Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte, e duro como a sepultura o ciúme; as suas brasas são brasas de fogo, com veementes labaredas. As muitas águas não podem apagar este amor, nem os rios afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens de sua casa pelo amor, certamente o desprezariam (Ct 8: 6-7; Fiel).

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Um poema sagrado... - Cantares sobre Cantares (XIII)


À casa do vinho, levou-me,
e seu amor divino, eu lá senti;
cercou-me de maçãs, e perfumes,
as feridas, e eu estou muito doente de amor.

Ao quarto do vinho, penetrou-me:
descuidada, eu segui seu estandarte,
valei-me, amor, que eu estou perdendo os sentidos.

(Frei Luis de León em sua interpretação alegórica de Cantares 2:4)

 

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