Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte, e duro como a sepultura o ciúme; as suas brasas são brasas de fogo, com veementes labaredas. As muitas águas não podem apagar este amor, nem os rios afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens de sua casa pelo amor, certamente o desprezariam (Ct 8: 6-7; Fiel).

sexta-feira, 16 de março de 2012

Renata Gusson Martins - Uma Mulher Brasileira Denuncia a Verdade sobre o Aborto na Subcomissão Permanente em Defesa da Mulher (CDHSPDM)

Pró-vida: vídeo teve aproximadamente 10 mil visualizações em dois dias
-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-
Leia também: Brasileiros Pelo Direito de Decidir contra a Vontade da Fundação Ford
-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-

Quem é ela? A brasileira comum que representou a cada um de nós, no vídeo acima, escreveu para este blog contando um pouco sobre sua reação ao saber da divulgação do vídeo e  demonstrando ainda mais suas convicções pró-vida. 
 (...)
Sem mais, com vocês: Renata.
*** 

Meu nome é Renata Gusson Martins, tenho 30 anos, sou de São Paulo, e sou eu a mulher que se pronunciou no vídeo repercutido pelas redes sociais, no qual falo sobre a defesa da vida. Pra mim está sendo uma surpresa tudo isso, o alcance das minhas palavras durante reunião transmitida pela TV Senado no dia 08 março, Dia Internacional da Mulher, direto da Subcomissão Permanente em Defesa da Mulher (CDHSPDM).

Eu sou uma cidadã brasileira comum, casada, mãe, profissional… Apenas mais uma entre milhões de mulheres que fazem o Brasil. Para mim, toda essa divulgação que a mensagem em defesa da vida ganhou nesses dias é a confirmação evidente de algo muito interessante: acredito que, na verdade, servi de porta-voz para um batalhão de mulheres (e homens também) que, se estivessem naquele mesmo lugar e momento, teriam dito coisas semelhantes às que eu disse.

No fundo é o que toda gente de bem faria! É o que noto com os “aplausos” e tantos comentários favoráveis. Tive a nítida impressão que minhas palavras somente puderam encontrar eco nos corações e nas mentes porque esses mesmos corações e mentes carregam em si o respeito pela vida e o rechaço veemente ao aborto.

Eu quero contar como tudo isso aconteceu.
Na semana passada eu estive em Brasília com o intuito de participar da reunião da subcomissão na data em que civilmente comemoramos o Dia Internacional da Mulher. Quis estar lá para expressar àquelas que deveriam nos representar, no Congresso Nacional, que qualquer política pública que nos pretenda dizer que “só seremos felizes e livres” no dia em que tivermos acesso total ao aborto, é frontalmente contrária ao genuíno bem-estar da mulher brasileira.

Acredito que o dia em que se disser a uma mulher “negra e pobre” que o melhor que a saúde pública pode lhe oferecer é a possibilidade de matar seu filho indefeso da mesma forma que “brancas e ricas” fazem em clínicas particulares sem ter que arcar com o ônus criminal e ser tratada de forma “humanizada”, será o dia mais cruel e perverso para ela, pois será ela a que mais será convencida a abortar seus filhos “negros e pobres” indesejados pelo Establishment.

E essa não é uma compreensão nova para mim. Sempre fui contrária à prática do aborto! Mas, em 2010, especialmente durante o período eleitoral, eu comecei a interessar-me mais pela questão e fui conhecendo melhor – naqueles conturbados e inesquecíveis dias dos meses de setembro e outubro de 2010 – a verdadeira dimensão do que significa a “estratégia abortista”.

Lembro-me que estudei diversos documentos disponibilizados na própria internet, e que explicam o papel fundamental das Fundações Ford e MacArthur, entre outras, na promoção do aborto no Brasil e nos demais países da América Latina.

Li, com muito interesse e surpresa, como o caso da menina de Alagoinha (PE) – estuprada e grávida com apenas nove anos de idade – foi usado propositalmente por ONGs feministas pró-aborto – com o respaldo de uma parcela bastante significativa da mídia brasileira – para “comover” a opinião pública e ajudar no debate favorável à descriminalização do aborto.

Durante a leitura dos documentos procurei averiguar os diversos links que eles ofereciam e, para meu espanto, tudo ia se confirmando e cheguei à conclusão de que toda essa “conversa” de saúde e direitos sexuais e reprodutivos não se trata de outra senão a legalização total e completa do aborto em todo o mundo que, num futuro não tão distante, viria a ser declarado como um direito humano pela Organização das Nações Unidas (ONU).

A legalização do aborto não se trata de um “progresso dos tempos”, como nos querem fazer acreditar. Não é algo como dizer que antigamente as mulheres não votavam, não trabalhavam fora de casa e hoje o fazem, logo, hoje devem ter direito ao aborto como apenas mais uma aquisição de direito
Não, não e não!
O que se verifica é que esse movimento aparentemente natural está sendo propositalmente financiado e conduzido. E nós não podemos deixar de notar que é extremamente genial.

Estão usando as próprias mulheres para lutarem pelos “direitos” da mulher. Ora, que pessoa em sã consciência deixaria de achar justo que uma mulher queira angariar direitos para si e suas demais concidadãs?

É por isso que encontramos juristas e tantos outros homens que acreditam que o aborto deva ser legalizado porque é uma “luta da mulher”. Realmente fica parecendo que é a mulher quem, espontaneamente, se deu conta que deve ter acesso ao aborto legal. Entretanto, ela está sendo apenas manipulada para agir assim.

Foi isso que eu quis frisar na reunião da Subcomissão de Defesa da Mulher. Infelizmente o tempo foi muito curto e não havia a mais remota possibilidade de abordar esse problema de modo mais profundo.

Faltou tempo para falar que corremos um risco iminente de vermos solapados os valores verdadeiramente democráticos de nossa nação, uma vez que – pasmem! – 16 juristas decidiram, contrariando mais de 80% da população do Brasil, que o aborto deva deixar de ser crime em diversas situações.

Estou falando sobre a aprovação do anteprojeto de reforma do Código Penal feito pela comissão de juristas indicados pelo Senado. Eu realmente me pergunto como é possível que o destino de milhões de brasileiros inocentes possa estar na mão de 16 (dezesseis!) pessoas que, com a maior ligeireza e aparente surdez à grande manifestação pró-vida presente à audiência, votaram “a toque de caixa” pela descriminalização do aborto.

Diante de tudo o que disse, eu gostaria de dirigir um “apelo a todos os brasileiros e brasileiras” para que, primeiramente, estudem e se aprofundem no assunto. Sem conhecimento não é possível defender a vida nos dias atuais.

Importa não desanimar e saber que contra a ideologia temos que usar copiosamente da palavra. A palavra é como a roupa do pensamento! A mim, me parece que o futuro e o destino da defesa da vida passam pela maior difusão e conhecimento possíveis das inúmeras peças do enorme quebra-cabeças da “cultura da morte”.

Gostaria de concluir essa breve apresentação que tantos pediram fazendo um convite. Convido você que é comprometido com a defesa da vida humana, e mesmo você que talvez tenha se deparado somente agora com essas informações e que pode estar impressionado com tudo o que disse agora, a acessar os links desta mensagem e imprimir os documentos.

Comece a empreender um estudo sério e comprometido dos mesmos. Da sua atuação pode depender a vida de muitos brasileiros e outros latino-americanos. Parece demagogia, mas esteja certo de que não é. Forme grupos de estudo, faça reuniões para aprofundar o tema. Há bastante material sério para ajudá-lo nessa tarefa.

E se puder pedir algo mais, eu pediria a você que acompanhasse o trâmite da defesa da vida especialmente no Senado, com a reforma do Código Penal. Talvez seja necessário que muitos de nós nos dirijamos a Brasília em dias-chave para impedir o genocídio.

Se isso vier a acontecer, peço insistentemente que você não pense que “uma andorinha não faz verão”. Talvez seja você aquela andorinha que, junto com outras, possa fazer o mais lindo dos verões: o verão da vida assegurada em seu início como um direito de todos os brasileiros.

Muito obrigada pelo carinho de todos, pela atenção e pela divulgação do vídeo. Façamos a nossa parte para que mais pessoas tenham acesso à verdade sobre o aborto.

6 comentários:

Casal 20 disse...

Queridos leitores, é chegada a hora de defendermos quem não pode se defender! Não podemos clamar por justiça, enquanto milhares de abortos têm ocorrido bem debaixo dos porões de nossa frágil teia social e enquanto há um projeto no Congresso que urge em legalizar não só o aborto, mas a eutanásia e o infanticídio (amenizando as penas deste)!!!

Há uma mentira sendo pregada para que o aborto seja legalizado no Brasil. Por favor, divulgue este post!

Vamos nos unir por esta causa! São vidas que estão sendo ceifadas, há um terrível grito sendo dado no silêncio dos úteros e a Igreja precisa abraçar a defesa dessas crianças antes que seja tarde.

É o direito pela vida humana do feto! É o direito humano de nascer! É o direito à liberdade! É nova luta pelo direito ao "ventre-livre"!

Igreja, não se cale!

Abraços sempre afetuosos.

Casal 20!

Janaina Cruz disse...

Querido casal 20.

Aborto não é respeito a mulher, e sim desrespeito a vida... Voces colocaram no blog, um material riquíssimo.

Vou compartilhá-lo.

Abraços mil

António Jesus Batalha disse...

Amigo Fabio, mais uma vez o Google deletou meus seguidores, sei que não vão resolver o problema, por isso resolvi começar tudo outra vez. A Verdade Que Liberta vai ser desativada. Como já seguia a Verdade Que Liberta, venho pedir que siga agora o Peregrino E Servo. Eu retribuirei de volta. Obrigado.

Casal 20 disse...

Querida Janaina, muito obrigado pelo apoio em defesa da saúde da mulher e em defesa da vida do feto.

Abraços sempre muito afetuosos.

Casal 20!

Jorge Fernandes Isah disse...

Fábio,

divulguei o vídeo no facebook e o disponibilizarei também em um dos meus blogs. Na verdade, a atitude da Renata foi corajosa, e sua denúncia de que o movimento abortista mundial financia ongs e grupos feministas para alterar a legislação dos países onde esta prática é proibida, que nada mais é do que assassinato, seja legalmente lícita [o que ainda a mantém na qualidade de moralmente ilícita].

Sabemos que essa é a estratégia do movimento mundial marxista, para se estabelecer um "governo" onde todas as esferas da sociedade estejam subjugadas aos seus interesses. Faz-se necessário controlar tudo, inclusive o pensamento, para que a sanha totalitária se estabeleça.

Por isso grupos como a Fundação Ford estão por trás de todo investimento financeiro a universidades e institutos de pesquisa para que as diretrizes da sua cartilha sejam difundidas e estabelecidas, especialmente em países emergentes e do terceiro e quarto mundos [já que os do primeiro mundo estão controlados].

O que a Sra. Renata disse sobre o financiamento dessas fundações aos grupos abortistas, incluindo-se parlamentares, travestido-o de direito, não passa de compra da consciência. Um negócio como outro qualquer, onde a moral é apenas um detalhe irrelevante, assim como a vida.

Parabéns a ela, mais uma vez, pela coragem de denunciar o engodo feminista de que o aborto é um direito da mulher. Há um ditado que diz que o meu direito termina quando começa o do outro, e aqui, descarada e malignamente, querem dizer que o feto ou o bebê não tem direitos pois não é uma pessoa [logo, não pode se enquadrado como o "outro"]. Guardadas as devidas proporções, seria o mesmo que não plantarmos sementes ou mudas porque elas ainda não são árvores. Por esse motivo é que a sociologia, antropologia, psicologia, e demais ciências humanas, são controladas por essas fundações para forjarem pesquisas e relatórios a fim de se alcançar os resultados que elas, fundações, querem.

Forte abraço!

Cristo o abençoe!

Casal 20 disse...

Valeu, Jorge. Ótimo comentário! Pura verdade. Sigamos salgando na luta pelos que não podem brigar pelos seus próprios direitos! E que a Igreja abra os olhos e desperte.

Abraços sempre afetuosos.

Fábio.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...