Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte, e duro como a sepultura o ciúme; as suas brasas são brasas de fogo, com veementes labaredas. As muitas águas não podem apagar este amor, nem os rios afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens de sua casa pelo amor, certamente o desprezariam (Ct 8: 6-7; Fiel).

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

14 Crianças que escreveram coisas muito feias – mas super engraçadas!

Crianças são fofas e engraçadinhas, mas saber ser bem “saidinhas” quando querem mandar a real com alguém. Afinal, elas ainda não são cheias de pudores e regras de moral como nós e falam o que vem na cabeça, doa a quem doer.
Confira 14 crianças que escreveram coisas feias, mas muito engraçadas.

1 – Obrigado por não me fazer morrer

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“Obrigado, mãe por me fazer comida, assim eu não morro”.

2 – Fada dos dentes caloteira

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“Querida fada dos dentes, eu perdi meu dente no dia 23 de outubro. Agora já é 12 de novembro. Eu perdi meu dente na pizza. Eu perdi dois hoje. Você me deve 1 dólar. Não querendo ser dura, mas eu preciso de grana. Annisa.”

3 – Você conhece satã?

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“Querido tio Bryan. Eu espero que você tenha um bom aniversário. Eu te amo, tio Bryan. Como vai você? Você já ouviu falar de satanás? Ele faz você fazer coisas más. Amor, Rebekkah”

4 – Papai, seja bonzinho e assine esse documento!

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“Querido papai, eu posso fazer karati? Eu prometo não te machucar. Eu poderia lutar contra os ladrões e é um grande exercício. Posso fazer? Assine abaixo pra eu ter certeza”

5 – Da série “sou bipolar desde pequena”

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“Querida mamãe, você é a minha mãe preferida. Me desculpe por te chamar de pedaço de cocô. E eu te odeio e não vou para o meu quarto. Te amo mamãe. Sua filha, Karah.”

6 – Como ser fofo mesmo com raiva

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“Eu estou com raiva de você e não vou falar com você hoje e amanhã! PS: o dia todo. PSS: Eu ainda te amo”

7 – Papai, deixa de ser frouxo! (muito bom!)

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“Querido papai, por que você quer ser vegetariano? Foi a mamãe que te fez querer? Se foi, você não precisa escutá-la, ela não é a sua chefe

8 – Que desculpa nada!

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“Desculpa por causa de nada!”

9 – Amor violento

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“Querida mamãe, muuuuuuito obrigada por ser a minha mãe. Se eu tivesse uma mãe diferente, eu a socaria na cara e iria te procurar. Amor, Brooke”

10 – O pior/melhor presente de todos

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“Obrigado pela fantástica arma de água que eu usarei pra atirar em você”

11 – Verdades sinceras

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“Querido Brody, a senhora P. me fez escrever esse recado. Tudo o que eu quero é pedir desculpas por não me sentir culpado. Eu tentei me sentir culpado, mas não consigo. Lian”

12 – Dando o troco no vizinho

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“Quando eu tinha oito anos de idade, o cachorro do meu vizinho vivia fazendo cocô no meu jardim. Então, um dia, eu fiz cocô no jardim dele”

13 – Mamãe (des)ocoupada

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“Essa é a minha mãe e isso é o que ela faz todos os dias [assiste a Ellen]“
 
*o show da Ellen Degeneres é um programa de entrevistas muito famoso nos Estados Unidos. É como se fosse a “versão branca” da Oprah.
 

14 – Sinceridades de natal

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“Espero que você ganhe um monte de presentes e tenha um feliz natal… e você está gordo!”
Crianças, como não amá-las! hauahuahuahauahu

domingo, 26 de janeiro de 2014

Maridos Solitários, Esposas Solitárias (Rev. Augustus Nicodemus)


O isolamento de outras pessoas nem sempre é ruim. O próprio Jesus tinha o hábito de isolar-se regularmente das multidões e ficar a sós com Deus, depois de um dia de trabalho em meio às multidões. Nessas ocasiões, ele orava e renovava suas forças. 

Mas, existe uma solidão maléfica, característica da sociedade em que vivemos. As pessoas podem viver numa mesma casa com muitas outras e ainda assim viver isoladas delas. Já que fomos criados como seres sociais, viver em isolamento geralmente provoca tristeza, depressão, angústia e, em casos extremos, o suicídio.

O isolamento acontece mesmo entre pessoas tão íntimas como marido e mulher. Diversas forças ativas na sociedade moderna estão separando marido e mulher cada vez mais para longe um do outro, em vez de produzir intimidade e mutualidade: 

1) Numa sociedade tão complexa como a em que vivemos, experiências diferentes e sistemas de valores diferentes separam os casais. Antigamente, as pessoas nasciam e cresciam juntas num mesmo lugar. Hoje, elas vêm de passados completamente diferentes. 

2) A sociedade moderna tem passado a idéia de que o casamento é um relacionamento na base de 50/50 (fifty-fifty). Isso é, cada um dá um pouco de si. Mas isso não funciona, na verdade. O padrão cristão é 100/100. No casamento, temos de nos dar inteiramente. 

3) O egoísmo é provavelmente a maior ameaça à unidade do casal. Ser egoísta é buscar realização pessoal deixando o cônjuge de fora. Uma ilusão bastante comum é que marido e mulher podem obter sucesso independentemente um do outro e ainda ter um casamento bom. Na prática, quase nunca isso dá certo. 

4) Outro fator de isolacionismo são problemas não superados. Os pesquisadores mostram que cerca de 70% dos casais que passam por experiências traumáticas - como perder um filho num acidente, ou ter um filho gravemente deficiente - se separam ou se divorciam. 

5) A mídia tem popularizado a idéia de que aventuras extramaritais é algo normal. O fato é que, não somente o adultério consumado, mas o adultério emocional - uma amizade muito íntima com alguém do sexo oposto - provoca o isolamento dos cônjuges. 

6) A pressão contínua do estilo de vida acelerado em que vivemos contribui para que cada vez mais vivamos estilos de vida separados uns dos outros. 

7) Outro fator é a dependência cada vez maior das mídias sociais. Marido e mulher podem estar sentados na mesma mesa, sentados no mesmo sofá ou deitados na mesma cama, mas cada um está checando seus e-mails, Facebook, Twitter, Google+ ou outros aplicativos sociais. Estão juntos apenas fisicamente. Membros de uma família podem estar juntos na mesma sala e estar perfeitamente isolados uns dos outros. À medida em que nos enfiamos em nossos casulos virtuais, mais e mais nos desconectamos uns dos outros.

8) Por último, não tem como deixar de mencionar o consumo de pornografia que acaba por isolar sexual, espiritual e psicologicamente os cônjuges.

O isolamento é uma ameaça séria mesmo para casais cristãos. Estes cristãos precisam perceber que se não tomarem as providências necessárias e se não tratarem dessa ameaça juntos, acabarão por viver isolados uns dos outros, mesmo debaixo do mesmo teto. Muitos casais casados têm sexo mas não amor. O erro típico que muitos casais cometem é não antecipar que problemas desse tipo podem ocorrer com eles. E quando os problemas surgem, são apanhados desprevenidos.

Vivemos num mundo cheio de problemas. A tentação de muitos, debaixo de pressão, é isolar-se, hibernar como um urso em sua caverna no inverno. Embora essa pareça uma alternativa atraente, é somente com o apoio de amigos que poderemos suportar as misérias desta vida. 

O que podemos fazer, como cristãos, para vencer o isolamento? Aqui vão algumas dicas: 

1) Busque maior intimidade com Deus, pela leitura da Bíblia e pela oração diária. Quando nos aproximamos de Deus, podemos melhor nos aproximar dos outros. 

2) Planeje gastar tempo com seu cônjuge fazendo coisas que ambos apreciam. 

3) As vezes o isolamento foi causado por uma atitude errada sua, com a qual o seu cônjuge ofendeu-se ou magoou-se. É preciso pedir perdão e buscar a reconciliação. No caso de pornografia, talvez a confissão seja necessária.

4) Às vezes quando a situação já se tornou muito complicada e difícil, é preciso vencer o orgulho e procurar ajuda.

Não permita que o isolamento acabe a alegria do seu casamento.

domingo, 19 de janeiro de 2014

Idoso, mas feliz! (Rev. Augustus Nicodemus)


A velhice é um dos períodos mais difíceis da vida. Além de uma maior vulnerabilidade às doenças e de ter de depender mais de outras pessoas, muitos idosos sofrem com a solidão e com o senso de inutilidade. Não são poucos os velhos abandonados num asilo por seus próprios filhos. 

Hoje em dia existe uma conscientização social maior quanto aos que alcançaram a terceira idade. Existem programas e projetos de atividades envolvendo idosos, com o objetivo de vencer a solidão e a ociosidade. Mas por melhor que sejam, nem sempre conseguem trazer alguma felicidade a quem já viveu muito.

A Bíblia nos traz vários exemplos de pessoas que chegaram a uma idade avançada e que morreram felizes e realizadas. Uma delas é o patriarca Abraão. Lemos no livro de Gênesis que Abraão "morreu em ditosa velhice, avançado em anos" (Gênesis 25.8). Uma velhice "ditosa" quer dizer uma velhice feliz, satisfeita, venturosa, afortunada. Quando lemos o que a Bíblia diz sobre a vida de Abraão fica fácil descobrir o segredo de sua felicidade. Há pelo menos 3 coisas que contribuíram para ela:

1) Abraão foi um homem de FÉ toda a sua vida. Desde o dia em que Deus o chamou para sair de sua terra e ir peregrinar em uma terra distante, Abraão aprendeu a confiar em Deus e a depender das Suas promessas. Não é em vão que Abraão ficou conhecido como o pai da fé e "amigo de Deus" (Tiago 2.23; Hebreus 11.8-19). Quando uma pessoa aprende cedo na vida a confiar em Deus e a depender dele, terá melhores condições de enfrentar as incertezas e sofrimentos da velhice, como Abraão.

2) Abraão foi um homem OBEDIENTE a Deus toda a sua vida. Fé e obediência andam juntas. Abraão cria em Deus e portanto, obedeceu-o. A maior demonstração que deu disso foi quando se dispôs a sacrificar seu próprio filho Isaque por determinação de Deus (Gênesis 22.1-14). Se aprendemos desde cedo na vida a obedecer a Deus incondicionalmente, quando atingirmos a velhice teremos uma consciência tranqüila de que Deus, a quem procuramos servir durante nossa vida, jamais nos desamparará.

3) Abraão ANDOU COM DEUS toda a sua vida. Através dos anos, ele desenvolveu um relacionamento pessoal e significativo com Deus. Deus fazia parte integrante da sua vida. Diariamente Abraão orava, falava com Deus, procurava ouvir e entender Sua vontade e segui-la. Abraão compartilhava continuamente com Deus as alegrias e dificuldades. Basta ler a história de sua vida para ver como isso é verdade. Abraão aprendeu a andar com Deus pela fé. Quando ficou velho, já havia andado o suficiente com Deus para saber que o Senhor estava ali, ao seu lado. Que conforto extraordinário nos momentos de solidão!

O Salmo 71 é a oração de um velho, pedindo a Deus que o socorresse e auxiliasse nos dias de sua velhice. Não sabemos quem a escreveu, provavelmente foi o rei Davi. Nela, o autor revela profundo conhecimento de Deus e certeza de que Ele haverá de atender a seu pedido. Um dia todos seremos velhos. Passaremos pelo mesmo vale de lágrimas que muitos passam nesse momento. Quem confiou em Deus e andou com Ele durante a sua vida toda poderá ter uma ditosa velhice, frutífera e cheia de sentido. Comecemos hoje!

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

O amor como verbete no dicionário de filosofia de Ferrater Moura

Empédocles foi o primeiro filósofo que utilizou a ideia de amor em sentido cósmico-metafísico, ao considerar o amor e a luta como princípios de união e separação, respectivamente, dos elementos que constituem o universo.

Mas a noção de amor só alcançou uma significação simultaneamente central e complexa em Platão. São muitas as referências ao amor, as descrições e as classificações do amor que encontramos em Platão. É comparado a uma forma de caça - o Sofista-, é como uma loucura -Fedro-; é um Deus poderoso. Pode haver três espécies de amor: o do corpo, o da alma e uma mistura de ambos -Leis-. Em geral, o amor pode ser mau ou ilegítimo, e bom ou legítimo: o amor mau não é propriamente o amor do corpo pelo corpo, mas aquele que não está iluminado pelo amor da alma e que não tem em conta a irradiação que as ideias produzem sobre o corpo. Seria, pois, precipitado falar, no caso de Platão, de um desprezo do corpo; o que acontece é que o corpo deve amar, por assim dizer, por amor da alma. O corpo pode ser, deste modo, aquilo em que uma alma bela e boa resplandece, transfigurando-se aos olhos do amante, que assim descobre no amado novos valores, talvez invisíveis para os que não amam. O amor é, para Platão, somente amor a algo. O amante não possui este algo que ama, porque então já não haveria amor. Também não se encontra completamente desprovido dele, pois então nem sequer o amará; é uma oscilação entre o possuir e o não possuir, o ter e o não ter. Na sua aspiração para o amado, o acto de amor do amante engendra a Beleza. Surge aqui o motivo metafísico dentro do humano e pessoal, pois, em última análise, os amantes das coisas particulares e aos seres humanos particulares não podem ser senão reflexos, participações do amor à beleza e ao belo absoluto - Banquete-, que é a ideia do Belo em si. Sob a influência do verdadeiro e puro amor, a alma ascende à contemplação do ideal e eterno.

Em Plotino, é também o que faz que uma realidade volte o seu rosto, por assim dizer, para a realidade da qual emanou, mas Plotino fala muito particularmente do amor da alma à inteligência -Enéadas-.

Com o aparecimento do cristianismo, o tema do amor assume renovada importância. Inclusive, por vezes, alguns pensadores, como S. Clemente, insistiram demasiado no tema e parece que reduziram a vida divina, e em geral todo o ser e perfeição, a amor, indo dar à chamada “gnose do amor”, origem da “disputa para o amor puro”, teve grande ressonância na era moderna.

Santo Agostinho considera frequentemente a caridade como um amor pessoal (divino e humano). A caridade é sempre boa, em contrapartida o amor pode ser bom ou mau, consoante seja, respectivamente amor ao bem ou amor ao mal. O amor do homem a Deus e de Deus ao homem é sempre um bem. O amor do homem pelo seu próximo pode ser um bem (quando é por amor de Deus) ou um mal (quando se baseia numa inclinação puramente humana).

sábado, 11 de janeiro de 2014

Uma linda e triste história de amor em fotos...













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