Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte, e duro como a sepultura o ciúme; as suas brasas são brasas de fogo, com veementes labaredas. As muitas águas não podem apagar este amor, nem os rios afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens de sua casa pelo amor, certamente o desprezariam (Ct 8: 6-7; Fiel).

quarta-feira, 28 de março de 2012

A Proibição da Publicidade Infantil (ou "Liberdade versus Igualdade, de novo")!

Conheça o site: SOMOS TODOS RESPONSÁVEIS!




Responsabilidade




Mães e pais no mundo todo estão preocupados com a influência das mídias na formação dos filhos. Se você acha que estimulá-los e protegê-los é responsabilidade de todos, participe dessa campanha.

Este movimento é uma iniciativa da Abap (Associação Brasileira das Agências de Publicidade), que reconhece o poder de persuasão da propaganda e sabe que é preciso haver limites e regras e muita responsabilidade. Mas alguns radicais acreditam que proibir sumariamente a publicidade é a melhor solução para proteger as crianças do consumismo e de outros “ismos” e supostos riscos não claramente definidos. Perguntamos: será mesmo?

A relação entre a publicidade e as crianças é delicada, mas nós não acreditamos em passe de mágica, principalmente num mundo em transformação, em que as crianças desbravam e exploram novas mídias e novas possibilidades antes mesmo de seus pais e educadores. Além do mais, precisamos encarar os fatos: hoje as crianças já nascem envolvidas pela mídia, a propaganda está em todo lugar, no cinema, em livrarias, dentro do ônibus e nos elevadores.Quem acha hoje que banir a publicidade resolve, amanhã precisará explicar o que devemos fazer com a internet, com o merchandising, com os painéis eletrônicos nas ruas….Será que a solução é proibir tudo, baixar uma cortina de ferro? Nós acreditamos que não.

Confiamos no caminho da liberdade, da responsabilidade, do diálogo, da educação e de muito trabalho e envolvimento de todos. Conhecemos muitas ideias bem intencionadas e tocantes que resultaram em interferências brutais em nossas vidas. Agora estamos diante de uma questão muito mais ampla, muito mais complexa do que é percebida pelos radicais que acreditam no caminho da proibição. Estamos falando de como as crianças se relacionam com a mídia. E hoje, a mídia é um mundo sem fronteiras.

Neste momento, vários países estão debruçados sobre este assunto. E contamos nos dedos de uma única mão os que adotaram proibições. O que muitos e muitos já perceberam é que ensinar as crianças a viver essa realidade é muito mais eficiente do que tentar proibi-las de conhecê-la. Todos reconhecem que as crianças precisam da ajuda de adultos para fazer boas escolhas. Nós podemos contribuir com sua formação ajudando-as a decifrar e a lidar com essas novas situações e não tapando sua visão.

O caminho da educação é muito mais longo e difícil de ser trilhado, mas sua eficácia já está comprovada.

Fonte

Para o contra-peso desta opinião, democraticamente, acesse a página no facebook INFÂNCIA LIVRE DE CONSUMISMO

Para aprofundar mais no assunto, CLIQUE AQUI: LIBERDADE VERSUS IGUALDADE

ATENÇÃO: A ideia deste post surgiu do Blog Libertatum, do Klauber Pires.

4 comentários:

Mariani Lima disse...

Esse tema é delicado,deve ser debatido mesmo.Não acho que se deva colocar filho em redomas,e sim prepará-los para o mundo fazendo-os raciocinar,criticar.
Já esses dias coloquei o rapazinho aqui em casa para fazer cálculos. Como um ovo de páscoa de 170gr pode valer 10 vezes mais que uma barra de chocolate com a mesma quantidade? Não o convenci mas o fiz pensar. Coloquei uma pulga atrás da orelha.Tb não o faço pular etapas mas ele já é capaz de refletir,dessa forma vou quebrando essas imposições de mídia e de sociedade. Todos somos responsáveis mesmo mas temos que lembrar que nem sempre podemos contar com pais presentes e devemos refletir sobre os impactos de certas propagandas na mente das crianças. O apelo ainda é muito forte.
Abração! Ótimo texto.

Casal 20 disse...

Mariani, perfeito! Fiz o mesmo aqui em casa. O ovo da Páscoa de 200 g vale 30 reais e a barra de chocolate de 500 g vale 16 reais. Mostrei isso para Aninha e combinamos de comprar a barra.

Também vejo esse obstáculo da falta de pais presentes ou de famílias esfaceladas. Até porque em muitas casas (de ricos e pobres) a tv virou babá e não há nenhum filtro. É preciso chamar os pais à responsabilidade.

Abraços sempre afetuosos.

Fábio.

Smareis disse...

Esse é um assunto que precisa de maior responsabilidade da parte dos pais. A educação nos dias de hoje esta meia complicada.
Os dialogos é ainda uma solução
melhor que existe. Não adianta privar os filhos de tantas coisas, precisa sim prepara-lo para que eles possa saber enfrentar tudo isso.

Adorei a postagem!

Grande abraço !

Casal 20 disse...

Verdade, Smareis! Mais educação e menos lei. Mais apoio aos pais e menos presença opressora do Estado. Penso assim.

Abraços sempre afetuosos.

Fábio.

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