Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte, e duro como a sepultura o ciúme; as suas brasas são brasas de fogo, com veementes labaredas. As muitas águas não podem apagar este amor, nem os rios afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens de sua casa pelo amor, certamente o desprezariam (Ct 8: 6-7; Fiel).

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Bomba! Rede social favorita dos EUA (FACEBOOK) é um paraíso de pedófilos - Série: Proteja seus filhos (II)

O lado negro secreto do Facebook
Chelsea Schilling
(MATERIAL EXPLÍCITO: Esta reportagem contem detalhes explícitos de abuso sexual de crianças, conforme mostrado em várias páginas do Facebook. O WND imediatamente denunciou imagens de pornografia infantil e abuso sexual de crianças ao FBI. As fotografias censuradas aqui publicadas estão entre as mais moderadas que foram encontradas.
Ela é baixinha, morena, com olhos castanhos, mal completou 10 anos, e está nua; posando para o homem que a estuprou e trocou sua foto como moeda com milhares de predadores insaciáveis no Facebook.
A menina não sorri, porque sabe o que virá depois. Seu agressor irá compartilhar fotos e ganhar o direito de se vangloriar diante de milhares de outros depravados iguais a ele, que irão trocar suas próprias fotos eróticas (geralmente enviadas de celulares) de meninos e meninas que eles estupram.
Ela é linda. Aliás, poderia ser sua filhinha ou sua irmã mais nova. Seus cachinhos pendem sobre a sua jovem pele. Seu corpo nu mostra claramente que ainda não se desenvolveu. Mas tornou-se um brinquedo sexual, uma figurinha colecionável para adultos, um meio de excitar depravados sexuais pelo mundo.
Existem muitas outras meninas e meninos como ela; não em alguma revista vulgar nos fundos de uma livraria adulta, nem em um vídeo caseiro do Bairro das Luzes Vermelhas, nem nos becos de Bangladesh, mas em páginas de uma das mais bem sucedidas entre as novas empresas de internet no mundo.
Descubra o lado negro do Facebook, uma empresa onipresente com sede nos Estados Unidos, que está para fazer uma oferta pública inicial em que se espera avaliar a empresa em 100 bilhões dólares.
Imagens explícitas de crianças sexualizadas menores de 12 anos e de adultos estuprando crianças são colecionadas entre círculos de pedófilos no Facebook. Os print-screens publicados estão entre os mais “leves” dos que foram achados.
Outro perfil mostra um garotinho de certa de 8 anos, que se parece com um jovem esportista ou escoteiro da vizinhança. Ele foi forçado a se despir em uma cama, segurar os tornozelos atrás da cabeça para que seu captor fotografasse sua genitália e seu ânus.
Outro garoto, de cerca de 12 anos, está deitado de barriga para baixo em uma cama enquanto um homem adulto o penetra. A foto foi enviada por um celular, tirada ao vivo por uma terceira pessoa no quarto que observava o estupro da criança e enviava a imagem ao Facebook.
Em outras páginas, os depravados da pornografia infantil compartilhavam uma foto de duas meninas nuas se beijando e trocando carícias em um ambiente externo. Outro menino ainda, que aparenta cerca de 4 anos, recebendo sexo oral de uma criança cerca de dois anos mais velha.
Outras crianças na mesma faixa etária são mostradas sodomizando umas as outras, ou sendo estupradas por homens ou mulheres adultas, com links das fotos e vídeos postados no Facebook. Álbuns inteiros de meninos e meninas explorados estão visíveis para o público e compartilhadas com um mero clique.
Um usuário do Facebook identificado como “Kidsex Young” rapidamente adiciona outros com interesses similares para trocarem fotos e vídeos de abusos.
Na página do Facebook chamada de “Kidsex Young”, um homem pergunta aos outros, “Vamos trocar vídeos?” Outro usuário posta o vídeo de um homem nu acariciando um bebê em uma cama.

Perfil de um Predador do Facebook

Como parte de uma investigação secreta, o WND utilizou perfis falsos no Facebook e localizou dezenas de imagens de pornografia infantil após adicionar vários prováveis pedófilos e predadores que trocam milhares de fotos pornográficas na rede social.
Durante a investigação, comunidades inteiras de predadores foram facilmente encontradas no Facebook. Os pornógrafos infantis utilizam os grupos como pontos de encontro para encontrar outros com interesses similares. Muitos dos agressores listam interesses similares em seus perfis, incluindo termos como “treze”, “Lolita”, “Justin Bieber”, “incesto” e “PTHC” (sigla em inglês para “pornografia explícita pré-adolescente”). Suas atividades podem incluir “Receber fotos eróticas”, e assinam páginas de fãs explícitas no Facebook, postadas à vista de todos.
“PedoBear”, desenho de um urso pedófilo, utilizado por pedófilos para identificarem um ao outro no Facebook.
Na maioria dos casos, pedófilos e pessoas que compartilham pornografia infantil possuem dois tipos de amigos: 1) pervertidos sexuais que possuem interesses similares e 2) crianças inocentes que eles encontraram e adicionaram no Facebook. Muitos predadores estabelecem um relacionamento virtual com uma criança, convencem-nas a enviar fotos provocantes ou até mesmo as convencem a se encontrar com eles pessoalmente.
Os nomes abaixo são de grupos e páginas reais atualmente ou anteriormente disponíveis para usuários do site de todo o mundo:
Kidsex Young
Preteen Lesbians
10-17 Teen Bisexual
Incest (“curtido” 2,119 vezes em 19 de abril de 2012)
PTHC (preteen hard-core pornography)
12 to 13 Boy Sex
Young Gay Pics and Movie Trade
Gangbanging
Hot and Teen Lesbians
Bl*wjob Fan Page (curtido 1,662 vezes em 20 de abril de 2012, a maioria por meninas e algumas jovens aparentemente adolescentes)
Young Lesbians
Teen Sex
Love Little Kids
I.ncest Forever
Menfor Babygirls
Sex Little Girls
Nude Teens
F**k Young Girls
F**k Young Boys
Como o nome sugere, o “PedoBear” é um desenho de um urso pedófilo, utilizado por pedófilos para identificarem um ao outro no Facebook. No momento dessa reportagem, havia 267.064 páginas “curtidas” de dezenas de páginas cheias de grupos que continham o termo “PedoBear”. Em alguns desses grupos, o WND encontrou imagens bastante preocupantes.
Parece haver poucas restrições a esses grupos pela rede social.
Apesar de repetidas solicitações, o Facebook não respondeu as ligações telefônicas e e-mails do WND a respeito das numerosas imagens, vídeos ou páginas explícitas direcionadas a depravados sexuais.
Michelle Collins é vice-presidente da divisão da exploração de crianças no Centro Nacional de Crianças Desaparecidas e Exploradas, conhecida pela sigla em inglês NCMEC. O Ministério da Justiça dos EUA financia a organização sem fins lucrativos, que mantém um canal para denúncias de pornografia infantil e envia as pistas para as agências de segurança apropriadas.
Ela disse ao WND que o NCMEC recebe denúncias de todas as redes sociais.
“Se eles obtiverem conhecimento, a lei exige que denunciem”, afirma Collins. “Com a natureza global disso e com empresas do tamanho do Google, Facebook e outros, há indivíduos utilizando seus sistemas de todas as partes do globo. Então, em muitos casos, recebemos denúncias de empresas que indicavam que imagens de pornografia infantil eram enviadas de [locais pelo mundo]… A média no ano passado foi de cerca de três dias para que o conteúdo fosse removido”.
Ao ser perguntada se as páginas e grupos explícitos do Facebook poderiam agravar o problema, permitindo que milhares de predadores de crianças interagissem para trocar fotos, Collins acredita que sim: “Existem palavras-chave que indicam que indivíduos com interesses comuns por crianças estariam debandando para… Acredito que essa é uma razão muito boa”.

Por trás das imagens

A maioria desses predadores não está simplesmente procurando imagens de pornografia infantil. Em um estudo conduzido em 2007 pela Agência Federal de Prisões, no qual psicólogos conduziram uma pesquisa de opinião detalhada sobre o comportamento sexual de criminosos virtuais, 85% deles afirmaram ter cometido abuso sexual contra menores, de toques inapropriados a estupros.
O Ministério da Justiça dos EUA explica: “Na maioria dos casos de pornografia infantil, o abuso não é um acontecimento que ocorreu uma única vez, mas uma vitimização contínua que progride ao longo de meses ou anos.  É comum que os produtores de pornografia infantil cuidem de crianças ou cultivem um relacionamento com a criança, para com o tempo gradualmente sexualizar o contato. O ato de cuidar estimula uma falsa sensação de confiança e autoridade sobre uma criança com vista a insensibilizar ou quebrar sua resistência ao abuso sexual”.
Essa foto foi encontrada em um álbum postado em um dos vários perfis do “PedoBear”, personagem de desenho que os pedófilos utilizam para identificarem um ao outro.
Richard Lepoutre esteve ativamente envolvido na luta para proteger crianças do abuso sexual por mais de 25 anos, e é cofundador da luta contra pedófilos no Facebook com a campanha Parem com a Pornografia Infantil no Facebook. Ele também trava uma batalha contra a exploração comercial do sexo por meio do seu trabalho nas campanhas Stop Online Exploitation (Parem com a Exploração Online) e Men Against Prostitution and Trafficking (Homens Contra a Prostituição e o Tráfico).
“Não é apenas uma questão de imagens”, afirma Lepoutre. “Na maioria dos casos, essas imagens estão associadas a crianças abusadas sexualmente. Sabemos que isso é o que está acontecendo. Eu teria o cuidado de não caracterizar isso como pessoas ruins tirando fotografias de menininhas nuas ou seminuas. É muito mais do que isso, porque em quase todos os casos essa sessão fotográfica é a foto ou a filmagem do estupro de fato da criança”.
O colaborador de Lepoutre nessa batalha contra a pornografia infantil é Raymont Bechard, autor de “The Berlin Turnpike: A True Story of Human Trafficking in America,” (“Pedágio de Berlim: Uma História Verídica do Tráfico de Pessoas nos Estados Unidos”), uma análise histórica da exploração comercial do sexo e do seu lugar dentro de todas as comunidades americanas. Berchard também escreveu “Unspeakable: The Truth Behind the World's Fastest Growing Crime” (“Inominável: A Verdade por Trás do Crime que Mais Cresce no Mundo”). Ele lançou a campanha Men Against Prostitution And Trafficking, uma comissão de ação política contra o tráfico de pessoas nos EUA, e é cofundador da Stop Child Porn on Facebook.
Em “The Berlin Turnpike”, Bechard explica: “Sites de redes sociais como Facebook, MySpace e Twitter mudaram o jogo completamente. Com uma enorme popularidade (e crescendo a cada dia que passa), esses sites gratuitos oferecem ferramentas muito poderosas para homens que compram sexo, cafetões e pedófilos que colecionam pornografia infantil. Em um estratagema de marketing brilhantemente tortuoso, cafetões utilizaram esses sites de maneira que os homens não precisam mais procurar mulheres nas esquinas ou na internet. Por meio das redes sociais, as mulheres vão a eles…
“Muito mais flagrante foi a utilização do Facebook por pedófilos para se conectarem uns aos outros pelo mundo e trocarem material sexualmente explícito de crianças, outra forma de tráfico de pessoas, conforme legislação americana”.
Em um grupo do Facebook chamado de “Forbidden Incest” (Incesto Proibido), uma “adolescente” demonstra interesse por um “papai amoroso” e recebe resposta de vários pretendentes.
Bechart observa que um perfil do Facebook do início de 2011, sob o nome fictício de “Marcos Teia”, tinha mais de 500 “amigos” que trocavam fotos. Uma das primeiras imagens de sua galeria retrata uma criança de apenas 6 ou 7 anos.
“Ela não estava sorrindo na foto. Com a cabeça levemente inclinada para a direita, olhava envergonhada para a câmera. Seu cabelo estava arrumado em alto estilo, com fitas verdes e amarelas. Além da maquiagem, estava usando batom, lápis de olho e sombra. Estava em um ambiente externo, com o céu azul e colinas não identificadas no fundo. Segurava um boneco inflável do Patolino. E estava completamente nua”.
A coleção crescia a cada hora que passava. Depois que o perfil de “Marcos Teia” foi denunciado, desapareceu temporariamente, mas logo ressurgiu.
“Um dia ele estava no Facebook com centenas de amigos, cujos perfis também exibiam fotografias sexualmente explícitas de crianças e adultos no site da rede social, e no dia seguinte havia desaparecido. Poucos dias depois estava de volta, ávido por aceitar solicitações de amigos de quem quer que fosse”.
Bechard também encontrou o perfil de um “Marcos Robson”.
“As fotografias eram imagens explícitas de meninas, aparentando a idade de 3 a 9 anos”, explica. “As imagens mostravam essas meninas envolvidas em sexo vaginal, oral e anal. Algumas estavam imobilizadas com silver tape. De acordo com o mural do grupo, “sex little girls” tinha 51 membros e o número de fotos havia aumentado para 37, incluindo uma que parecia ser uma menina recém-nascida e a genitália de um homem adulto”.
Os depravados sexuais utilizam páginas como a “I.ncest Forever” (“Incesto para Sempre”) para se encontrarem com outros que têm interesses similares.

Fazendo anúncios de sites de pornografia infantil

Bechard disse ao WND que os colecionadores de pornografia infantil estão lucrando com a postagem no Facebook de links externos para suas galerias de vídeos no Facebook.
“Muitas dessas pessoas possuem galerias secretas e links para vídeos que baixaram ou fizeram eles próprios”, afirma. “É aí que eles ganham dinheiro, com vídeos”.
Durante uma investigação do WND, era comum encontrar links para sites externos de pornografia infantil, com títulos de fotos e vídeos. Abaixo estão alguns desses títulos:
“Arabian boy f–k his neighbor 13 yo” (“Menino árabe f**e seu vizinho de 13 anos”)
“Mom seduces son in bedroom” (”Mãe seduz filho no quarto”)
“Arabian teacher rapes his student” ("Professor árabe estupra aluno”)
“Boys f–k each other” (“Meninos f***ndo”)
“Arabian boy f–k his younger brother in the a–” (“Menino árabe f**e irmão mais novo no c*”)
“Circumcision of boys” (“Circuncisão de meninos”)
O administrador do grupo “Planet-of-Boys” (“Planeta dos Meninos”), postou um informe aos seus visitantes da sua página do Facebook:
“Visite nosso blog e bate-papo ao vivo, onde pessoas que amam meninos compartilham e-mails e links em segurança; você pode ser excluído se fizer isso no facebook, mas em nosso blog você não será excluído e irá se divertir o tempo todo”.

“Eles não faziam ideia de que isso existia”

Bechard disse que um dos maiores obstáculos é o de superar a falta de conhecimento do público sobre a pornografia infantil no Facebook.
“Um dos problemas é o fato de poucas pessoas sequer saberem que esse problema existe”, afirma. “Ninguém sabe disso”.
Bechard e Lepoutre informaram aos gabinetes de congressistas que trabalham na área de abuso infantil e exploração comercial do sexo a respeito da pornografia infantil no Facebook.
“Eles não faziam ideia de que isso existia, porque todos confessaram que adoram o Facebook”, afirma Bechard. “A rede social os ajuda a se elegerem ou a evitar que outros se elejam. Todo mundo utiliza o meio”.
Segue uma reportagem local a sobre a assustadora tendência:
As pessoas que se importarem podem fazer o seguinte:
Se você deparou com algum conteúdo que aparente ser de pornografia infantil, denuncie imediatamente ao Centro de Denúncias de Crimes Virtuais do FBI.
(A Parte 2 dessa série de reportagens irá examinar a resposta do Facebook e de autoridades de segurança a respeito da atual batalha contra a pornografia infantil no Facebook.)
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: “Kids raped, sodomized on Facebook pages

14 comentários:

CORAÇÃO QUE PULSA disse...

Que mundo é esse?!
Como podemos continuar aqui?!
Que futuro terá os nossos filhos?!
MEU DEUS! PROTEJA AS NOSSAS FAMÍLIAS.

É preciso divulgar isso....

FIQUEM COM DEUS....

Luciana Severo disse...

Caros amigos, isso é um absurdo ... um profundo desrespeito ao próximo, ao ser humano e pior a uma criança ... é um submundo nojento, são psicopatas, e pior, são aqueles que mesmo sabendo da existência do problema, o ignoram por ganância em ter retronos financeiros ... por que vc acha que o facebook não deleta esses individuos da rede social ? por que com certeza, as suas atividades ilícitas geram recursos ao face ... é abominável tal prática, eu me recuso a aceitar. Boa matéria, serve para alertar.

Tom Alvim disse...

Terrível realidade,
que possamos ter muita sabedoria divina para educarmos os nossos filhos. A minha oração é para que Deus proteja os nossos filhos dos pedófilos, dos homossexuais e de todos os seres que possam tentar destruir a inocência desses pequininos seres. Vigiemos e oremos, sempre!

Mariani Lima disse...

Que coisa terrível, meu irmão!!!DEUS NOS LIVRE DESSES MONSTROS. Vou compartilhar.
Abraços.

Smareis disse...

Olá meu amigo!
Triste ver essas crueldade com as crianças.Uma realidade triste.
Acontece isso até dentro do proprio lar.
Isso parece uma doença que espalha a cada dia mais. Nem sei como classificado um ser humano que pratica atos como esse. Isso é do coisa do maligno.
Acredito que devem rolar muito dinheiro por trás , por isso ninguém consegue deter esses animais com pele de cordeiro. A facebook ia acabar virando centro da atenção dos pedófilos. As pessoas não sabem o perigo que correm colocando dados e fotos de seus filhos nessas comunidades.
Eu nunca me liguei muito em comunidade, tenho o face mais quase nem passo por lá.
Que os pais fica mais atento com suas crianças.

Muito sábia e reflexiva sua postagem.

Grande abraço!
Ótima semana.

QUAL CAMINHO SEGUIR? disse...

Olá amigos tudo de bom, por favor meus queridos amigos, não se iludam
Essa de que denunciaram pro FBI
"Federal Bureau Investigator" é piada das mais hilariantes o FBI sabe de tudo está por dentro de tudo, essa é famosa regra de três, amigos eles todos pertecem ao mesmo grupo se Agência ai chamada FBI não estão por dentro do que acontece então quem está? tem espioões lá que fazem isso de propósito esse é o trabalho deles, quem intermédia a venda de drogas no méxico e no afeganistão? dê olhada no vídeo que eu postei dias atrás. bem é isso tudo farinha do mesmo saco acreditar no FBI é viver no país das maravilhas.
Mais qualquer forma bom esse post
Nos ensina a ficar espertos com nossos filhos. Boa semana a todos

Guiomar Barba disse...

Felizes aqueles que não tiverem filhos no futuro que nos espera. Imagina o que Deus vê e nós não vemos...

Alessandra Santos. disse...

Nossa não dá nem pra comentar é terrível até pra se ler. Ainda não sou mãe, mas sou tia e professora e repudio todo e qualquer tipo de pedofilia.

Mas... Milllllllllllllllll perdões pela exclusão lá no meu blog rsrsrs. Prometo que meu próximo post não vou esquecer de acrescentar um (do) a queridas e um (os) a minhas amigas.
Foi uma gafi daquelas. rsrsrs

Deus te abençoe.

Alessandra Santos. disse...

A música é esperança (instrumental) do Diante do trono.

Casal 20 disse...

Querido "qual caminho a seguir?", concordo contigo. Pelo tamanho do fenômeno do facebook certamente já se sabia de tudo. Como dizia minha mãe, maracutaia é aquilo que você não participa. Assim, pode ser até resultado de brigas internas. Mas eu sei que há certamente algo por trás. Concordo contigo.

Abraços sempre afetuosos.

Fábio.

Casal 20 disse...

Queridos amigos, foi muito bom receber a visita de todos aqui em casa (mesmo sendo um tema tão chocante e horrível). Estarei visitando a casa de cada um de vocês também. Com carinho.

Abraços sempre afetuosos.

Fábio.

Luciana Severo disse...

Amigos tem selinho especial pra vcs lá no blog, passa lá e pega bjsssss

Jorge Fernandes Isah disse...

Fábio,

a pedofilia, o homossexualismo, incesto e demais práticas sexuais anormais e antinaturais, são resultado do afastamento cada vez maior e crescente do homem de Deus. Em tempos de se erguer mais alto um "altar para o homem", ele desce a profundezas inimagináveis.

E todo o contexto social e jurídico é favorável a essas práticas; e, tudo leva a crer que, não muito distante, serão consideradas "normais e saudáveis".

Veja como mesmo entre cristãos o adultério, o homossexualismo e o "sexo livre" têm alcançado guarita, como se diz por aqui.

Enquanto os cristãos não travarem uma guerra declarada ao pecado [mas ao pecado pessoal antes de tudo], veremos a barbárie se institucionalizar. Ou as pessoas pensam que os governos e redes sociais se preocupam com a moral e a ética? Se nós, que deveríamos defendê-las não o fazemos?

Uma reportagem aterradora, que revela o quanto o homem pode ser asqueroso, nojento e abominável.

Que o Senhor nos abençoe e capacite a ser luz, e a impedir que as trevas prevaleçam. Esta é a nossa responsabilidade diante dele e do próximo.

Grande e forte abraço!

Cristo o abençoe!

Cris Campos disse...

Esse assunto é um horror mesmo... Lamentável tudo isso. Essa chaga está em toda parte, com esse lance de Redes Sociais eles ganharam um fôlego extra e o quadro ficou ainda mais assustador. Não entendo mesmo como esse tipo de empresa funciona, tentei uma vez abrir uma conta no Face, usando algumas sutis informações suspeitas, a fim de observar como eles iriam proceder.. Qual foi minha surpresa! Eles pediram até número de meus documentos para que eu conseguisse abrir a outra conta, que, segundo eles, precisavam de algumas confirmações da minha identidade para saberem se eu era eu mesma! Pode? E esses caras? Como que esses bandidos conseguem tudo isso?? Adorei o post Fábio, embora seja uma lástima mesmo ler essas coisas. Vou compartilhar o link lá no meu perfil e página do Face, com sua permissão claro! Te garanto uma coisa, quase ninguém vai curtir isso.. Mas, se fosse uma piadinha qualquer... milhares certamente curtiriam. Enfim, são os valores desse mundo vil. Gr. Abrç!

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