Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte, e duro como a sepultura o ciúme; as suas brasas são brasas de fogo, com veementes labaredas. As muitas águas não podem apagar este amor, nem os rios afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens de sua casa pelo amor, certamente o desprezariam (Ct 8: 6-7; Fiel).

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Soneto da foto (poema para minha filha Ana Lissa)


Que susto, minha menina, deste neste teu pai!
Não avisaste que, de repente, da noite pro dia,
entre uma flor e outra que com o vento se vai,
eu quase que já nem te reconheceria mais...

Que lume de lua cheia, filha, é esse em teu rosto?
Que estrelas, Ana Lissa, são essas em teu olhar?
- “Volta rápido para dentro de casa de novo,
criança, que o portão de grade já vai fechar”!

Seria possível adiar a chegada daquele dia?
Reter tua infância, minha meiga menininha,
que já te escapa pela cintura da ampulheta?

Preso na foto, está teu futuro revelado,
um tempo que até ontem nem existia:
a linda mulher que em ti já se anuncia!


Fábio Ribas

3 comentários:

Mariani Lima disse...

Esses seus poemas e homenagem para tuas filhas me deixam muito emocionada. Ainda quando escuto "Isn't she lovely" lembro de um vídeo que vc fez para elas. De fato é maravilhoso e difícil ver crescer e a sua menina está de fato se tornando uma mocinha muito bela. Parece mais com a mãe que contigo ou é a foto? Parece que a menor tem seus traços. Lindo poema. Abraços em todos.

Cida Kuntze disse...

Que lindo e difícil ao mesmo tempo ver nossas jóias preciosas crescendo.
Não tem como retardar o tempo que voa...
Como ela é linda.
Parabéns pelas belíssimas filhas, que o Senhor abençoe toda a sua família.
Abraços.

Casal 20 disse...

Obrigado, queridas! É bom vê-las por aqui. Abraços sempre afetuosos. Fábio.

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