Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte, e duro como a sepultura o ciúme; as suas brasas são brasas de fogo, com veementes labaredas. As muitas águas não podem apagar este amor, nem os rios afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens de sua casa pelo amor, certamente o desprezariam (Ct 8: 6-7; Fiel).

domingo, 9 de novembro de 2014

O amor não se explica, se confessa...

O amor não se explica, se confessa. 

Lucila, meu amor, ontem, uma vez mais, eu te admirei. Vendo-te sorrindo e ensinando o que lhe anima o coração: seus pequenos gestos, seu sorriso, cada palavra saída de teu lábios... Eu te amei novamente! Como apaixono-me por ti todas as manhãs que desperto ao teu lado. Por quê? O amor não se explica, se confessa! 

E eu estou aqui, uma vez mais, para dizer-te em poucas mas muito sinceras palavras que eu viveria ao teu lado quantas vidas eu tivesse. Eu te amo! Eu te amo! Eu te amo! Por quê? Depois de todos estes anos vivendo, morrendo e renascendo em teus braços, sei que o amor não se explica. Confesso-te, então: amo-te!

Dedico esta bela canção, que nós dois tanto apreciamos, como confissão do que sinto por ti, minha doce Lu...

Eu quero ser teu
Nada mais
Eu quero ser tua vida
Nada mais

Porque eu sei
Que sem você não viveria

Eu quero ser teu
Eu quero ser tua vida
O amor que eu tenho por você

Eu, eu estou pensando:
Eu, eu estou apaixonado por você!

Eu, eu estou pensando:
Eu, eu estou apaixonado por você!

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