Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte, e duro como a sepultura o ciúme; as suas brasas são brasas de fogo, com veementes labaredas. As muitas águas não podem apagar este amor, nem os rios afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens de sua casa pelo amor, certamente o desprezariam (Ct 8: 6-7; Fiel).

sexta-feira, 6 de julho de 2012

30 anos da Missão ALEM! (E "Casal 20 saindo de férias"!)

Queridos amigos, estamos de férias! Mas, como os que nos acompanham há mais tempo já sabem, nossas férias são sempre tão intensas, que precisamos nos desligar do Blog. Entre muitas coisas nas quais estaremos envolvidos, por exemplo, precisamos nos preparar para um Congresso, Uma Conferência e até um casamento! Enfim, férias para nós é sempre sinônimo de trabalho triplicado. Contudo, ainda que ausentes daqui de casa, podem ficar à vontade e passear pelo blog, ler os artigos comentar, que, dentro do possível, estaremos publicando seus comentários. Se Deus quiser, estaremos retornando às atividades normais por volta do dia 10 de agosto! Sei que podemos contar com suas orações. Abraços sempre muito afetuosos. Casal 20! 
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"A ALEM no Cenário Evangélico Brasileiro"

O alvo da Associação Lingüística Evangélica Missionária – ALEM é glorificar a Deus através de seu ministério de tradução das Escrituras, da implantação de igrejas nas áreas onde atua e do treinamento de obreiros. A ALEM foi fundada em 1982 e, nesses seus 26 anos de existência, tem contribuído significativamente com o movimento missionário evangélico no Brasil. Neste folheto, mostramos quem somos e o que temos realizado para a glória de Deus.
 
A partir de 1991, membros da ALEM, com apoio financeiro da SIL – Sociedade Internacional de Lingüística, incentivaram e colaboraram nas reuniões de fundação do Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas (Conplei), que se concretizou extra-oficialmente em 1993. Atualmente, as assembléias do Conplei mobilizam mais de mil indígenas, provenientes de dezenas de diferentes etnias, até mesmo do exterior. Também congrega dezenas de não indígenas, oriundos de diferentes denominações e de diversas organizações missionárias, nacionais e internacionais.
 

Em 1983, a ALEM começou a dirigir o Curso de Lingüística e Missiologia (CLM), antigo Curso de Metodologia Lingüística (CML) organizado oficialmente pela SIL em 1973. Missionários e candidatos a missões de diversas organizações missionárias estudaram no CLM. Entre essas instituições encontram-se: Missão Antioquia; Missão Kairós; Junta Administrativa de Missões (JAMI), da Convenção Batista Nacional (CBN); Junta de Missões, da Convenção Batista Brasileira (CBB); Agência Presbiteriana de Missões Transculturais (APMT), da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB); Missão AMEM; Projeto Amanajé; AMIDE; Missão Horizontes; União das Igrejas Evangélicas da América do Sul (UNIEDAS); Missão Evangélica da Amazônia (MEVA); Missão Evangélica Índios do Brasil (MEIB) e SIL. O total de alunos chega quase a sete centenas.
 

Por mérito de Deus, pelo esforço de diversas instituições de ensino, por dedicação própria e pela relevância de seus ministérios, alguns ex-alunos do CLM tornaram-se conhecidos no cenário evangélico, entre os quais: Bráulia Ribeiro (JOCUM), Márcia e Edson Suzuki (ATINI e JOCUM), Ronaldo Lidório (Projeto Amanajé, AMEM), entre outros. Países de origem dos alunos do CLM O CLM tem recebido alunos principalmente do Brasil. Porém há estudantes que procedem de outros países, como: Japão, Coréia do Sul, Nova Zelândia, México, Costa Rica, Peru, Alemanha, Bolívia, Venezuela, Inglaterra, Estados Unidos, Argentina, Angola e Guiné Bissau. Para 2010, há um candidato da Finlândia.
 

Entre seus objetivos, o CLM visa preparar pessoas para pesquisa e trabalho de campo entre povos minoritários ao redor do planeta. Nada mais natural que representantes dessas comunidades também cursassem o CLM. Assim, alguns membros de povos indígenas brasileiros, em oportunidades diferentes, fizeram o CLM. Os povos representados são: Makuxi, Tikuna, Tukano, Terena e Xikrin-Kayapó.
 

O CLM é um curso aberto a todas as pessoas que têm interesse em pesquisa e trabalho de campo entre as diferentes etnias ao redor do mundo. Assim, alunos universitários de graduação, mestrado e doutorado já fizeram esse curso. Alguns desses estudantes se tornaram docentes em instituições acadêmicas, como: Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Universidade Católica de Brasília (UCB), Universidade Estadual do Amazonas (UEM), UniCeub e Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS).
 

Diversas instituições evangélicas possuem seus próprios cursos de preparo para missões transculturais e algumas delas já solicitaram docentes da ALEM-CLM. Entre essas organizações, temos: Missão Antioquia, Missão Kairós, JAMI, JUVEP (João Pessoa), Instituto Bíblico do Norte (IBN-Garanhuns), Junta Batista Brasileira, Seminário Pentecostal do Recife, Palavra da Vida do Pará, Centro Evangélico de Missões (CEM-Viçosa), Seminário Presbiteriano do Centro-Oeste (Goiânia), APMT, ALUMI (São Paulo) e Centro de Entrenamento Missionero (Bolívia).
 

A ALEM desenvolve projetos de Tradução, Educação Intercultural e/ ou Desenvolvimento Auto-Sustentável entre diversos povos no Brasil, entre os quais: Dâw, Tukano, Arara, Assurini, Parakanã, Aikaná, Yanomami, Yuhup, Kaiwá, Tembé, Guajajara e Nambikwara. Há também projetos na Índia e Guiné Bissau, África (povo Mansonka).

Na realização de suas atividades, a ALEM mantém convênio ou acordos, formais e/ou informais, com outras instituições, tais como: Missão Antioquia, JAMI, APMT, Asas de Socorro, SIL-Wycliffe e Missão Kaiwá.
 

Todos os missionários da ALEM possuem, no mínimo o ensino médio, e têm formação nas áreas bíblica e teológica. A maioria tem graduação nas áreas de Letras, Pedagogia, Ciências Sociais, História, Agronomia, Enfermagem, Teologia, Medicina; dentre esses, alguns possuem pós-gradução, nas áreas de Linguística, Antropologia, Pedagogia, Psicopedagogia, História, Teologia e Missiologia.
 

A ALEM possui seu próprio periódico, intitulado de “ALEM em Notícias”, contendo notícias e artigos de seus missionários. Por outro lado, alguns membros da ALEM têm publicado artigos em diversos periódicos evangélicos (não estão citados aqui os trabalhos acadêmicos), entre os quais:
  • revista “Ultimato”: Pr. Rinaldo de Mattos, Isaac Souza, Pr. Norval Silva, Pr. José Carlos Alcântara da Silva e Elias Assis;
  • “Mensagem da Cruz”: Norval Silva (Editora Betânia);
  • revista “World Evangelization”: Isaac Souza (Lausanne Committee for World Evangelization, março de 1994);
  • revista “Iglesia y Misión”: Isaac Souza (Kairos Ediciones, editor: René Padilha);
  • “Jornal Missionário”: Isaac Souza (JAMI); jornal “Transformação: Isaac Souza (Visão Mundial);
  • revista “Visão Missionária”: Dalva Del Vigna (SEMAP, Assembléia de Deus);
  • livro “Indígenas do Brasil: avaliando a missão da igreja”: Pr. Rinaldo de Mattos, Pr. Norval Silva e Pr. José Carlos Alcântara da Silva (Editora Ultimato, Ronaldo Lidório(Org.));
  • revista “Povos”: Pr. José Carlos Alcântara da Silva;
  • revista “A Bíblia no Brasil”, da Sociedade Bíblica do Brasil: Pr. José Carlos Alcântara da Silva;
  • livro “De Todas as Tribos”: Isaac Souza, com um artigo de Norval Silva (Editora Ultimato, 1996). Este livro foi traduzido para o espanhol pelo COMIMEX (COMIBAM do México);
  • livro “Indígenas do Brasil II”: diversos autores, entre eles Pr. Norval Silva e Isaac Souza (Editora Ultimato, Ronaldo Lidório e Isaac Souza (Orgs) – no prelo).

Muitos dos artigos publicados pelos membros da ALEM foram pioneiros na maneira como abordaram a questão missionária indígena. O livro “De Todas as Tribos” foi o primeiro a tratar a problemática de missões indígenas de uma perspectiva crítica em termos das acusações feitas contra os missionários.
 

Quando missionários da ALEM iniciaram trabalhos entre uma etnia da Amazônia, esse povo não possuía terra onde morar. Viviam mendigando nas ruas de São Gabriel da Cachoeira, pois muitos membros da comunidade eram viciados em bebida destilada, incluindo cachaça, álcool farmacêutico, desodorante etc. O índice de mortalidade infantil era alarmante. Com o auxílio de uma Igreja Presbiteriana em Brasília, os missionários compraram um espaço territorial onde o povo passou a habitar, adquiriram um barco através do qual implementaram um projeto de desenvolvimento auto-sustentável de coleta e venda de piaçaba. Os missionários atuaram na área de saúde, elaboraram um alfabeto para a língua indígena, produziram material de alfabetização e de leitura, iniciaram educação escolar e, com a participação de outros missionários da ALEM que ingressaram posteriormente no projeto, traduziram porções do Novo Testamento e iniciaram uma igreja. Por conta disso, a taxa de natalidade voltou ao normal, a mendicância desapareceu, a embriaguês praticamente acabou, muitos foram alfabetizados e vários entre eles se converteram. Os membros desse povo dispensaram o termo pejorativo pelo qual eram conhecidos, Kamã (significando “capotado” de tanto estar embriagado), e adotaram um outro que refletia mais sua dignidade humana, Dâw (com sentido de “gente”). Esse povo era até mesmo discriminado por outras comunidades indígenas e era explorado por elas como mão-de-obra barata. Um dia, um casal pertencente a uma dessas comunidades foi passar um feriado entre os Dâw. Antes de deixar a área, o homem perguntou ao missionário que os havia levado para lá: “A festa Dâw é sempre assim? Eles não ficam bêbados, não se batem e nem se matam?” O missionário respondeu que sempre era assim: sem álcool, sem briga e sem morte. O indígena exclamou: “os Kamã (capotados, bêbados) somos nós!” Aí pediu que o missionário desse ao seu povo o mesmo remédio que fora dado aos Dâw para que também mudassem de vida. Até mesmo os mais críticos opositores reconhecem o valor da presença missionária entre a etnia indígena Dâw. Deus seja louvado!

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Blog Julio Severo - SEXO E OS BLOGS (XVI)

Nas próximas postagens (uma por dia), queremos prestar uma homenagem aos blogs que o Casal 20 lê, publicando posts em que esses blogs abordaram o tema da sexualidade. Boa leitura!

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A iniquidade da pornografia homossexual infantil

Exclusivo: Bradlee Dean faz a cobertura da prisão de ativista de São Francisco em posse de fotografias chocantes

Bradlee Dean
Primeiro foi Harry Hay, um ativista homossexual radical e membro de longa data do Partido Comunista dos EUA, anunciado como o ícone da Associação Norte-Americana de Amor entre Homens e Meninos (NAMBLA, na sigla em inglês), cujo lema era “sexo antes dos 8 é tarde demais” nas marchas de orgulho gay.
Depois veio Harvey Milk, o primeiro homossexual assumido a ser eleito para um cargo público na Califórnia, cujo amante era um rapaz de 16 anos, Jack McKinley, que estava procurando uma figura paterna, e que mais tarde cometeu suicídio. A respeito de Harvey, foi dito no livro “The Mayor of Castro Street” (O Prefeito de Castro Street) que seu objetivo era se aproveitar de “jovens largados e viciados”.
Larry Brinken: tarado gay de crianças de 1 ano de idade
Agora, outro ícone do ativismo homossexual, Larry Brinken, manifestou abertamente sua perversão. Ele foi preso na Califórnia em 22 de junho por portar um assustador material de pornografia infantil, considerado infração criminal. Brinken teve um cargo permanente durante 22 anos na Comissão de Direitos Humanos, e o Conselho de Supervisores de São Francisco chegou a declarar a semana de 1º de fevereiro de 2010 como a "semana Larry Brinken”. Um mandado de busca emitido pela Polícia de São Francisco revelou que Brinken possuia imagens pornográficas, algumas das quais mostravam crianças de até 1, 2 e 3 anos de idade sendo sodomizadas e fazendo sexo oral em homens adultos.
A polícia de Los Angeles rastreou o endereço IP associado à conta Zack3737@aol.com e chegou até Brinken, que reside em São Francisco. A polícia falou sobre algumas mensagens de e-mail em que Brinken fazia descrições perturbadoras da exploração sexual de meninos e meninas. (Foi relatado pelo capitão William Riddle da Polícia de Los Angeles que “30.000 crianças abusadas sexualmente em Los Angeles foram vítimas de homossexuais”.)
Por exemplo, a polícia afirma que Zack3737 (Brinken) fazia comentários explícitos sobre as fotos de sexo inter-racial entre adultos e crianças. Os comentários incluíam “O que mais amei foi o n**ro de 2 anos sendo furado. Espero que você continue para que eu veja o que a p**a loirinha vai ganhar. Força Branca! Supremacia Branca! Viva os p***os brancos!”
Escandalosamente, os blogueiros homossexuais radicais defenderam os crimes de Brinken. (Considerando o recente escândalo sexual de Sandusky, os mesmos blogueiros lutaram contra o judiciário para justificar seu estilo de vida, e em lugar nenhum você os vê condenando Jerry Sandusky, mesmo depois de ter sido condenado em 45 acusações, sendo descoberto inclusive que seu próprio filho adotivo foi vítima dos seus crimes sexuais.)
As notícias dos horríveis crimes de pornografia infantil de Brinken surgem logo após a conclusão da “Semana do Orgulho”, mais uma vez tirando a máscara da agenda homossexual radical, mostrando quem são, o que são e quais são os seus verdadeiros alvos, mostrando quem realmente está sob ataque. Eles tentam condenar o Manifesto Homossexual, escrito por Michael Swift em 1987, como uma sátira, quando na verdade sempre que são descobertos por seus crimes contra a natureza, pode-se ver a realização do Manifesto Homossexual.
Se os americanos estudassem história, apenas então entenderiam por que Deus afirma que a sodomia é uma abominação (Romanos 1:24, 1 Coríntios 6:9-10, 1 Timóteo 1:9: Judite 1:7). Se se apenas déssemos atenção à Palavra de Deus e guardássemos Seus mandamentos, não teríamos que ler nos jornais sobre os terríveis crimes cometidos contra as nossas crianças, somente para descobrir que Deus estava certo desde sempre. Uma breve história dos EUA: As leis contra a sodomia estavam intactas em todos os estados até 1961, e a Associação Americana de Psiquiatria considerava o homossexualismo um distúrbio mental até 1973.
Embora haja alguns americanos que simpatizem com as dificuldades dos “pobres” homossexuais radicais que atacam qualquer um que se opõe a eles pelos seus crimes contra a natureza, estou ocupado defendendo uma nova geração de tipos como Kevin Jennings, que escreveu o prefácio de um livro intitulado “Queerifying Elementary Education” (“‘Afrescalhando’ a Educação Básica”), a Associação Nacional de Educação, que tem convenções “LGBT” e “drag queen” para professores, e os Dan Savages do meio homossexual radical, que intimidaram estudantes do ensino médio e atacaram a Bíblia em uma conferência jornalística.
Enquanto isso, temos o deputado Jared Polis e o senador Al Franken (sobrou para Minnesota) tentando transformar em criminoso qualquer um que se oponha ao estilo de vida homossexual por meio da Lei Anti-discriminação Estudantil, que busca criminalizar a discriminação contra estudantes LGBT. A lei, em essência, afirma que qualquer um que obedecer às leis da nossa república é um criminoso por falar contra aqueles que estão tentando derrubá-la. Quem está cometendo os crimes, deputado Polis? Zelar pelas leis não é intimidação.
Saiba mais sobre esse legislador em meu vídeo: “The Backwards Jared Polis”:
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: “The iniquity of homosexual child porn”.
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