Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte, e duro como a sepultura o ciúme; as suas brasas são brasas de fogo, com veementes labaredas. As muitas águas não podem apagar este amor, nem os rios afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens de sua casa pelo amor, certamente o desprezariam (Ct 8: 6-7; Fiel).

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Canção do Brilho Soberano (São João da Cruz) - Cantares sobre Cantares (XVI)

Oh, se teu amor ardesse
tanto que minhas entranhas abrasasse!
Oh, se me derretesse!
Oh, se me queimasse
e o amor ao meu corpo e alma desatasse!

[...]

Tu ordenas que te chame
e aqui estou com suspiros te chamando,
Tu ordenas que te ame:
e eu estou ansiando,
mas, Senhor meu, e tu, até quando?

Quando vais me responder
e dar-me o amor aquesto que estou pedindo?
Volta, Senhor, para mim:
veja que estou morrendo
e parece que de mim estás fugindo.

[...]

Se esqueceste de mim,
meu Deus, meu doce amor, meu namorado,
[...]
tenha por mim algum cuidado.

3 comentários:

jose claudio disse...

Oi, Fábio, bom dia! Vim agradecer-lhe as visitas frequentes e carinhosas durante a minha ausência e dier que devagarinho estou voltando. OBRIGADO, meu amigo e um grande abraço. paz e bem.

Lamarque disse...

cantares, sempre cantares... para sempre cantares lamarque

Mariani Lima disse...

Q coisa!!! Muito belo, interessante e intrigante.
Ainda não comecei a leitura, mas vou começar rs..
Beijos nas meninas!

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