".

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Por que quem canta seus males espanta? (Prof. Debora Munhoz Barboni)

1ª apresentação do "Curso de Iniciação Musical e flautas"

Imagine a cena: Você está cansado, entrou no seu carro depois de um dia cansativo e sabe que vai encarar um trânsito terrível. Quanto stress e desânimo! Porém, ao ligar o rádio, percebe que sua música preferida está tocando. Qual a sensação imediata? Provavelmente de satisfação, de prazer, como se de repente todo aquele terrível stress diminuísse drasticamente. Esse é o poder da música!

Há muito tempo, pesquisadores estudam sobre a influência da música nas atividades cerebrais. Estudos comprovados mostram que pessoas que praticam música com prazer ou que ouvem músicas que gostam fazem o cérebro produzir endorfinas e serotoninas, que atuam trazendo relaxamento, equilíbrio mental e emocional. A música também ativa o neurotransmissor do prazer no cérebro, a dopamina. Isso ajuda a explicar porque a música sempre fez parte da vida das pessoas e é muito utilizada em festas, em filmes e pelo marketing. Obviamente, para podermos usufruir deste benefício, temos que estar atentos ao repertório que escutamos. Há músicas que contribuem ainda mais para deixar o coração desanimado. Certas melodias nos remetem a situações desagradáveis e momentos não tão felizes. Portanto, essas músicas devem ser evitadas, se o objetivo é utilizar a música como terapia, para trazer mais ânimo para o dia-a-dia.

Além de contribuir para o bem-estar do ser humano, a música pode ajudar a melhorar o funcionamento do nosso cérebro, principalmente quando praticamos música com regularidade.

Pesquisas recentes nos mostram que o cérebro pode mudar sua própria estrutura, através dos pensamentos e atividades estimulantes. O cérebro é vulnerável às influências externas e pode ser exercitado como se fosse um músculo.

O fato é que a música nos envolve em diversos níveis, e através de sua prática desenvolvemos habilidades motoras, cognitivas e linguísticas. Todos podem desenvolver o talento musical, desde que tenham contato com a música de forma agradável e pratique bastante.

A música pode fortalecer áreas importantes nos primeiros anos de vida, quando a neuroplasticidade (capacidade do cérebro de modificar sua estrutura e função através de experiências anteriores) é maior, mas é preciso salientar que a plasticidade continua na fase adulta. Nunca é tarde para praticar música. Ao aprender a tocar um instrumento musical estamos exercitando nossas habilidades mentais, refinando nossa capacidade de ouvir e desenvolvendo o controle motor fino, o que ajudará na firmeza de equilíbrio e na mobilidade. Ou seja, desenvolvendo essa nova habilidade, programaremos nosso cérebro para envelhecer em melhores condições.

A música está acessível a todos, não importa a idade. Aliás, quanto antes começar melhor.

Muitas famílias levam seus filhos desde bem pequenos para as aulas de musicalização infantil. Desta forma, aprenderão muitas brincadeiras musicais para praticar com seus filhos em casa, oferecendo assim um tempo de qualidade, afeto e atenção exclusiva através da música, além de oferecer muito estímulo ao cérebro, de maneira lúdica.

A criança que tem contato com música de qualidade desde pequena, além de desenvolver o gosto pela música, será um adulto com maior sensibilidade, e utilizará a música para descarregar o stress do dia-a-dia de maneira saudável. Além disso, poderá se tornar um apreciador da boa música, pois conviveu desde pequeno com este repertório, com experiências agradáveis e provavelmente se identificará com pessoas do mesmo nível cultural.

Para os adultos, segue a dica: cante sempre, seja sozinho, com amigos, em um show com artistas ou bandas que você goste, selecione suas músicas favoritas para ouvir durante o trânsito ou para fazer ginástica... enfim, inclua mais a música na sua vida. Ou melhor, que tal aprender a tocar um instrumento musical para estimular seu cérebro com uma nova habilidade?

A música sem dúvida pode trazer bem-estar, aumento da auto-estima e melhor qualidade de vida para todas as idades.

Experimente trazer a música com mais intensidade para sua vida e da sua família. 

Certamente você perceberá que quem disse o famoso e antigo ditado: “Quem canta seus males espanta” estava totalmente certo!

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