Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte, e duro como a sepultura o ciúme; as suas brasas são brasas de fogo, com veementes labaredas. As muitas águas não podem apagar este amor, nem os rios afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens de sua casa pelo amor, certamente o desprezariam (Ct 8: 6-7; Fiel).

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Blog do Samuel - SEXO E OS BLOGS (IV)

Nas próximas postagens (uma por dia), queremos prestar uma homenagem aos blogs que o Casal 20 lê, publicando posts em que esses blogs abordaram o tema da sexualidade. Boa leitura!

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A intimidade assusta. Por isso ninguém quer intimidade com ninguém. E não estou falando de sexo, por favor! Estou falando de intimidade (e ponto). Intimidade sexual é outra coisa (que poucos têm). Têm sexo, mas não têm intimidade; por isso tem tanta gente insatisfeita, mesmo transando tanto...

Hoje falo de intimidade. Imprescindível aos bons relacionamentos, às amizades duradouras, às caminhadas permanentes. Quando nos permitimos viver com intimidade em relação a quem amamos, então vamos mais longe. Casamentos acabam por falta de intimidade, não por falta de sexo. Amizades se desfazem por falta de intimidade, não por falta do que falar, e igrejas se tornam frias e se dividem por falta de intimidade, não por falta de liturgias e ritos religiosos.

A intimidade é fundamental para qualquer relacionamento. Um casamento cheio de intimidade é outro casamento! Ele enfrenta o que vier pela frente e não se desfaz, porque há intimidade. O mesmo acontece com igrejas cheias de intimidade e com amigos íntimos.
Só assim aprendemos de fato a chorar com os que choram e a nos alegrar com os que se alegram (Rm. 12:15). A intimidade me faz desvendar o coração e entender que serei aceito e amado, não por uma presumida e aparente perfeição, mas por ser quem sou. Curiosamente eu me identifico mais com aqueles que têm defeitos semelhantes aos meus, do que com os que têm as minhas virtudes.

Nessa caminhada tenho aprendido que Deus é a favor da intimidade. Ele mesmo me diz: “A intimidade do Senhor é para os que o temem, aos quais ele dará a conhecer a sua aliança.” (Salmos 25:14). E mais: “...porque o Senhor abomina o perverso, mas aos retos trata com intimidade." (Provérbios 3:22).

Esse modo de viver atrai pra junto de mim quem não suporta mais a superficialidade dos relacionamentos descartáveis e modernos. Por outro lado, também me sinto atraído por quem vive sem máscaras, diz o que pensa (educadamente, por favor) e não tem medo da autenticidade, não receia declarar o poema de sua autoria, nem teme mostrar a todos o quadro que acabou de pintar, nem ainda teme cantar e tocar à platéia de amigos a última música que compôs. Só quem tem muita coragem faz isso. Só quem tem muita coragem revela quem é. Só quem não tem medo da intimidade age assim...

A intimidade me expõe e revela quem sou. É verdade que ela machuca às vezes, quando ingenuamente me entrego a quem não é íntimo, e muito menos quer intimidade. Mas ela sempre me abençoa quando encontro gente cansada da velha e superficial religião, quando encontro os que só querem a Jesus.

Com estes eu me esbaldo, torno-me íntimo. Meus melhores amigos são assim. Eles confessam uns aos outros os seus pecados (a quem se ofendeu, claro), e são perdoados. São cheios de amor (e de defeitos), mas não abrem mão da intimidade que vem da cruz.

Quer viver uma vida cinza e enfadonha? Fique certo, você consegue. É só manter as aparências e viver distante de tudo e de todos.

Mas se quiser viver a “vida abundante”, então prepare o coração para andar com Aquele que não escondeu nada de você, antes se abriu, se deu por completo. Quem anda de perto com Jesus sabe o que é intimidade.

Esse sim é o caminho para uma vida que vale a pena ser vivida.

E então? Quer andar comigo?

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Blog Gândavos (Carlos Lopes) - SEXO E OS BLOGS (III)

Nas próximas postagens (uma por dia), queremos prestar uma homenagem aos blogs que o Casal 20 lê, publicando posts em que esses blogs abordaram o tema da sexualidade. Boa leitura!

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Cinema paradiso - Autor: Carlos Lopes

             Naquela tarde atendi o telefone e uma voz conhecida do outro lado da linha disse: ¨Eu acabo de ver você!¨ Respondi o óbvio: ¨Eu!¨ E não havia muito a discutir. Saí do trabalho e me encontrei com uma velha amiga na porta do cinema do Shopping Recife. Lá, de olhos vedados, fui conduzido ao interior da sala de exibição.
             E naquele fim de tarde conheci Totó, o coroinha do filme Cinema Paradiso, um habitante de um vilarejo no interior da Itália nos anos que antecederam a chegada da televisão. Mas fiquei emocionado mesmo com o ator Philippe Noiret, ou mais precisamente com o seu personagem Alfredo. Não pelo seu enorme coração e sim pela sua dedicada vida a profissão de projecionista de cinema.
            Tal Alfredo, passei parte da minha vida enfurnado numa minúscula cabine de projeção de filmes. De início, acostado num projecionista hábil, mas que abusava nos goles da branquinha. E nos abusos do vício de Beto, aprendi o ofício, e aos doze anos de idade era o projecionista do único cinema do lugar. E nessa profissão, amigo, não nego não, eu era muito bom.
            Ser um projecionista naquela pequena cidade, ia além da projeção em si do filme, também ser cioso, evitando algazarras da garotada na ¨Idade do Aborrecer.¨ Algumas precauções se faziam pertinentes, tais como: cortar o som da película ou evitar o vôo do Condor na abertura das películas da produtora. Soldados em marcha, nem pensar! Afinal, o sossego de uma noite de apurado dependia de atentar-se ao primeiro ¨bater de pé,¨ senão, virava um ato sincronizado. 
            Ser um projecionista, lá em Iracema, ia além de ecoar musicas nas tardes através de uma difusora amplificada e instalada na esquina do prédio, ou também, anunciar o filme em carro de som volante pelas ruas do lugar.  Também era não postergar, semanalmente, ir ao Recife devolver e receber o filme da vez. Lá, o Edifício Alfredo Fernandes abrigava a Columbia, Paramount, Universal, Pelmex, Condor, 20th Century Fox, entre outras. Aliás, era a tarefa mais árdua dos dez anos em que meu pai foi dono do cinema. Descíamos ao nível do mar em ônibus, geralmente em pé, a conversar com o motorista. E o pior, só havia duas empresas que atendia o trajeto, sendo a Realeza a única a aceitar o transporte de películas. Porém, ¨quebrava¨ com freqüência, ocasiões em que os passageiros  seguiam seus rumos enquanto esperei, tantas vezes, o socorro mecânico vindo de Arcoverde, local de origem da empresa.
             Ser um projecionista era também renunciar aos costumeiros flertes e namoros na praça após a celebração da missa das sete. Enquanto a praça enchia-se de gente eu tinha de me recolher à solidão numa cabine de teto baixo, e ensimesmo espreitava através de uma pequena abertura o mesmo filme por dias seguidos. E naquela solidão, vi o mundo evoluir, seja com as informações do Canal 100, seja com a chegada de filmes diferenciados, tais como: Love Story, A História de Adeli H, e, sobretudo, ¨Houve uma vez um verão.¨ A partir deste filme, a curiosidade pelo sexo foi despertada nos jovens da minha geração, lá em Iracema. Naqueles meados dos anos setenta, algo havia mudado nas nossas mentes e nos nossos corpos. Enfim, além dos aspectos biológicos e suas modificações visíveis, havia  uns tantos outros questionamentos em relação ao nosso mundo. A gente não era mais a gente! Havia ânsia pelo novo e me sentia atraído pela realidade orgânica do consumo e dos prazeres.
             E naquela sociedade fechada onde até um filme educativo foi trancafiado numa cela de prisão resolvi montar meu próprio filme de sexo. Afinal, meu pai não se atrevia a estabelecer censuras leves tipo 18 anos. Ao ¨revisar¨ os filmes, subtraia da película beijos ou cenas ousadas. Aos poucos tinha em mãos um filme, digamos, erótico e atraente aos ânimos da molecada da minha idade. Das minhas tesouradas não escapou Vera Fischer, Giuliano Gemma, Marcello Mastroianni, entre outros. Lembro que, um dia, não tendo fundos para manutenção do time de várzea, exibi o tal filme erótico num povoado de nome Sítio dos Nunes. Casa cheia! E se quer saber do paradeiro do tal filme? Sei lá, um dia, por motivo não lembrado doei a um senhor de nome João.
             E, voltemos a Cecília, lá na Itália. Tal o garoto apelidado de Totó ou Salvatore di Vita, já diretor renomado de cinema em Roma e que foi surpreendido com a notícia da morte de Alfredo, o do filme Cinema Paradiso, lembra? Eu também nunca havia me recuperado da perda frustrada do amor da minha adolescência. É fato que naquela tarde quando a minha amiga me convidou a assistir um filme, vi naquela oportunidade a possibilidade de reverter a perda da minha amada. E após assistirmos o filme, nos deslumbramentos de felicidade daquela noite, perdoei suas traições ocorridas naquelas noites em que projetava filmes. E ali, na saída do cinema olhei para Anita com olhar de nostalgia e a pedi em casamento. Das suas mãos recebi um saco de pipocas e, também, um sorriso de quem a muito tempo esperava para se atirar nos meus braços.  
Autor: Carlos Lopes - Olinda/PE
P.s. Neste texto a ficção apenas encosta na realidade

terça-feira, 29 de maio de 2012

Blog da Norma Braga - SEXO E OS BLOGS (II)

  Nas próximas postagens (uma por dia), queremos prestar uma homenagem aos blogs que o Casal 20 lê, publicando posts em que esses blogs abordaram o tema da sexualidade. Boa leitura!

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Reflexão óbvia sobre os palavrões

Sempre tive uma certa simpatia para com palavrões, confesso. Inspirava-me não só na óbvia associação de seu uso a um espírito de espontaneidade e rebeldia, mas nos ditames de minha formação lingüística e literária, segundo a qual "todas as palavras são boas e utilizáveis". Tinha como certo que um profissional da palavra deveria se manter isento de melindres para com o principal instrumento de seu métier. Porém, como qualquer pessoa civilizada e também ciente da noção de registro – a adequação da linguagem a cada situação – , sempre os evitei em público, recorrendo a eles quando sozinha ou com amigos mais próximos. Mantive assim a boca razoavelmente "suja" sem questionamentos até que me converti, aos 24 anos. Perdi quase todos os meus amigos não-cristãos, que de modo natural começaram a se afastar, e por força do meio decidi suprimir todas as palavras feias de uma vez só, desde as mais simples às mais cabeludas. No que fui bem-sucedida.

Um dia, surpreendi-me comigo mesma quando, conversando com uma irmã após o culto, ouvi-a dizer m**** em meio a um discurso irritado. Não deixei que ela percebesse, mas aquele palavrão provocou em mim uma reação tão forte que não hesitei em classificá-lo como um nada previsível escândalo. Veio então o escândalo do escândalo: horrorizada por ter ficado tão escandalizada com um simples m****, resolvi, dali em diante, revogar a decisão anterior. Recomecei a dizer palavrões normalmente, não com a mesma freqüência que no período pré-conversão, mas com regularidade quando sozinha e em companhia de cristãos tão "descolados" quanto eu.

Depois de algum tempo, porém, comecei a me sentir incomodada com o recurso freqüente aos palavrões. Sozinha, bastava ficar irritada, que lá vinha um bem cabeludo, e em voz alta. Inquietava-me diante de Deus e também diante de um possível “flagra” dos homens: e se algum pastor, dentre meus conhecidos, passasse na rua exatamente em um momento desses? Somava-se a essas considerações uma vergonha especial: eu, não só profissional da palavra, mas uma missionária de idéias segundo minha própria definição, ciosa por abençoar a igreja com o que digo e escrevo, poria muito a perder com uma boca destemperada. Além disso, o ato de praguejar, longe de servir como vazão à raiva, apenas contribuía para confirmar a disposição errada de espírito. Tudo estava errado, mas eu ainda não me convencia totalmente de que deveria voltar a me abster dos palavrões.

Comecei então a orar a Deus sobre isso, até me dar conta do óbvio-mais-que-óbvio, algo de uma obviedade tão grande que passa despercebida da maioria dos simpatizantes de palavrões. Percebi que todos os palavrões, dos menores aos maiores, têm algo em comum: remetem invariavelmente ao sexo. São menções aos genitais, a coitos indesejados e/ou ilícitos, prostitutas e filhos de prostitutas, materiais fecais etc. A lógica do palavrão é estranha: ele une o ato de esbravejar e xingar aos dejetos do corpo ou ao ato sexual. E, mais estranho ainda, os palavrões que tratam de dejetos são bem menos fortes e mais tolerados socialmente que os que tratam do ato sexual. Palavrões, portanto, em suas formas mais pesadas, associam o sexo a explosões de raiva, a punições, ao descontrole entre pessoas que não se amam. E a conclusão é inevitável e aterradora: palavrões são formas de perversão. Se Deus criou o sexo como a expressão máxima do amor perpétuo, compromissado, entre um homem e uma mulher, é de um profundo desamor que nascem as aberrações sexuais – a masturbação, o "sexo casual", o aviltamento de partes do corpo até que se estraguem. Palavrões são cristalizações, no idioma, da alienação total de si e do outro pela busca de um prazer sempre deslocado, desgarrado, fora da alma: um prazer masoquista, misturado a ódio e desespero. Por que essas expressões tão opostas ao amor de Deus deveriam povoar a linguagem de um cristão?

Depois dessas reflexões decidi, não por pressão do meio, mas por mim mesma, que não quero que nada do que digo tenha parte nisso. Nem quando eu estiver sozinha, nem em pensamento. 

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Blog Labaredas de Fogo - SEXO E OS BLOGS (I)

Nas próximas postagens (uma por dia), queremos prestar uma homenagem aos blogs que o Casal 20 lê, publicando posts nos quais esses blogs abordaram o tema da sexualidade. Inauguramos esta série (que atravessará toda a nossa lista de blogs) com o Blog Labaredas de Fogo, que nos inspirou o título desta série. Boa leitura!
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“Sex and The City” - "... e a adúltera anda à caça da alma preciosa."

"Isso significa que a mulher adúltera, sexualmente ativa, está procurando a vida e a alma preciosa de sua próxima vítima! É assim que Deus vê a questão!!"
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Sabemos que a nossa sociedade tem influenciado muito mais a igreja, do que a igreja tem influenciado a nossa sociedade. Está cada vez mais difícil distinguir o crente no meio dos perdidos. Será que diante desse comportamento sexual apresentado aqui, podemos enxergar o quanto já estamos debaixo dessa satânica influência? Quanto de nossos jovens tem cedido espaço em suas vidas para coisas desse tipo? Quantos de nós vivem em meios a pessoas que o estão praticando, ou vendo esse comportamento como natural?
Leia esse artigo em espírito de oração que certamente o Senhor irá despertar seu coração para levar luz àqueles que estão próximos de nós que precisam despertar para essas coisas malignas que de tão perto nos rodeiam.
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A Ênfase Excessiva em Sexo na Programação da Televisão Evidencia a Proximidade do Julgamento Físico

Um rápido estudo da obsessão com o sexo e da natureza imutável de Deus permite que compreendamos a natureza do satanismo da sociedade diante de Deus. Estudamos o código moral vigente para ter uma completa perspectiva do nosso grave problema diante de Deus.
Resumo da Notícia: "Sexo e a Cidade inicia sua terceira temporada", por Frazier Moore, Associated Press, reimpresso pelo Providence Journal Bulletin, 2/6/2000.
"Nova York — Em Sexo e a Cidade, vemos quatro amigas de alto nível social, lindas, mas frias, na balsa com destino à Staten Island. 'Bem, é isto', Miranda reclama para as outras. 'Estamos indo nos encontrar com os homens.' Ela olha para trás, para a ilha de Manhattan. 'Quem imaginaria que uma ilha pequena assim seria grande o suficiente para conter todos os nossos ex-namorados?'"
"Zarpando para iniciar seu terceiro semestre no canal HBO nas noites de domingo, Sexo e a Cidade repete toda a insolência, sarcasmo e o apelo visual das temporadas passadas. Durante as próximas 18 semanas, assistiremos a dança do acasalamento em Manhattan. Mostrando os passos, as quatro mais engraçadas e desembaraçadas praticantes... Inteligente, cínica, julgadora e controladora — assim é Miranda. 'No entanto, as pessoas que são mais irritadiças são sempre moles por dentro', Nixon insiste. 'Primeiro, Miranda luta. Em seguida, amolece.' E, geralmente, com um estouro. Como na vez em que um novo parceiro sexual a convenceu a proferir palavrões enquanto faziam amor. Para sua surpresa, descobriu que gostava daquilo. Mas depois ela foi longe demais e o assustou com seus espasmos. Pronto, outro ex-namorado."
Sempre ouvi dizer que essa comédia de situação faz muito sucesso na TV, embora contenha vulgaridades, mas ler essa resenha me deixou chocado. A televisão já está mostrando cenas de casais fazendo amor? Agora, pode ser que a nudez não esteja sendo mostrada (ou esteja), mas é chocante saber que a TV mostra um casal na cama falando palavrões um para o outro enquanto fazem amor. Verdadeiramente, nosso país já foi longe demais em cortar seus laços nacionais com a moralidade do Deus da Bíblia, e adotar os valores do mais profundo satanismo.
Lembre-se, para ser um satanista, a pessoa não precisa participar de uma cerimônia de um conciliábulo em uma noite de lua cheia ou de lua nova. De acordo com Anton LaVey, o fundador da Igreja de Satanás nos EUA, o satanismo recomenda a indulgência entusiástica nas seguintes áreas:
Cobiça — A população hoje está tão presa ao materialismo, correndo atrás da mais recente bugiganga, fazendo de suas casas, carros, eletrodomésticos, computadores, planos de previdência privada, etc., verdadeiros ídolos virtuais.
Orgulho — As pessoas estão cheias de orgulho pelas coisas que já acumularam e pelo sucesso obtido. Certos indivíduos até organizam as marchas do "Orgulho Gay"; o orgulho está nos lábios de todos atualmente.
Inveja — A inveja é o outro lado do materialismo. Os políticos 'progressistas' nos últimos 50 anos ganham a vida fazendo alguns grupos de pessoas sentirem inveja das realizações obtidas pelos outros, para assim serem eleitos e continuarem sendo reeleitos. Parece que a maioria das pessoas tem inveja das outras por alguma coisa, embora o padrão de vida nos EUA seja o mais alto da história. A inveja é uma cobiça insaciável.
Raiva — As pessoas hoje têm medo de sorrir para um estranho, tocar uma corneta, ou exibir alguma insatisfação, temendo ser mortas ou agredidas.
Glutonaria — Algumas pesquisas revelam que mais de 50% da população está obesa. Surpreendentemente, Deus mencionou a glutonaria como um dos pecados de Sodoma: "Eis que esta foi a iniqüidade de Sodoma, tua irmã: Soberba, fartura de pão, e abundância de ociosidade teve ela e suas filhas; mas nunca fortaleceu a mão do pobre e do necessitado." [Ezequiel 16:49].
Indolência (Preguiça) — Os proprietários de pequenas empresas hoje estão arrancando seus próprios cabelos porque têm dificuldade em contratar jovens que trabalhem com afinco, que cumpram as escalas e não furtem o empregador. No mercado de trabalho, essa situação está irritante e ameaça a própria continuidade da prosperidade nacional.
Lascívia — "O satanismo apóia qualquer tipo de atividade sexual que satisfaça adequadamente os desejos sexuais — sejam eles heterossexuais, homossexuais, bissexuais, ou até mesmo assexuais... O satanismo também sanciona qualquer fetiche ou desvio que melhore sua vida sexual... travestismo, sadismo, masoquismo, urolagnia, exibicionismo — para citar apenas alguns..." [LaVey, A Bíblia Satânica, págs. 67-68].
Assim, você pode ver que qualquer pessoa que pratique esses valores em sua vida é um satanista praticante, mesmo que nunca tenha oficialmente participado de um conciliábulo. A programação da televisão prega todos esses valores, não prega?
Este artigo vai enfocar basicamente o último desses valores satânico, a lascívia sexual.
A Bíblia retrata o desejo sexual como um impulso criado por Deus, mas que precisa ser cuidadosamente exercido dentro dos limites do casamento heterossexual normal, entre o homem e sua mulher. Deus compara qualquer outra experiência sexual como um fogo que sai dos limites da lareira e queima toda a casa. O limite de Deus do casamento heterossexual é a porta corta-fogo que mantém o desejo sexual adequadamente restrito, para que possa ser apreciado em sua plenitude sem colocar a casa em risco.
Leia as palavras da sabedoria de Deus: "Porque o mandamento é lâmpada, e a lei é luz; e as repreensões da correção são o caminho da vida, para te guardarem da mulher vil, e das lisonjas da estranha. Não cobices no teu coração a sua formosura, nem te prendas aos seus olhos. Porque por causa duma prostituta se chega a pedir um bocado de pão; e a adúltera anda à caça da alma preciosa. Porventura tomará alguém fogo no seu seio, se que suas vestes se queimem? Ou andará alguém sobre brasas, sem que se queimem os seus pés?" [Provérbios 6:23-28].
Leia novamente as palavras de Deus nessa Escritura:
"... e a adúltera anda à caça da alma preciosa." Isso significa que a mulher adúltera, sexualmente ativa, está procurando a vida e a alma preciosa de sua próxima vítima! É assim que Deus vê a questão; embora a mulher de vida sexual promíscua conscientemente talvez não pense que esteja caçando a alma de um homem, diante de Deus é exatamente o que ela está fazendo. Essas quatro adúlteras ativas de Sexo e a Cidade são como uma alcatéia de lobas, caçando as preciosas almas de suas vítimas.
Leia as palavras finais de Deus na Escritura referida:
"Porventura tomará alguém fogo no seu seio, sem que suas vestes se queimem?"
Nossa sociedade hoje está diariamente levando o fogo sexual para o seio; logo as chamas atingirão o ponto que ninguém poderá apagar. No fim deste artigo, veremos a forma final que esse fogo levado ao seio tomará, pois as Escrituras nos dizem precisamente.
"Eu, porém, vos digo, que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela. Portanto, se o teu olho direito te escandalizar, arranca-o e atira-o para longe de ti, pois te é melhor que se perca um dos teus membros do que seja todo o teu corpo lançado no inferno. E, se a tua mão direita te escandalizar, corta-a e atira-a para longe de ti, porque te é melhor que um dos teus membros se perca do que seja todo o teu corpo lançado no inferno." [Mateus 5:28-30; ênfase acrescentada].
Jesus Cristo está dizendo aqui que quando um homem simplesmente olha para uma mulher com lascívia em seu coração, está cometendo o pecado do adultério. Isso é apenas olhar com lascívia — sem fazer nada! Em meados dos anos 50, Hugh Hefner lançou a Playboy, a revista que aperfeiçoou a arte de olhar para uma mulher com lascívia no coração. Aqui estamos hoje, cinqüenta anos depois, e a televisão está aperfeiçoando a arte de fazer sexo, na tela, no horário nobre, para uma audiência de milhões de pessoas. Olhando para a cena com olhos espirituais, você não consegue ver as roupas da população já pegando fogo?
Vejamos novos detalhes e revelações da resenha:
"... Nixon acha que há espaço na TV para uma série sobre mulheres solteiras com libidos ativas, mas que não sejam consideradas devassas. Acho que a melhor coisa sobre o programa, em termos de se é real ou não, é o número de homens que essas mulheres têm. Como telespectadores, nós as conhecemos, amamos e não achamos que sejam mulheres de moral baixa. São simplesmente mulheres que têm uma vida sexual muito ativa."
A única razão por que mulheres sexualmente ativas ao ponto de incluírem toda a ilha de Manhattan não serem consideradas devassas é porque nossa sociedade passou por um período extremamente eficiente de redefinição de palavras. Nas últimas cinco décadas, os pastores fundamentalistas advertiram que esse tipo de redefinição do pecado estava ocorrendo, mas é mais do que óbvio agora que suas advertências não foram ouvidas. Deus tem algumas advertências muito severas sobre a redefinição do pecado. Vamos revisá-las agora:
Advertência número 1 de Deus: "Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo! Ai dos que são sábios a seus próprios olhos, e prudentes diante de si mesmos!" [Isaías 5:20-21]. Nos dias do profeta Jeremias, pouco antes de Deus trazer o exército babilônio contra Israel, em um julgamento físico, também houve uma redefinição no significado das palavras. Eles justificavam o pecado em suas próprias mentes, provavelmente argumentando que as proibições contra o pecado, que Deus deu a Moisés, estavam obsoletas e fora de moda, pois tinham sido entregues quase mil anos antes. Quando Deus diz "ai", quase sempre está anunciando o julgamento físico. Em nossa sociedade, as pessoas estão chamando o mal de bem e o bem de mal — e Deus diz "ai".
Advertência número 2 de Deus: "Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará. Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito ceifará a vida eterna." [Gálatas 6:7-8].
Verdadeiramente, nossa sociedade está cortejando a destruição com sua obsessão pelo sexo. O papel da mídia de massa, como a televisão, tem sido o de incentivar uma aceitação contínua da sensualidade da carne, retratando-a vividamente com uma audácia cada vez maior e de forma cada vez mais explícita. A sociedade está iludindo a si mesma, pensando que não há um Deus que um dia vai julgar essa situação.
Advertência número 3 de Deus: "... em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência." [Efésios 2:2]. Essa passagem diz claramente por qual espírito sobrenatural nosso país está sendo controlado atualmente, conforme evidenciado pela torrente de sexo na programação televisiva; estamos sendo controlados por um "espírito demoníaco" que responde diretamente a Satanás.
No artigo Os Sete Principados do Reino das Trevas, demonstramos como Satanás organizou seu reino para arruinar com a humanidade durante esta época. Satanás colocou um demônio muito poderoso, chamado Larz, na regência da lascívia sexual, da homossexualidade, da bissexualidade, do adultério, e dos outros pecados sexuais. Obviamente, Larz deve estar muito satisfeito com o modo como nossa sociedade está se contaminando a si mesma por meio dos pecados sexuais.
Advertência número 4 de Deus — Em Levítico 18:2-24, Deus relaciona todos os tipos de pecados sexuais que proíbe. Em seguida, no verso 25, Ele revela uma verdade chocante. Leia atentamente: "Por isso a terra está contaminada; e eu visito a sua iniqüidade, e a terra vomita os seus moradores." Deus vê o pecado sexual de uma nação como uma poluição na terra em que aquela população vive! Hoje em dia fala-se muito sobre a suposta poluição que nossa Civilização Industrial está provocando na terra, no ar e nas águas. A poluição com a qual realmente deveríamos estar preocupados é a poluição espiritual provocada pelos pecados sexuais, a cobiça, a inveja, a idolatria (qualquer coisa que amemos mais do que a Deus), a astrologia e outros aspectos das religiões de Nova Era.
Em seguida, Deus não deixa dúvidas sobre os resultados inevitáveis dessa poluição espiritual da terra "... e eu visito a sua iniqüidade, e a terra vomita os seus moradores... Porque todas estas abominações fizeram os homens desta terra, que nela estavam antes de vós; e a terra foi contaminada. Para que a terra não vos vomite, havendo-a contaminado, como vomitou a nação que nela estava antes de vós." [Levítico 18:25b,27-28].
Deus está aqui advertindo que fará a terra vomitar seus moradores, por meio dos julgamentos físicos. Finalmente, especifica o que realmente acontecerá com os moradores iníquos de uma terra espiritualmente contaminada quando seu julgamento divino for derramado.
"Porém, qualquer que fizer alguma destas abominações, sim, aqueles que as fizerem serão extirpados do seu povo." [Levítico 18:29].
O verbo "extirpar" significa literalmente cortar fora, executar. Deus matará os
habitantes iníquos da terra que estiverem espiritualmente contaminados pelos pecados sexuais e outros. Esse tipo de programação televisiva, representada pela comédia de situação Sexo e a Cidade, está contaminando espiritualmente o país. Logo, o julgamento físico de Deus será derramado; a questão agora não é "Deus vai nos destruir?" Em vez disso, a pergunta é somente: "Quando Deus vai nos destruir e quem usará como Seu instrumento militar de justiça?"
Advertência número 5 de Deus: "Porque bem sabeis isto: que nenhum devasso, ou impuro, ou avarento, o qual é idólatra, tem herança no reino de Cristo e de Deus. Ninguém vos engane com palavras vãs; porque por estas coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência." [Efésios 5:5-6].
Essa passagem nos diz que as pessoas apresentarão palavras vãs e desculpas vazias para justificar seus pecados. Além disso, já vimos que o povo que comete esse tipo de pecado quer que alguém se levante e diga palavras agradáveis, mentiras que agradem aos seus ouvidos. Entretanto, Deus ainda está no seu trono, o código moral foi totalmente confirmado por Jesus Cristo e Deus nunca muda. Os pecados sexuais que trouxeram a contaminação e fizeram a terra "vomitar" seus moradores nos tempos do Antigo Testamento causarão o mesmo julgamento divino conosco.
Para que você possa compreender a extensão do pecado em que nossa sociedade caiu, vamos rapidamente revisar os pecados para os quais Deus decretou a pena de morte. Lembre-se durante este breve estudo que, quando os líderes de uma nação se recusam a executar as punições determinadas por Deus para o pecado, Deus eventualmente executará aquele julgamento sobre toda a nação. Portanto, quando os líderes de uma nação se recusam a aplicar a Pena de Morte aos perpetradores dos pecados para os quais Deus prescreveu a morte, então Deus eventualmente executará a sentença de morte sobre toda a nação.
Pecados Para os Quais Deus Decretou a Pena de Morte
Incesto: Levítico 18:6-16. Dada a popularidade do incesto na indústria da pornografia atualmente, somente podemos concluir que mais pessoas estejam cometendo esse pecado do que gostaríamos de acreditar. O incesto sempre foi um segredo nas famílias.
Relações sexuais com familiares: irmã, irmão, filha, filho, nora, sogra, genro, sogro, cunhada, cunhado, tia, sobrinha, neta, etc. Levítico 18:6-16 — Nos programas atuais da televisão, dormir com alguém que não seja o próprio cônjuge é considerado absolutamente normal.
Relações sexuais com a mulher do próximo. Levítico 18:20. O adultério também é um pecado passível de morte.
Sacrificar crianças em uma cerimônia religiosa. Levítico 18:21. Os satanistas consideram o aborto e o infanticídio os maiores sacrifícios possíveis que podem ser oferecidos ao senhor Satanás. Portanto, quando a maioria da população norte-americana apóia o "Direito ao Aborto", nossa sociedade é culpada por sacrificar crianças a Satanás. Não se engane sobre isso. A estimativa é que já foram praticados mais de 30 milhões de abortos desde que ele tornou-se juridicamente legal nos EUA e esse número aumenta a cada dia.
Relações homossexuais — Levítico 18:22; 20:13 — Hoje, nossos líderes políticos e empresariais estão apoiando abertamente os "direitos dos gays", dando aos casais do mesmo sexo o rótulo de "família". Nossos problemas com Deus nessa questão são bem sérios.
Bestialidade — Levítico 18:23; 20:15-16 — Dada a popularidade de bestialidade na indústria da pornografia atualmente, só podemos concluir que mais pessoas estão praticando essa perversão do que gostaríamos de admitir.
Amaldiçoar o pai ou a mãe. Êxodo 21:17 — A música Rock fatura muito promovendo a rebelião contra a autoridade paterna e materna. As duas últimas gerações estão exibindo o mais elevado grau de desrespeito aos pais de toda a história.
Qualquer que seja médium ou que tenha um espírito de adivinhação ou que seja um necromante — Levítico 20:27 — Hoje, um terço da população norte-americana está participando ativamente em alguma forma de religião de Nova Era, ou segue horóscopos ou consulta médiuns (existem comerciais da televisão de serviços de aconselhamento esotérico). Estamos também com graves problemas com Deus nessa área.
Assassinato. Êxodo 21:12 — Os opositores da Pena de Morte têm sido bem-sucedidos em impedir o cumprimento da Pena de Morte contra os criminosos, resultando na libertação de muitos deles, para que possam saquear, pilhar e matar novamente.
Seqüestro. A Bíblia também prescreve a pena de morte para o crime de seqüestro.
Verdadeiramente, a iniqüidade da nossa nação está se acumulando aos céus, como uma imensa pilha de lenha. Permita que Jesus Cristo tenha a última palavra sobre essa questão:
"E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas. Porque já os seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus se lembrou das iniqüidades dela." [Apocalipse 18:4-5; ênfase adicionada].
Não se deixe enganar; o tempo do julgamento físico está se aproximando rapidamente.

Copiado de A Espada do Espírito

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Feliz aniversário, Betty Anne! - Uma história de morte e ressurreição

John Jalsevac

SAN CLEMENTE, Califórnia, EUA, 5 de janeiro de 2012 (Notícias Pró-Família). 

Quando Minka Disbrow, de 16 anos, deu à luz sua filha Betty Anne em 1929, ela se apaixonou. Não importava para Minka que sua filha havia sido concebida por um estuprador, um homem que, junto com outros, havia atacado violentamente Minka e sua amiga quando elas fizeram uma caminhada durante um piquenique.
Mas as circunstâncias eram tais que não havia esperança de que Minka pudesse ficar com sua filha e lhe dar um vida boa. Durante um mês ela manteve e cuidou de Betty Anne no lar luterano para meninas grávidas, para onde seus pais a haviam enviado, e então a entregou para adoção.
“Eu amei esse bebê tanto. Eu queria o que era melhor”, Minka recentemente disse para a Associated Press.
Minka, que agora tem 100 anos, continuou a manter contato com a agência de adoção, da qual ela recebia atualizações ocasionais sobre sua filha durante anos. Mas quando a agência de adoção mudou de direção, as atualizações cessaram.
Com o passar dos anos, Minka se casou, teve dois filhos, trabalhou em vários empregos e se mudou para várias cidades, finalmente se estabelecendo em San Clemente — mas em todas as mudanças ela nunca se esqueceu de sua filha, especialmente no aniversário do nascimento dela: 22 de maio.
Foi num desses aniversários, 22 de maio de 2006, que Minka espontaneamente fez uma oração, dizendo: “Senhor, se tão somente me permitires ver Betty Anne, eu não a incomodarei, prometo. Tudo o que quero é vê-la antes de morrer”.
Poucos meses depois o telefone de Minka tocou. Para o choque dela, ela se viu conversando com um homem estranho que, depois de lhe fazer várias perguntas sobre a identidade dela, a informou que ele estava com Betty Anne, e que ela queria conversar com sua mãe.
Esse homem era o astronauta Mark Lee, um dos seis filhos de Betty Anne.
“Meus joelhos tremeram”, Minka disse para o jornal Orange County Register sobre o momento em que ela conversou com sua filha pela primeira vez desde a partida chorosa tantas décadas atrás.
Acontece que na mesma época em que Minka havia feito sua oração em maio, sua filha, que estava com mais de 70 anos na época, havia começado o processo de procurar sua mãe biológica. Um dos filhos de Betty Anne, Brian, conduziu a pesquisa, obtendo os registros de adoção de sua mãe por meio de uma ordem judicial, e então localizando Minka (que ele achou que muito provavelmente estaria morta, considerando a idade dela) mediante uma simples consulta na internet.
Agora mãe e filha estão próximas, e regularmente se conversam e se visitam.
“Foi como se nunca tivéssemos nos separado”, Minka disse para a Associated Press. “Como se estivéssemos na família a vida inteira”.
O reencontro que era uma improbabilidade começou a receber atenção depois que Minka começou a contar o testemunho para membros de sua igreja e para a sua comunidade. O jornal Orange County Register publicou uma matéria sobre as duas em dezembro, seguida por uma notícia da Associated Press, dando-lhe atenção nacional.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

quarta-feira, 23 de maio de 2012

A Liberdade dos Pais na Educação dos Filhos

À primeira vista, seria desnecessário frisar que os pais têm a principal responsabilidade na educação de seus filhos. Afinal, por milhares de anos eles sempre tiveram um papel decisivo na área de ensinar os filhos.

A principal desvantagem do passado era que não havia os recursos educacionais que conhecemos hoje, e a vantagem era que uma educação centrada no lar moldava a formação do caráter de forma direta. Havia tanto convívio familiar que não sobrava aos adolescentes tempo para se envolver com más companhias. O normal era o respeito e o apego à família. Hoje a situação se inverte: pouco convívio familiar e muito envolvimento com amigos suspeitos, principalmente em escolas públicas, trazendo como resultado infelizes mudanças de comportamento, inclusive desrespeito aos valores aprendidos na família e na igreja.

O que sempre tornou fundamental o papel dos pais na educação dos filhos é que eles sempre tiveram a autoridade para definir os valores de vida. Sua missão era encorajar, corrigir e treinar moralmente. Os filhos não aprendiam somente a ler e a escrever, mas também a levar uma vida honesta e responsável.

Embora saibam que o melhor lugar para uma criança aprender valores morais é o lar, muitos pais se sentem incapazes de dar aos filhos o conhecimento educacional que as escolas institucionais podem dar. Assim, eles enviam os filhos a essas escolas, muitas vezes temendo por sua segurança moral, espiritual e física.
 
As escolas públicas têm hoje uma vasta influência na vida de milhões de crianças. As crianças passam grande parte de seu tempo semanal absorvendo o que aprendem nas escolas. E o que elas estão aprendendo?

A maioria dos pais sente que as escolas públicas não são uma boa opção. Eles gostariam de mandar os filhos para uma escola cristã. Até mesmo pais não-evangélicos não vêem nenhum problema em colocar os filhos em escolas cristãs, porque sabem que lá eles aprenderão valores morais. Os pais têm um interesse natural em proteger os filhos e lhes dar segurança. Na escola pública, as crianças estão sujeitas a absorver ensinamentos errados e as experiências negativas dos amigos. É uma socialização que desafia tudo o que ela aprendeu no lar. Nesse desafio, o maior perdedor pode ser a criança e a família.

É claro que é direito dos pais decidir o tipo de educação que será melhor para os filhos. Se eles preferem uma escola pública, o governo não deveria impedi-los, mas apoiá-los. Se o que os pais querem é mandá-los para uma escola particular cristã ou lhes dar educação escolar em casa, é responsabilidade do governo tratar esses pais com o mesmo respeito e apoio. O papel do governo é apoiar os pais, não tentar substituí-los ou enfraquecer seu direito de escolher o que é melhor para os filhos.

Embora a escola pública ofereça um ambiente moralmente desprotegido para muitas crianças, cristãos adultos — como professores, diretores, etc. — deveriam aproveitar toda oportunidade para influenciar essa área. É o que eu mesmo faço. Já tive chance, por exemplo, de dar palestras em escolas públicas sobre aborto e sexo antes do casamento, de um ponto de vista cristão. Os alunos deram muita atenção e experimentaram um impacto tremendo. Costumo também orientar líderes cristãos a darem palestras em escolas públicas.

Uma escola particular cristã é uma opção que toda família gostaria de escolher. É sempre uma boa opção. Mas a maioria das pessoas não tem condições financeiras de sustentar os estudos pagos dessas escolas.

A grande vantagem de nossa época é que o computador nos permite fazer agora o que antes não era possível. Podemos entrar em bibliotecas, consultar enciclopédias e adquirir todo tipo de conhecimento, com um simples click do mouse. Especialistas americanos como John Naisbitt acham que com o computador agora acessível será possível as famílias darem aos filhos educação escolar no próprio lar.

Educar uma criança é como cultivar uma planta. Aliás, o Salmo 128:3 diz que nossos filhos são como oliveiras novas. Plantinhas devem ser cultivadas, regadas e tratadas com muita atenção. Embora o capim possa crescer sem nenhum problema em qualquer lugar, plantinhas valiosas precisam do nosso cuidado direto. Se receber uma educação qualquer, sem princípios morais, a criança corre o sério risco de se tornar como capim, moralmente inútil. Se receber uma educação cuidadosa, ela terá tanto valor e utilidade como a oliveira.

Se durante seu crescimento, essas plantinhas forem regadas com ensinamentos que contaminam e desafiam os valores morais aprendidos no lar, como poderão se preparar para o futuro? As escolas públicas estão regando as crianças numa fase em que elas estão abertas para absorver e aprender experiências. Elas absorvem experiências de seus amigos de escola e também as experiências que seus professores lhes passam. Há professores que, alegando melhorar o desempenho escolar dos alunos, os levam à prática da meditação oriental. As crianças não estão preparadas para discernir o fator espiritual dessa prática. Elas não sabem que, nas religiões orientais, a meditação faz com que o indivíduo entre em contato maior com espíritos guias.

Deveríamos dar a elas a chance de serem regadas com ensinamentos da melhor qualidade moral possível. Deveríamos mandá-las para escolas cristãs conceituadas.

Não havendo essa possibilidade, podemos optar pela educação escolar em casa. Não é difícil. Dois milhões de crianças americanas recebem educação escolar em casa, dos próprios pais. A experiência mais comum é que crianças educadas assim têm dificuldade de se envolver com más amizades, respeitam os pais, têm um desempenho educacional superior ao dos alunos em escolas públicas e até particulares.

No Brasil, já há famílias brasileiras dando educação escolar em casa para os filhos. Embora muitos americanos residentes no Brasil ensinem os próprios filhos no lar, com a liberdade que sua cidadania americana lhes dá, as famílias brasileiras estão dando educação escolar em casa com a liberdade que lhes é garantida na própria Declaração Universal dos Direitos Humanos. Essa declaração diz que é direito prioritário dos pais escolher a educação dos filhos.

Apesar disso, o Ministério da Educação já se colocou na oposição a esse método de ensino, contrariando até mesmo tratados internacionais que o Brasil assinou, e um ministro do Superior Tribunal de Justiça declarou que os pais não podem dar educação escolar em casa porque “os filhos não são dos pais”. Então, de quem são os filhos?

No pensamento socialista, as pessoas pertencem ao governo. Se o governo, por exemplo, determina que todas as crianças em idade pré-escolar devem ir para a creche, todas terão de ir. Se o governo estabelece que as esposas não têm a liberdade de permanecer em seus lares para cuidar dos filhos, só lhes resta deixá-los na creche e entrar no mercado de trabalho.

Contudo, não vivemos num país totalitário. Vivemos num país democrático, onde escolhas e decisões, ainda que sejam diferentes, precisam ser respeitas. Todos são iguais perante a lei. O próprio direito natural estabelece que os filhos são responsabilidade prioritária dos pais, não do governo. A Declaração Universal dos Direitos Humanos tem respeitado esse direito. Agora resta às nossas autoridades colocarem o bem-estar das famílias e suas escolhas livres acima de suas próprias ambições políticas.

 Julio Severo

Título original:   
Defendendo a Responsabilidade da Família na Educação dos Filhos
Fonte: http://www.juliosevero.com

Artigos sobre escola e educação de criança

A Marca da Besta

Governo vai dar camisinhas para crianças de 10 anos nas escolas

Evolução: Uma Heresia em Nome da Ciência

Homossexualizando as crianças de escola?

Educação escolar em casa, a opção adequada para os pais cristãos

O motivo por que a cortesia e os bons hábitos são importantes

Famílias Evangélicas Sofrem Perseguição na Alemanha

Pai é preso depois de protestar contra livro gay que filho de 6 anos recebeu na escola

É certo matricular os filhos na escola pública?

Tim LaHaye e as Escolas Públicas

Educação sobre Abstinência Faz a Diferença

Pré-Escola Prejudica os Talentos Sociais e o Desenvolvimento Emocional das Crianças

Menina prodígio tem paixão por Jesus

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Onde está Lucila?


Quem vem nos lendo há quase dois anos, vez em quando, se pergunta: "Cadê a metade do Casal 20?". Justa pergunta! Até mesmo porque, na verdade, assinar mesmo, a Lu só assinou um post até hoje. É este.

Mas o que as pessoas não sabem é que a dona da metade deste blog é muito mais presente do que se possa julgar pela simples ausência de textos assinados por ela. Vou tentar me explicar: certa vez, vi um documentário sobre poetas e escritores que roubavam as ideias de suas esposas – é o que parece ser chamado de exploração intelectual! Fiquei chocado, porque eram escritores famosos e poetas importantes que usaram, defraudaram, extorquiram, roubaram as ideias, frases, textos e versos de suas companheiras. Desde então, fiquei cismado. Então sigo, explicando-me.

Todos meus textos nasceram de conversas com a Lu. Escrevo sobre o que vivo, sinto e penso. Assim, depois de muitos diálogos e divagações ao ladinho dela, surgem as ideias para o que escrevo. E devo confessar que escrevo primeiramente para ela. Ela é a minha leitora ideal. É como se os meus textos fossem minha parte na conversa com ela. Daí, uma vez pronto o texto, mostro para minha esposa. Bem, e o que acontece? Ela lê, avalia, corrige, questiona, diz do que gostou e do que não gostou. Como consequência desse processo, há vários textos meus que nunca foram publicados, nunca saíram da gaveta, porque ainda não alcançaram o padrão de qualidade exigido pela Lu. Outros textos acabaram rasgados mesmo, deletados do meu computador, pelo simples fato de que a Lu achou inadmissível que eu escrevesse aquilo, então, joguei fora para nunca mais voltar a eles. Outros foram amputados em algumas de suas frases ou em parágrafos inteiros. Houve textos que precisaram ser re-escritos a cada vez que ela os lia. Enfim, encerro essa urdidura textual só quando sinto que aquela ideia no texto é uma ideia que nós dois poderíamos apoiar tranquilamente. Um texto final que reflita nossa cumplicidade como casal, amantes, amigos e parceiros de uma mesma viagem que, há anos, fazemos a dois.

Onde está a Lu? A resposta sincera é que ela se faz presente em toda minha escrita. Antes, durante e depois. Até minhas poesias são para ela. Então, como assinar sozinho o que eu escrevo? Com que ousadia eu poderia chegar no final de um texto, depois de tudo o que conversei com a Lu, depois de ter ouvido suas críticas, refeito e seguido suas orientações (sim! Eu confio nos conselhos editoriais da minha esposa!), como poderia assinar ao final “Fábio Ribas”? Se ela sempre esteve ali o tempo todo durante a confecção do texto? Por isso, nunca achei estranho assinar “Casal 20”. Todos nossos textos sempre foram feitos, de um jeito ou de outro, a quatro mãos.

Mas sei que alguns textos deste blog acabaram fugindo da nossa proposta de se fazer um blog pró-família. Há temas sobre os quais eu quero escrever, mas que não se encaixam muito no perfil do “Casal 20”, por isso estamos criando um novo blog para receber os assuntos de política, educação, economia, filosofia, que já não cabem mais por aqui.

Queremos restringir este blog ao plano inicial das páginas acima. Aliás, nas últimas semanas, escrevi sobre essas páginas aí em cima e acho que foi uma maneira de re-encontrar-me exatamente com nossa proposta original. Contudo, para o próximo blog, a minha editora será a mesma. É nas mãos dela que meus textos sempre nascem e morrem e espero que continue assim até que a morte nos separe.

Fábio Ribas

Este post de hoje faço questão de assinar, até mesmo para provar tudo o que eu disse acima - vou assinar um texto meu, mas que, do início ao fim, transpira Lucila pelos poros de cada palavra escrita!

sexta-feira, 18 de maio de 2012

O Deus da festa e a Festa de Deus - uma teologia bíblica para missões indígenas

A partir da parábola da grande festa (Lc 14: 16-24), Jesus alerta que, embora o convite da salvação seja para todos, não serão todos os que participarão da festa ali narrada. A parábola nos fala de um homem que prepara uma grande festa, mas a festa é menosprezada pelos convidados oficiais. Então, são chamados os desprezados pela religião daquela época, aqueles que não poderiam dar nada em troca ao dono da festa, caso fossem convidados. A parábola apresenta também um último grupo que se vê obrigado a participar da festa, porque ainda haveria espaço naquela casa. Enfim, com essa parábola, Jesus anuncia aos judeus a plenitude dos gentios – o milênio da pregação da Igreja – ou seja, a preparação para a Festa das festas.

O povo judeu percebeu, desde cedo, que seu Deus era um Deus de festa. O judeu celebrava, embora não houvesse nenhuma base bíblica para isso, o 1º dia do ano deles como uma data separada para comemorar o que seria o dia em que Deus criara os céus e a terra. Há, portanto, quem entenda que João, no primeiro capítulo de seu evangelho, tenha exatamente exposto Jesus no contexto dessa festa da criação, para a qual o judeu dera o nome de “Festa da Lua Nova”. De qualquer modo, a criação de Deus é uma festa, uma sublime orquestração sinfônica de graça e beleza. Festa ornamentada ainda pela celebração do 1º casamento e que atinge sua sublimidade quando Deus convida o homem e a mulher para celebrarem com Ele no sétimo dia. Entretanto, desobedientes, fomos expulsos daquela festa bonita. Como pecadores, perdemos o direito de comer do fruto da árvore da vida.

O desenrolar da história mostra como sentimos falta daquela festa original, mas, por outro lado, como estamos totalmente incapazes de celebrar Deus novamente. Vemos, a partir da expulsão da festa bonita de Deus, que tentamos reparar o estrago que fizemos realizando nossas próprias festas. Por isso, o que encontramos na história de Caim, nas gerações perversas do tempo de Noé (e na embriaguez deste também) e na torre de Babel são simulacros, distorções, corrupções daquela festa bonita de Deus. Todavia, o Dono da festa já decretara preparar, separar e ensinar um povo sobre essa festa bonita da qual, inevitavelmente, sentimos saudades. Aqui, as narrativas de Sodoma e Gomorra, as festividades cultuais dos povos que cercavam as famílias dos patriarcas hebreus e também as festas coloridas e sobejadas dos egípcios são outros exemplos da depravação das festas empreendidas pelos seres humanos. Mas, então, que festa afinal é essa Festa de Deus?

Moisés foi a faraó e disse que o Dono daquele povo os estava chamando para festejar no deserto (Êx 5:1 e 10:9)! As festas na história de Israel deveriam ser sinais de uma Festa maior e não um simples retorno àquela festa do Éden. Deus deu festas ao seu povo: a festa da Páscoa e dos pães asmos; a festa do Pentecostes; a festa dos Tabernáculos. E por todo período anterior ao nascimento de Jesus, outras festas foram instauradas pelo povo: o Dia da Purificação e a Festa da Dedicação são exemplos. Todavia, o povo de Israel falha em aceitar o exclusivismo dessas celebrações: a festa é de Deus e deve ser para Deus somente! Não podemos realizá-las como queremos, segundo nossas imaginações e, muito menos, realizar festas para Deus e para Baal também! Aqui, Elias surge como o profeta que restaura a festa ao verdadeiro Deus, no entanto, o povo logo se esquece do fogo que testemunhou descer do céu. Por isso os cativeiros da Assíria e da Babilônia: “façam, então, festas aos deuses deles”, sentencia Deus, o Dono da Festa.

Mas, afinal, que Festa é essa festa exclusivista de Deus? Na narrativa do Evangelho segundo João, este ressalta que as festas do AT eram festas que discorriam sobre as características do Único que poderá nos levar de volta à festa bonita de Deus. Desse modo, eis Jesus conforme nos apresenta João a cada capítulo: Jesus é o autor e a razão da festa da criação; numa festa de casamento, eis que velhas coisas se tornam novas por causa de Jesus; na festa da Páscoa, Jesus fala sobre o novo nascimento; às vésperas da festa de Pentecostes (as primeiras colheitas), Jesus é chamado de Salvador do mundo; na festa dos Tabernáculos, Jesus cura e perdoa os nossos pecados; nova festa da Páscoa e Jesus é o Pão do céu; nova festa dos Tabernáculos e Jesus é, mais uma vez, o protetor do povo: a fonte da água, a água do ES; a festa do sábado - Jesus é o nosso sábado; na festa da Dedicação (quando os judeus comemoravam a retomada do templo que fora dominado por Antíoco Epifânio), Jesus é o Templo novo; e o grande desfecho dessa apresentação do evangelista tem como cenário, mais uma vez, a festa da Páscoa, na qual Jesus é a própria Ressurreição. Assim, conforme João, eis que Jesus é a nossa Festa! As festas do AT eram sombra e não necessitavam mais ser celebradas, pois o perfeito veio e o perfeito é Jesus (Col 2:19). Jesus é o Dono da Festa, a Festa é para Jesus, Jesus nos convida para a sua Festa – este é o evangelho da Salvação! Pois, agora, em Cristo Jesus, há uma Festa maior e muito mais bonita. 

Mas qual, exatamente, é essa Festa ainda mais bonita, a Festa diante da qual todas as outras eram apenas sombras? A Festa das bodas do Cordeiro: o casamento do Filho de Deus com sua noiva! Aleluias! Uma festa muito mais bonita do que a do casamento de Adão e Eva e muito mais superior do que a festa das bodas de Caná. A Festa que já havia até mesmo sido anunciada pelos profetas do AT. Jesus vai se casar com a sua noiva e, neste exato momento, precisamos anunciar a todos os povos que a noiva de Jesus é a Igreja pela qual ele morreu na Cruz do Calvário! 

Por fim, o tema da festa se apresenta triunfante: “Fiquemos alegres e felizes! Louvemos a sua glória! Porque chegou a hora da festa de casamento do Cordeiro, e a noiva já se preparou para recebê-lo. A ela foi dado linho finíssimo, linho brilhante e puro para se vestir. O linho são as boas ações do povo de Deus. Então o anjo me disse: —Escreva isto: “Felizes os que foram convidados para a festa de casamento do Cordeiro!” E o anjo disse ainda: —São essas as verdadeiras palavras de Deus” (Ap 19: 7-9).

Comecei este texto com uma mensagem tirada de uma parábola contada pelo próprio Jesus: o convite da salvação é para todos, mas não são todos que participarão da Festa bonita do casamento do Cordeiro Jesus. “Felizes as pessoas que lavam as suas roupas (no sangue do Cordeiro), pois assim terão o direito de comer a fruta da árvore da vida e de entrar na cidade pelos seus portões! Mas fora da cidade estão os que cometem pecados nojentos, os feiticeiros, os imorais e os assassinos, os que adoram ídolos e os que gostam de mentir por palavras e ações” (Ap 22:14 e 15).

Muitos cristãos que trabalham num contexto indígena de culturas bem específicas e singulares, em que as festas são um elemento importantíssimo, já sabem que muitas das festas indígenas na verdade são luas que escondem uma triste e fria face oculta. Sabem que, do outro lado dessa alegria em festejar, em dançar e se congregar com seus parentes e se pintar, há relações cruéis de apaziguamento de espíritos que precisam ser aplacados de suas investidas opressoras para que possa haver uma boa economia diária na vida da comunidade. Creio, então, que a Bíblia nos afirma que há uma Festa verdadeiramente bonita e feliz oferecida pelo próprio Deus aos povos indígenas também. O receio de muitos indígenas (influenciados pelos inimigos do Evangelho) é que os missionários venham a proibir as alegrias de suas expressões culturais. Ao contrário, e este é o foco deste meu texto, precisamos anunciar a eles a alegria e o regozijo da reconciliação com Deus na celebração da Festa bonita de Deus! Portanto, ouçamos: eis o convite sendo feito pelo próprio Noivo, o Dono dessa Festa. E que essa bela noiva indígena, lindamente ornamentada, possa também estar preparada para responder ao seu Noivo: “Venha! Venha! Venha! Eu também quero festejar”!

Para saber mais, clique na imagem acima!

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