Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte, e duro como a sepultura o ciúme; as suas brasas são brasas de fogo, com veementes labaredas. As muitas águas não podem apagar este amor, nem os rios afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens de sua casa pelo amor, certamente o desprezariam (Ct 8: 6-7; Fiel).

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

CINCO RAZÕES PORQUE AS PESSOAS TRAEM.

Crédito: Thinkstock e Portal Amo Família
O livro “The Normal Bar”, dos pesquisadores Chrisanna Northrup, Pepper Schwartz e James Witte (publicado em 2013), traz a pesquisa mais extensa do mundo sobre relacionamentos, revelando os principais motivos pelos quais as pessoas traem.
Os dados foram coletados em 2011, sendo avaliadas mais de 100 mil pessoas e contando com a ajuda de parceiros como os veículos de comunicação The Huffington Post, Readers Digest, AARP, iVillage e AOL. Os resultados da pesquisa foram divulgados nesta semana no The Huffington Post e revelaram que 33% dos homens e 19% das mulheres admitiram ser infiéis.
Entretanto, os entrevistados salientaram que a frequência da infidelidade importa e que há uma grande diferença entre um caso de uma noite só e um padrão de traição constante. O relatório mostrou que: 17% das mulheres que tinham sido sexualmente infiéis e 23% dos homens que também agiram dessa forma disseram que a traição aconteceu apenas uma vez; 36% das mulheres e 33% dos homens disseram que a infidelidade ocorreu de duas a cinco vezes. Porém, mais de 40% dos homens e mulheres infiéis admitiram que traíram com mais frequência.

Para alguns casais, a falta de comunicação, afeto e atração, que podem acontecer com o passar do tempo, acabam contribuindo para o desejo de trair. O livro “The Normal Bar” (em tradução livre “a barreira regular”) mostra que a perda de prazer sexual ou de frequência de relações pode deixar até mesmo os casais felizes vulneráveis.

A pesquisa presente no livro mostrou quais são as situações em que a traição é mais provável e como geralmente elas ocorrem. Confira abaixo.

Amigos próximos

Você já se sentiu atraída por um amigo ou um colega de seu companheiro? Segundo a pesquisa revelou, 86% dos homens e 85% das mulheres disseram que não achavam que algum amigo deles poderia ser atraente para os seus respectivos parceiros.

No entanto, parece que eles se enganaram, pois, quando a questão foi revertida, os pesquisadores descobriram que quase a metade (45%) dos homens e mais de um quarto (26%) das mulheres, na realidade, se sentem atraídos por amigos (as) de seus parceiros e tentados a infidelidade.

Segundo o The Huffington Post, a melhor defesa para isso é uma boa vida sexual com o parceiro. As pessoas que estão extremamente satisfeitas sexualmente são muito menos propensas a trair o par com um amigo, enquanto 52% daquelas que estão insatisfeitas responderam que têm vontade de “pular a cerca”.

Viagens de negócios

De acordo com a pesquisa, uma viagem de negócios pode parecer divertida se você não viaja muito, mas muitas pessoas que viajam com frequência não passam necessariamente por stress absurdo e noites solitárias. A situação (muitas vezes inevitável) de conhecer alguém no avião, aeroporto, restaurante ou no hotel pode ser um contraponto agradável em relação à rotina de um trabalho cansativo.

Estar longe dos olhos da família, amigos e cônjuge pode fazer com que a traição ocorra com mais facilidade. Segundo os resultados da pesquisa, mais de um terço (36%) dos homens e 13% das mulheres disseram que cederam à tentação em uma viagem de negócios. O livro mostra que a vulnerabilidade à tentação durante viagens de negócios aumenta muito entre 6 a 9 anos de relacionamento.

O que surpreendeu os pesquisadores é que não importa quão felizes esses homens e mulheres estavam em seus relacionamentos ou mesmo quão satisfeitos eles estavam sexualmente em casa. Alguns entrevistados simplesmente não conseguem resistir a uma oportunidade sexual fácil de esconder (em outra cidade ou país).

Uma antiga paixão

O reencontro com uma antiga paixão pode ter efeitos arrebatadores, principalmente nas mulheres. De acordo com a pesquisa, quase um terço (32%) das mulheres que admitiram cair em tentação disseram que estavam com um antigo namorado, contra 21% dos homens. E a zona de perigo para que isso ocorra é de dois a cinco anos em um relacionamento sério, quando a taxa de infidelidade salta para 42%.

Sexualmente entediado

O tédio sexual foi a razão que 71% dos homens e 49% das mulheres infiéis deram para a infidelidade. Mesmo as pessoas entrevistadas que são muito felizes em seus relacionamentos admitiram que “curam” a monotonia sexual com outra pessoa.

Vingança por infidelidade do parceiro


Algumas pessoas que foram traídas acabam pagando na mesma moeda, traindo apenas por vingança. No entanto, essas são minoria, sendo apenas 9% dos homens e 14% das mulheres que disseram ter tido relações com alguém como vingança para a infidelidade do parceiro.

A pesquisa mostrou ainda que aquelas pessoas que dizem ter muita “energia sexual” ou que dão a desculpa de que não conseguem viver na monogamia também estão de forma atuante nas estatísticas. Esses foram os motivos de infidelidade de 46% dos homens e 19% das mulheres.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Hannah Arendt e o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto

Hannah Arendt
Dia 27 de janeiro é o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto e isso me trouxe à mente uma série de lembranças que gostaria de compartilhar aqui. 

Há muitos filmes tratando do tema do Holocausto. Há uns filmes que eu detesto, como, por exemplo, “A vida é bela”. A justificativa do filme não me convenceu. Não gosto de nada que me coloque fora da realidade, mesmo que sob a desculpa de um certo ludismo do universo infantil. Não gosto de filmes que turvam a realidade ao mesmo tempo que tratam da própria realidade. Valeria a pena, como exercício didático do que estou dizendo aqui, assistir ao genial “Trem da vida”, que transborda todas as qualidades que faltam ao filminho do italiano Roberto Benigni. Aliás, dizem que o filme do italiano é um plágio descarado, um verdadeiro roubo de roteiro adaptado desse fascinate filme francês “O trem da vida”.

Polêmicas à parte, ou melhor, talvez insistindo nelas, devo confessar que, embora veja muitas qualidades no filme de Spielberg - A Lista de Schindler – este também não me agradou por recorrer ao lugar-comum do “vilão alemão enlouquecido”. O tema do alemão louco que teria posto em prática o assassinato de mais de 6 milhões de judeus é uma imagem que já está impregnada em nossa psique pela recorrente utilização dessa caricatura em tantos filmes, séries, comédias, etc. Todavia, ao ler o impressionante “Origens do Totalitarismo” e o revelador “Eichmann em Jerusalém”, ambos da filósofa judia Hannah Arendt, precisamos certamente desconstruir os mitos que a propaganda mundial  fez-nos crer.

A ousada tese de Arendt nos dois livros é: “O fato de ter sido ou estar sendo vítima da injustiça e da crueldade não elimina a sua co-responsabilidade”. É! É isso mesmo o que você vai encontrar nos dois livros – a responsabilidade da vítima (no caso, o judeu) naquilo que fizeram contra ela. A crença do judeu num “anti-semitismo eterno” é um dos argumentos que Arendt expõe e que era compartilhado pelos judeus ao lado dos seus próprios algozes. O anti-semitismo foi encarnado como um destino inevitável pelo judeu, defende Arendt. Para ela, o próprio judeu dirigiu-se aos campos de concentração sob a forma de um cordeiro seguindo ao matadouro, porque acreditava nesse seu destino eterno. É a teoria do bode expiatório que, segundo a filósofa judia, “acentua a absoluta inocência das vítimas do terror moderno”. Por que os judeus e não outros? Tudo será justificado sobre as bases do anti-semitismo eterno. Este é o argumento usado tanto pelos algozes como pelos próprios judeus.


Em “Eichmann em Jerusalém”, além da denúncia de que os próprios judeus entregaram seus pares ao Holocausto e que eles, assumindo o papel histórico de bode expiatório, não se revoltaram contra os poucos guardas que empurravam milhares aos trens de carga, Hannah Arendt desmistifica também o mito do “alemão louco”, aquele ensandecido e fora de sua razão, o monstro germânico que engendrou o Holocausto para saciar o seu sadismo e mesquinhes. Esta imagem cai por terra. A filósofa judia olha para dois pontos fundamentais: primeiro, o homem que participou da máquina assassina que levou todo um povo à morte é um ser-humano normal, um simples operário do Estado, alguém que estava cumprindo ordens, um funcionário público – alguém que lançou sobre o Estado a sua responsabilidade pessoal de refletir e de sentir: a moral humana foi trocada pela moral do Estado. Aqui, quero explicitar a lição que aprendi ao deparar-me com isso que ela chama de a banalidade do mal: há uma esfera da existência humana em que Deus não permitiu – e nem permite – que nos “refugiemos” nEle – a esfera de nossa própria responsabilidade! Segundo ponto observado por Arendt em seu livro, desmitifica outra estupidez geral perpetrada pela mídia e livros de história: o Holocausto vendido como simplesmente um crime alemão! A observação de Hannah por todo o processo de julgamento de Eichmann expõe a verdade que levou ao veredito óbvio, populista, cheio de irregularidades e que findou por esconder os verdadeiros criminosos: o Holocausto foi um crime Europeu. Ninguém defendeu os judeus – nem a esquerda europeia! Todos os países da Europa “fecharam seus olhos” e enviaram à Alemanha e a outros campos criados pelos nazistas os seus próprios judeus. Todos participaram. Todos assassinaram. O criminoso “alemão louco” não ajuda em nada a causa judaica, apenas esconde o mal que habita dentro de toda raça humana. O “alemão louco” é uma caricatura, um mito, o vilão criado para que eu não tenha que assumir a minha culpa neste processo, mas fica o alerta: “cada crime precisa de um criminoso de carne e osso, do contrário negamos a responsabilidade humana”!

Enfim, são muitos temas surpreendentes levantados por Hannah em seus dois livros, contudo um tema também me instigou por revelar o que há por trás de “nossas boas ações”: os nazistas estavam sendo julgados porque assassinaram seres humanos ou porque destruíram uma cultura? Ora, os ciganos também foram devastados, mas não vemos tamanha comoção em relação a este grupo. Esta lógica macabra é a mesma que preserva culturas indígenas que assassinam crianças recém-nascidas em nome de alguma crença cultural e é também a mesma lógica que rege o aborto – a cultura feminista acima da dignidade da vida humana. Quando o ser humano é sacrificado no altar da cultura, então estamos diante de uma nova religião, de um novo deus e de uma terrível idolatria. Para Hannah Arendt, a comoção mundial ao Holocausto judeu se deve ao fato de terem destruído uma cultura milenar e não pala razão de terem assasinado seres humanos!

Cheguei até aqui apenas com a intenção de sugerir um filme sobre o Holocausto. Um filme sem caricaturas de alemães sádicos, mas com gente de carne e osso, assassinos de carne e osso, pessoas que entram dentro do Estado e se veem como uma peça do sistema burocrático amoral. O filme é “O menino do pijama listrado” - um filme poético e assombroso. Aqui, ao contrário de "A vida é bela" a inocência da infância não é perdoada diante do peso da realidade engendrada pelo mundo dos adultos.
   
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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

O que você pensa sobre a pornografia?

Mulher pedaço de carne
Quando julgamos as coisas, e temos realmente poder de fazê-lo, e o fazemos em todos os momentos, como resultado de escolhas necessárias à vida, fazemos esse julgamento baseado em premissas válidas ou não, mas sempre fazemos. Ora mais contundente, ora distantes, quase de modo dúbio, mas sempre manifestando simpatia, antipatia, ambição, ojeriza, cobiça ou desinteresse. É fácil afastar algo sem saber o que é ao mesmo tempo que é também fácil aderir a um comportamento esquecendo da gravidade real que ele consiste.

O corpo da mulher exerce fascínio natural e enebriante. Sem formosura alguma, somente os feromônios naturais e atitudes de chamamento e entrega são muitas vezes decisivos para que o homem possua sexualmente uma mulher. Com formosura, mais todo o complexo sistema líbido somados ao verniz cultural da moda, do luxo, e do fantástico faz-de-conta, temos a excelência do encontro que finalmente visa a cópula, o gozo e a reprodução sem a qual ninguém estaria aqui para dizer nada.

A pornografia nasce de uma deformação mais masculina de lidar com essas questões que se estende às mulheres com a mesma dominação criticada em outras áreas humanas em que o conflito de gêneros seja tão evidente e desastroso. O homem e a mulher que transam são os mesmos que riem, choram, se ajudam, pensam, sonham, inventam e artificializam a vida com o acréscimo de descobertas e conhecimento crescentes.

Porém homens e mulheres, que não resolveram questões que poderiam ser chamadas de tão primárias (não primitivas), passam a usar e necessitar de uma muleta cultural que encontrou terra fértil em uma necessidade artificial e se esforçam em justificar essa prática, justificação alienada de toda uma realidade universal.

Vi um homem no Paquistão desposar uma esposa com o rosto desfigurado com ácido pelo seu primeiro marido (o Corão permite facilmente que um marido rejeite sua esposa e que, em algumas culturas, ele se vingue dela, marcando-a desgraçadamente para sempre). Casada com esse novo marido, amada por ele, um homem justo, já tem ela dois filhos. Enquanto simpáticos à pornografia criam e necessitam de personagens irreais para praticarem sexo, a realidade de pessoas reais nega exatamente isso que parece se colocar como verdade.

Homens e mulheres precisam aprender sobre o outro, ver fisicamente o outro sem ocultação, mas a pornografia vai além da beleza feminina, vai além da realidade, mesmo que seu discurso aparente seja exatamente de destruir a hipocrisia social e puritana com relação ao sexo. Não se trata de julgamento puritano, na pornografia o grau de alienação é bem maior do que o da criticada moral social. Trata-se de um mundo irreal com apelos irreais, sentimentos irreais. Modelos que não tem uma visão real de si mesmas, geralmente se veem muito mais atraentes do que são. A pornografia não liberta a mulher, embora ela consiga a cobiça masculina, algo tão fácil e natural para o homem, embora aparentemente essa mulher tenha participação igualitária à masculina, há de ser muito ingênuo para negar o óbvio: se a mulher é escrava dos valores masculinos em qualquer sociedade falsamente puritana ou legalista religiosa, essa mesma mulher é objeto e escrava de pensamentos, valores, e práticas masculinas no universo da pornografia.

Vi nos últimos dias mais de quatrocentas fotos entre sensuais, eróticas e pornográficas (como sou fotógrafo e com formação para cinema) pude imaginar a direção em cada uma delas, o cachê pago, de que classe social e etnia cada mulher pertencia, idade, escolaridade, saúde proporcionada pela sociedade em que cresceu, etc. A variação imaginada é bem pequena. O mesmo tipo de puta que atende a fantasia masculina é correspondente ao tipo de físico de mulher no trabalho ou no casamento.

Desse modo a pornografia não promove nenhuma revolução de valores, antes solidifica a injustiça e desperta nos homens na sociedade incapazes de entender, equacionar e equilibrar suas frustrações sexuais, de vez ou outra atacarem as mulheres que fisicamente correspondam as de suas fantasias eróticas.

Na Índia, há hoje na capital, cem estupros por dia, no Brasil, dos que se sabem (aqui e lá) vinte por dia. A capital da África do Sul, Pretória, é a capital do estupro mundial.

Sentimento e vontade. Ser favorável à pornografia, dizem, pode significar ser livre, conduzido pelos sentimentos mais primitivos, ser livre das falsas imposições sociais hipócritas (concordo sobre os hipócritas). Eu gosto muito de mulheres, de imaginá-las e vê-las todas nuas, sem pudor e vergonha alguma, de preferência eternamente jovens, lindas e perfeitas. Todo homem biologicamente sadio se sente assim. É inegável. Mas a minha razão não pode concordar com essa possibilidade. Logo, o meu sentimento não pode prevalecer sobre a minha razão e isso não é inibir algo legítimo, mas, legitimamente, inibir algo injusto. Logo, a verdadeira liberdade é justamente auto frear por questões razoáveis o que seria um desastre.

Vivemos em uma época que parece sábio destruir os limites antigos. Vale tudo: mulher com mulher, homem com homem, homens com crianças, mulheres com meninos, mulheres com animais, etc. E isso não tem nada de rancor puritano religioso. Um servente escolar abusava de um menino de oito anos há pelo menos seis anos em uma escola pública. Um pai abusava de seu próprio filho e mais um adotivo de idade próxima por mais de quatro anos. Vazão a sentimentos, sejam quais forem, como prova de liberdade é uma falácia.

Gosto muito de colocar à prova questões localizadas, ocidentais tomadas como único parâmetro. A decadente Europa é tomada com seus pensadores como modelo de refinamento esquecidos os mais diversos níveis de organização social e de elaboração do pensamento humano em outras regiões e grupos humanos no mundo. Há de fato coisas estranhas e diversas em todas as sociedades, mas em todas, das consideradas primitivas às "avançadas", o que não se prova producente é sempre descartado socialmente.

O que se construiu no Ocidente com valor de avançado, de modelo revolucionário, é muitas vezes patético, bizarro e destrutivo.

Não julgo a ninguém, mas quando a possibilidade de prejuízo social se materializa como possibilidade real é dever de cada um se manifestar tomando uma posição.

Helvecio Santos, responsável pelo Blog O Pregador

Leia também o artigo do Casal 20 sobre o mesmo tema:

A crise da fêmea - Cantares de Salomão (VI)

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Sentir alto - Cantares alheios (XIX)



Descobri, sou o tipo de pessoa que sente alto.
E quando eu digo alto, quero dizer na flor da pele. 
Você facilmente se assustaria se me observasse.
Desculpe, pode parecer indelicadeza minha.
Mas não suporto choro engasgado, as lágrimas costumam fluir naturalmente, como o curso de um rio qualquer.
Seria indelicadeza minha me emocionar com uma música que fala de um amor verdadeiro?
Ou brincar com uma criança desconhecida, sorrir, sem medo de sorrir?
Ou simplesmente sorrir porque o céu está lindo mesmo depois da chuva molhar meu cabelo e maquiagem?
Mas por algum motivo eu amo em silêncio.
Amo abaixando os olhos.
Amo com sorriso canto de boca.
Amo não dizendo que amo.
Por que eu não amo alto? Porque a gente ainda não sabe.
Porque ninguém pegou a caneta e começou escrever nossa história.
Mas um dia vou te amar alto, e quando isso acontecer quem terá pego a caneta é o Criador.

(Autora: Agnes Priscila)


Após ler este maravilhoso texto da Agnes, veio-me à mente a lembrança de uma antiga música italiana da Rita Pavone: Fortissimo. Deixo-a aqui (legendada). Assista ao vídeo pelo menos na qualidade 360, porque as imagens são lindíssimas - você pode alterar a qualidade na barra do vídeo do youtube.

sábado, 12 de janeiro de 2013

Casal 20 curtindo férias!


Curtindo as férias aqui em Caldas Novas! 

Ano passado, tivemos o privilégio de assistir a exposição dos capítulos 1 ao 8 da carta de Paulo aos Romanos feita pelo Rev. Augustus Nicodemus da IPB. Este ano, retornamos para assistir a exposição dos capítulos seguintes desta maravilhosa carta missionária. Foram dias maravilhosos nos quais visitamos diariamente o Palavra da Vida para sermos alimentados nestas férias, enquanto também estávamos juntos às nossas famílias que vieram à cidade ficar conosco. Agradeçemos a Deus por este refrigério! 

Nestas visitas que fazíamos ao Palavra da Vida, tivemos o privilégio de participar da Noite Missionária em que oramos pelos Estados Unidos da América ao lado de muitos irmãos de tantas denominações evangélicas diferentes que estavam hospedados ou, assim como nós, apenas visitando o local. Nesta noite encantadora, tivemos até um pequeno show com a presença imperdível do Elvis Presley (rs), tudo isso enquanto apreciávamos um delicioso jantar americano com "t-bone steak" e molho barbecue (entre as sobremesas, deliciosos brownies). 

Lembramos, durante este jantar, de vários missionários americanos que deixaram sua terra e suas famílias para que tivéssemos o Evangelho aqui no Brasil. Muitas organizações paraeclesiásticas norte-americanas também foram lembradas e que, até hoje, ainda abençoam nossa nação com o trabalho de evangelismo, educação e ação social que realizam entre nós! Evidentemente, lembramos também do primeiro missionário estadunidense presbiteriano no Brasil, o Rev. Ashbel Green Simonton, que chegou ao Brasil em 1859. God bless America! Abraços sempre afetuosos desta família que ainda está curtindo o descanso oferecido por Deus - amazing grace!
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