Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte, e duro como a sepultura o ciúme; as suas brasas são brasas de fogo, com veementes labaredas. As muitas águas não podem apagar este amor, nem os rios afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens de sua casa pelo amor, certamente o desprezariam (Ct 8: 6-7; Fiel).

sábado, 30 de abril de 2011

A concupiscência da liberdade e a cultura consumista




Vocês gostariam de participar de um sorteio?”, abordou-nos o rapazinho. Todavia, como viríamos a descobrir, não havia sorteio algum e aquilo era apenas uma isca falsa, um peixinho de plástico preso à linha de uma vara que fora lançada e esperava por um estulto. Portanto, a porta de entrada já fora uma mentira. Daí em diante, o rapazinho nos levaria às mãos da vendedora e assistiríamos a uma avalanche de informações e imagens cujo objetivo era tão somente a supervalorização do nosso poder de decisão.


Vocês trabalham o ano inteiro, então merecem dar para sua família as melhores férias possíveis”, insistia a vendedora. “Vocês já imaginaram as suas filhas chegarem no 1º dia de aula e não terem nada para contar na redação que a professora delas vai pedir sobre as férias?!”, dizia-me com uma expressão de profundo terror, tentando incutir em nós, cruéis pais, toda a responsabilidade pelos traumas que nossas filhas iriam carregar pelo resto da vida delas. A lógica é simples: sem Disney hoje, amanhã elas se tornarão delinquentes do Comando Vermelho e diante do juiz elas poderão se declarar vítimas de uma educação castradora, opressora e puritana.


Vocês podem proporcionar as melhores férias, nos melhores resorts, então, por que não?”, espantava-se a ansiosa vendedora. Incansável, levou-nos a uma pequena sala e ali assistimos a um vídeo com cenas paradisíacas e efeitos oníricos. Tudo muito clean naquele universo de infinitas possibilidades esperando apenas por nossa “livre” adesão. Enquanto as cenas desfilavam diante dos nossos olhos casais apaixonados e filhos realizados, uma voz repetia o mantra: “Eu posso, eu sonho, eu realizo, eu mereço, eu quero, eu faço”!


Ao acender das luzes, comecei a ficar preocupado se não teriam colocado alguma droga na água que nos ofereceram. Não, não recorreram a esse artifício, mas, ainda assim, o palco havia sido armado para nos atordoar a razão. A sala da entrevista era tão ruidosa por causa dos outros casais (estes também se encontravam com seus respectivos vendedores) que, com trinta minutos de conversa, eu já não conseguia absorver mais nada do que aquela moça estava me explicando. Passei a concordar com a cabeça e percebi que começava a deixá-la pensar por mim. Vez em quando, alguém erguia a voz noutra mesa e chamava a atenção de todos, enquanto anunciava: “Um minuto, por favor, estão diante de mim o senhor fulano e sua esposa beltrana e eles acabam de se tornar os mais novos proprietários de férias na nossa empresa. Vamos todos dar uma salva de palmas para eles”. Assustadoramente, todos ali batiam as solicitadas palmas!...


Todo aquele cenário ia ao encontro de uma cultura de livre-arbítrio, uma aposta na soberania do “eu”, que escolhe, que determina, que manda, que merece e crê que todo o universo vai conspirar a seu favor. “A proposta é boa para vocês, está dentro do orçamento da família, então é um direito de vocês essa escolha”! Era o ultimato da nossa vendedora, cujas mãos começavam a tremer e a voz embargar diante da nossa impassibilidade. “Por que não?”, era a pergunta que saía repetidas vezes da boca daquela turismóloga. “Verdade, eu posso, não há nada de errado, não há imoralidade alguma aqui envolvida... mas ainda assim nem tudo convém”! Poderia convir ao outro, mas não para mim.


Paradoxalmente, aqui apresentava-se o ponto: convém ao “outro” e não a mim! Embora todo espetáculo de propaganda e marketing – com seus símbolos de soberania, autonomia, independência e liberdade - seja estrategicamente montado para colocar a minha decisão na ribalta, tudo na verdade era tão somente uma chamada ao “outro”. É a proposta para ser o que eu não sou: uma outra vida, um outro lugar, outros valores, outra biografia. Tudo aquilo quer arrancar de mim o outro ou transubstanciar-me em outro. Não sou eu. 


A proposta da serpente no Éden era muito boa não para Eva, mas para a “outra”. Não para a identidade real essencial criada por Deus, mas para uma “outra” Eva e um “outro” Adão que tomaram forma no imaginário daquele primeiro casal. O consumismo quer nos arrancar da nossa identidade real - redimida e redefinida por Deus - e lançar-nos no mundo imaginário do “outro”, que é aquele que não sou eu. Assim, subvertendo Sartre para que ele concorde comigo: o inferno é o “outro”!


Fomos embora, desvencilhados pelo Espírito dessa teia de consumismo lançada sobre nossa cultura que endeusa o poder de escolha de pessoas que se julgam livres. Contra o consumismo que arremessa sobre nós sua rede de engodo, só há uma saída: discernirmos se é da vontade do Pai e não apenas um simples capricho da nossa cultura de livre-arbítrio. A concupiscência da liberdade é a maior neurose coletiva dos nossos tempos. Tal neurose – que atinge ricos e pobres - é o sintoma de um fetichismo que apenas desvela a natureza demoníaca da sanguessuga e suas filhas Dá, Dá (Pv 30:15). Estas pretendem esmaecer a proposta evangélica de uma vida regida pela piedade com contentamento oferecida graciosamente por Deus a todos os seus filhos por meio de Jesus Cristo.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

O desafio da fidelidade (Betty Milan)

"O verdadeiro amor é particularmente exigente - ele é uma forma de ascetismo, enquanto a libertinagem é uma forma de resignação. É como se sucumbíssemos a nós mesmos".


Quem se casa por amor aceita o desafio de não mudar de idéia durante décadas. O que é problemático, porque, se a fidelidade é uma das condições do amor, pela própria natureza do desejo, a infidelidade nos ronda constantemente. Queira-se ou não, o objeto do desejo pode mudar.

Nós estamos expostos à paixão e nem sempre é possível reisistir a ela. Ocorre-me a história de um senhor bem casado de 70 anos, que se apaixonou loucamente por uma moça. Ele me escreveu perguntando se deveria ou não se declarar. Posso dizer que não? A paixão lhe propicia a ilusão da juventude, e esse senhor talvez não tenha como renunciar a ela sem sofrer consequências sérias. Um clássico da literatura serve de exemplo: Quando Dom Quixote, pressionado pelos familiares e amigos, abriu mão de ser cavaleiro andante, ele morreu.

A paixão suspende a realidade, e nós desejamos isso. Todos temos dentro de nós algo de Madame Bovary, a personagem de Gustave Falubert que se tornou a encarnação do adultério. Enquanto escrevia o romance, Flaubert se queixou inúmeras vezes: "Bovary me aborrece"; "Esse assunto burguês (a infidelidade) me enoja"; "Maldita idéia de escolher um tema como esse". No entanto, ao terminar o livro, ele declarou: "Bovary sou eu", tornando pública a sua identificação com a personagem.

Quando o romance foi editado, o escândalo foi tal que processaram Flaubert por ofensa à moral pública e à religião. Acusavam-no de ter feito a apologia do adultério, além de ter sido ponográfico ao descrever cenas de sexo. Hoje, nenhum escritor seria processado pela mesma razão, ao menos no Ocidente. O drama de Bovary é eterno - o descompasso entre o ideal do amor e a relaidade do desejo é incancelável. Assim, o "juntos para sempre" é um voto que permanece sempre sob ameaça, visto que uma paixão inesperada pode transformar amantes em ex-amantes.

Como disse o mexicano Octavio Paz, no grande livro que escreveu quando contava quase 80 anos, A Dupla Chama, o amor é uma paixão que quase todos veneram e poucos vivem realmente. A exclusividade é a exigência ideal do amor, porém a infidelidade é comum na vida dos casais.

É claro que entre exclusividade e promiscuidade há gradações e nunaces. A infidelidade pode ser consentida ou não, frenquente ou ocasional. Quando é consentida e praticada por só um dos cônjuges, provoca sofrimento no outro. Quando os dois cônjuges são conssentidamente infiéis, há uma baixa da tensão passional e a tendência é que a relação arrefeça. Nesse momento, a paixão é substituída pela cumplicidade erótica, e nada mais. Porque o verdadeiro amor é particularmente exigente- ele é uma forma de ascetismo, enquanto a libertinagem é uma forma de resignação. É como se sucumbíssemos a nós mesmos.

A psicanalista e escritora Betty Milan assina a coluna Consultório Sentimental em Veja.com. Uma vez por mês, ela publica em Veja um artigo especialmente escrito para a revista impressa.

Revista Veja, Editora Abril, edição 2206-ano 44-nº9,2 de março de 2011, página 121.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Elisa Kyan - novas notícias (Vamos orar e nos mobilizar pelo Japão)



RELATÓRIO DE VIAGEM AO NORDESTE DO JAPÃO
  
Agradeço aos irmãos e intercessores os inúmeros emails enviados durante esse tempo de crise pós-catástrofe no Japão e também as ofertas em prol do Japão.  A nação está vivendo tempos difíceis depois do terremoto e tsunami de 11 de março e com a crise nuclear que ainda não foi solucionada.  Os mortos e desaparecidos somam cerca de 28 mil pessoas.  Nos primeiros dias o numero de desabrigados chegou a 500 mil pessoas.  Hoje reduziu para menos de 140 mil pessoas. Algumas pessoas foram deslocadas para outras regiões.  Outras pessoas preferiram permanecer em suas cidades esperando a reconstrução de suas cidades e vilas.  Há locais que não poderão mais ser reconstruídas porque não há condições de segurança.  A zona de exclusão por causa da radioatividade também é outro problema sério.

Muitas pessoas da comunidade brasileira estão assustadas com a situação atual, principalmente com a questao da radioatividade, além de estarmos vivendo em clima de incerteza quanto ao futuro da comunidade decasségui.  Alguns setores estão operando quase que normalmente, mas algumas fábricas estão operando no mínimo e outras estão paradas por falta de peças.  Ouvimos comentários de que serão necessários cerca de seis meses para que a produção seja normalizada. E o período de reconstrução deve durar cinco anos.
Porém, a situação de crise que temos vivenciado também tem sido o tempo propicio para evangelização e queremos aproveitar cada oportunidade que Deus tem nos dado nos envolvendo em atividades que possam cooperar para que mais pessoas venham a conhecer o Salvador do Mundo, o Único que pode nos dar a verdadeira paz e segurança.

Ao mesmo tempo a comunidade brasileira tem se envolvido em campanhas para ajudar as vitimas da região nordeste.  No entanto, não é nada fácil ajudar por causa dos entraves burocráticos.  Tudo aqui no Japão tem que ter autorização.  As iniciativas particulares não são muito bem-vindas. 

Como igreja do Senhor Jesus no Japão cremos que temos que nos envolver de maneira prática para ajudar os que sofrem. 

Nos dias 8/9 de abril, a AMEJ (Associação de Ministros Evangélicos no Japão – entidade da qual faço parte) organizou um treinamento de Socorro Emergencial ministrado pela REDE SOS GLOBAL que trouxe uma equipe do Brasil liderada pela Miss. Margaretha Adiwardana, a presidente da Rede.  Tivemos a participação de 123 pessoas nos dois dias e nesse curso formamos uma equipe que partiu no dia 10 de abril com 14 pessoas da província de Aichi, Shizuoka e Fukui: pastores, missionários, leigos e quatro membros da equipe da SOS GLOBAL para uma viagem de dois dias de reconhecimento na região nordeste do Japão, visando desenvolver projetos voltados para ajudar as igrejas japonesas ali.  E outra equipe vinda da província de Gunma se juntou a nós e a equipe cresceu para 30 pessoas.  Estivemos em duas cidades duramente atingidas pelo terremoto: cidade de Iwaki, província de Fukushima (cerca de 50 km da Usina Nuclear Fukushima Daiichi) e a capital da província de Miyagi, Sendai.  Os  carros também foram carregados de doações (arroz, água, mantimentos, etc.)  para serem entregues às vitimas.  Elas foram entregues a uma familia cristã que vai entregar aos moradores de sua região que retornaram as suas casas e por isso não recebem ajuda oficial.

Participamos de serviço voluntário trabalhando na limpeza de entulhos na cidade de Iwaki.  Fomos divididos em quatro equipes.  Na equipe que participei ficamos responsáveis pela retirada de entulhos de duas casas.  Éramos em 11 brasileiros.  O serviço era pesado, inclusive para as mulheres.  Recolher os entulhos: pedaços de concreto, blocos, telhas e outros materiais trazidos pelo tsunami e carregar num caminhão.  No final o quintal ficou limpo e os donos das casas ficaram agradecidos.  Em particular nessa vila as ondas foram baixas, atingindo somente o primeiro andar das casas, foi de mais ou menos um metro de altura, mas estragou os móveis, geladeira, máquina de lavar, etc. porque a água trouxe consigo muitos entulhos recolhidos ao longo do caminho.  As construções continuam em pé.  Mas somente a alguns metros da vila vêem-se casas totalmente destruídas e muitas vidas perdidas.  Nesses locais só entram as equipes de resgate especializado: o exercito, bombeiros e polícia.  Ainda continuam encontrando corpos sob os escombros.  E a limpeza terá que ser feita com equipamento pesado e levará muito tempo.

À tarde, enquanto estávamos nos dirigindo à zona litorânea de Iwaki, fomos surpreendidos no meio do caminho por um terremoto de 7.1 graus, cujo epicentro foi na cidade em que estávamos e em seguida foi dado o alerta de tsunami que foi retirada algum tempo depois.  Nós que não estávamos acostumados tivemos uma experiência e tanto, pois a cidade parou, as linhas telefônicas e celulares foram cortadas e houve blecaute (as luzes se apagaram, o trem parou, os semáforos não funcionavam e o transito ficou um caos) que foi restabelecida uma hora depois. E durante toda a noite e madrugada houve réplicas de menor grau.  

No dia seguinte, as vias expressas de acesso a região foram bloqueadas por medida de segurança.  A equipe partiu para a cidade de Sendai, capital da província de Miyagi, por outro caminho e lá também fizemos o trabalho de serviço voluntário nos registrando no centro de voluntariado local que também servia de centro de desabrigados.  Nesse período pudemos ver um ônibus chegando ao local trazendo desabrigados de outras áreas.  Eles chegavam com olhares tristes, trazendo somente uma sacolinha com os seus pertences. Tudo o que possuíam estava ali.  Nesse abrigo parece haver melhores condições (água, luz, chuveiros, fica no centro da cidade, etc.), mas a vida nos abrigos não é fácil, pois eles ainda não têm o que fazer. Muitos são idosos e para eles é mais difícil recomeçar.   São pessoas que perderam tudo: casas, famílias, bens acumulados a vida toda e estão sem esperança.

Outra impressão forte da nossa viagem de reconhecimento foi que nas duas cidades visitadas os locais mais distantes da praia pareciam não ter sido muito afetadas.  As construções nas cidades de Iwaki e Sendai continuam em pé e em funcionamento, pelo menos aparentemente.  Somente em algumas edificações se viam rachaduras e também em algumas ruas.  A idéia que se tinha era que as cidades da região de Tohoku estavam totalmente destruídas e as estradas intransitáveis.  Mas a destruição que se vê na mídia é das cidades e vilas litorâneas mais próximas do mar. É incrível como as estruturas puderam agüentar um terremoto de grau 9.0 na escala Richter, o quarto maior desde que se começou a medir - sem desabar.  Na história há outros terremotos de menor grau em outras regiões que causaram maior destruição e mortes. 

Soubemos pelos informativos japoneses que 90% das vitimas fatais desse triplo desastre (terremoto, tsunami e crise nuclear) morreram afogadas pelo tsunami.  Sendo que 62% eram pessoas com mais de 60 anos de idade. 

Depois do serviço voluntário fomos visitar a área mais devastada da cidade de Sendai.  E a visão que tivemos nos chocou, a devastação foi grande.  A não ser por alguns prédios que ficaram ainda em pé, a maioria das construções foi literalmente levada pelas águas.  A limpeza dos entulhos da área ainda não começou.  O cheiro é terrível.  Muitos corpos continuam desaparecidos e agora entendemos que realmente não há como encontrá-los no meio dos escombros.  Somente as forças armadas, bombeiros e policia têm acesso ao local para esse tipo de limpeza.  Em meio à devastação encontramos uma cruz que antes sinalizava uma Igreja evangélica: Seaside Bible Chapel. Ali realizamos uma pequena reunião com a equipe de voluntários para orar por um avivamento na nação japonesa, pelas famílias das vítimas, pela reconstrução da região.

E no nosso coração fica a esperança que diante de toda essa catástrofe o coração dos japoneses se volte para o Criador.  O Japão é um dos países menos alcançados pelo Evangelho dentre os países do mundo desenvolvido.  O orgulho, a prosperidade financeira, a alta tecnologia, a capacidade intelectual, etc. têm sido os seus deuses, mas hoje eles têm percebido que tudo isso é vão diante das perdas de vidas e bens.  Por enquanto estamos buscando a direção de Deus para saber como ajudar a igreja japonesa nessa hora.  Temos procurado contatar a liderança, mas não temos conseguido um canal para que possamos efetivar essa ajuda.  Muitos irmãos de várias igrejas brasileiras têm a disposição de fazer trabalho voluntário e temos planejado de que maneira podemos fazê-lo de forma a abençoar a igreja japonesa.

Contamos com as suas orações nessa etapa de nosso ministério no Japão.

Em Cristo

Elisa Kiyan
Missionária da APMT (Agencia Presbiteriana de Missões Transculturais)
Igreja Presbiteriana da Penha - SP

terça-feira, 26 de abril de 2011

Porque era sobre isso que Jesus falava...

...e a que caiu entre espinhos, esses são os que ouviram, 
e, indo por diante, são sufocados com os cuidados, 
e riquezas, e deleites da vida, e não dão fruto com perfeição...
Jesus explicando a Parábola do Semeador





Cotidiano (Luiz Felipe Pondé, filósofo)

Não  acho que tenhamos mudado um milímetro desde a experiência nazista. Naquele momento, muitos europeus colaboraram com o massacre não apenas porque odiavam as vítimas dos nazistas (nem precisavam odiá-las, isso seria até pensar demais), mas apenas pelo amor ao cotidiano. Hoje em dia, se qualquer regime decidisse perseguir o grupo do qual seu vizinho faz parte, você fecharia os olhos como os franceses fizeram. A covardia e o amor à rotina acomodam mais os homens ao crime coletivo e social do que a força das ideias. Em nome de um emprego melhor, em nome de sentir menos medo diariamente, em nome de conseguir melhor qualidade de vida, aceitamos qualquer crime. Toda a discussão sobre o massacre nazista (ou qualquer outro) esbarra no fato de que nós, hoje, gostamos de pensar que não faríamos a mesma coisa que aqueles homens e mulheres fizeram. Nossa maior preocupação é assegurar uma ideia construtiva de nós mesmos. O massacre nazista nasceu do horror que continuamos a alimentar com relação a tudo que afete nosso cotidiano imediato. Erraram todos os que se esqueceram de dizer isso. Além disso, nos sentimos mais tranquilos quando outros estão sendo destruídos em nosso lugar. Estamos sempre dispostos a nos calar quando um jantar a mais é garantido. O comportamento moral comum é mais decidido em nome de uma noite tranquila e um dia monótono do que em nome de qualquer ideia de justiça que alguém escreveu. E se qualquer massacre se der em nome de alguma ideia em que acreditamos e, além disso, se nosso cotidiano estiver garantido, aí então nos transformamos em feras banais.

domingo, 24 de abril de 2011

Cristo ressuscitou, então...


Eu sou aceito porque...
João 1:12 Sou filho de Deus
João 15:15 Sou amigo de Cristo Jesus
Romanos 5:1 Sou justificado
1 Coríntios 6:17 Sou um, em espírito com Deus
1 Coríntios 6:19-20 Sou comprado por Deus
1 Coríntios 6:19-20 Sou membro do corpo de Cristo
Efésios 1:1 Sou santo
Efésios 2:18 Tenho acesso direto a Deus através do Espírito Santo
Colossenses 1:14 Sou perdoado e livre de TODOS os meus pecados
Colossenses 2:10 Sou aperfeiçoado em Cristo

Sou seguro porque...
Romanos 8: 1-2 Sou livre de qualquer condenação
Romanos 8: 28 Todas as coisas trabalham juntas para o meu bem
Romanos 8:31-34 Não posso ser acusado por ninguém
Romanos 8:35-39 Nunca posso ser separado do amor de Deus
2 Coríntios 1:21-22 Sou ungido e selado por Deus
Colossenses 3:3 Sou escondido com Cristo em Deus
Fiilipenses 1:6 Sou confiante que Deus que começou uma boa obra em mim há de completá-la
Filipenses 3:20 Sou cidadão do céu
2 Timóteo 1:7 Não tenho um espírito de medo, mais de poder e de amor
Hebreu 4:16 Tenho certeza da graça e misericórdia de Deus
I João 5:18 Sou nascido de Deus e o Maligno não pode me tocar


Sou significante porque...
Mateus 5:13-14 Sou o sal da terra e a luz do mundo
João 15:1,5 Sou ramo da videira verdadeira
João 15:16 Sou escolhido para dar fruta
Atos 1:8 Sou testemunha de Jesus até aos confins da terra
1 Coríntios 3:16 Sou templo / santuário de Deus
2 Coríntios 5:17-21 Sou embaixador de reconciliação
2 Coríntios 6:1 Sou companheiro de trabalho no serviço de Deus
Efésios 2:6 Sou assentado nos lugares celestiais com Cristo
Efésios 2:10 Sou feitura de Deus
Efésios 3:12 Posso entrar na presença de Deus com toda confiança
Filipenses 4:13 TUDO posso naquele que me fortalece


Fonte: Arquivo HD

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Sobre a Rude Cruz - Cristina Mel

video


Rude Cruz

Pai os perdoe! Eu o ouvi dizer
Por Sua dor fui responsável
Porque na verdade o débito era meu
Como pôde ser um inocente morrer
Se a vida errada era a minha?
Por que o seu corpo foi partido?

(Refrão)
Deviam ser minhas mãos com os cravos
Deviam ser
Deviam ser meus pés com os cravos
Devia ser, devia ser o meu lado rasgado
Meu coração quebrantado
Deviam ser minhas mãos
Deviam ser meus pés
Sobre a rude cruz

As vezes me sinto tentada a acreditar
Merecedora de Sua graça
Me acostumando com tudo que ouvi
Tentando esquecer que o lugar era meu
Mas olho pra cruz e estremeço
Pois Seu grande amor eu não mereço

Estamos hoje no Blog da Rô com o texto: "Eu quero fugir da lógica do negociador". Clique aqui.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Fui censurado!!!

Blog A Pedra (Anselmo Melo)

Você alguma vez já sentiu o gosto amargo da censura? Se não, quero compartilhá-lo agora com você.
É a coisa mais ordinária e baixa que uma instituição, pessoa ou veículo de comunicação pode infringir a outra pessoa ou grupo. É amargo mesmo. A Constituição Federal assim declara:
Constituição brasileira de 1988
§  Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:

§  V - o pluralismo político
§  Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, liberdade,igualdade, segurança e a propriedade, nos termos seguintes:
§  IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
§  VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;
§  IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença
§  Art. 220º A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.
§  § 2º - É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística.

Publiquei em meu blog e divulguei em redes sociais uma “Carta Resposta” ao Deputado gay Jean Wyllys, o teor da mesma trata do PL122, um projeto de lei que fere a Constituição Federal principalmente no que diz respeito à liberdade de expressão, conferindo a um grupo privilégios absurdos.
A matéria teve uma repercussão inédita aqui no blog triplicando em um único dia a quantidade de acessos. Certamente ela foi lida por vários deputados, inclusive o citado. Afirmo isso por que disponho de sistemas de monitoramento.
A mesma matéria foi também publicada no JB-WIKI (Jornal do Brasil) onde também tem sido acessada por dezenas de leitores.
Hoje, quando tentei acessar minha página no FACEBOOK tive a “grata” surpresa, meu perfil foi excluído, deletado sem deixar rastros, sem qualquer aviso, sem qualquer justificativa.
Isso tem acontecido de maneira sistemática com quem se opõe a aprovação do PL122 e que usam os meios de comunicação que dispõe para denunciar os abusos cometidos pelo deputado gay Jean Wyllys e sua tropa gayzista. Fazem parte também do grupo figuras conhecidas como a ministra dos “direitos humanos” Maria do Rosário, autora do famigerado projeto e também a senadora e madrinha dos movimentos gayzistas Marta Suplicy.
Há algum tempo publiquei uma denuncia sobre o acordo do FACEBOOK com tais grupos, o problema é que muitos ainda pensam que essa gente esta brincando, pois não estão. Eles querem cercear nossa liberdade e em uma ação ordenada encontrarem motivos para perseguir cristãos e a Igreja.
Ontem foram outros irmãos, como por exemplo, o Julio Severo, hoje fui eu, amanhã será você a Igreja de Cristo e as famílias decentes de nossa nação.
Preciso contar com sua ajuda para denunciar isso, somos muitos e temos voz. Precisamos chamar à atenção de pessoas de bem para que essa barbaridade chamada censura seja denunciada e desmascarada. Denuncie em seu blog, nas redes sociais, publique na sua pagina do FACEBOOK o que essa gente anda fazendo. Nossa Constituição esta sendo ultrajada por essa gente.
Que Deus nos oriente e tenha misericórdia do nosso Brasil.
Pr Anselmo Melo
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FACEBOOK FAZ PARCERIA COM ORGANIZAÇÕES GAYS, PARA DETER COMENTÁRIOS DESCRIMINATÓRIOS!!!

WASHINGTON (EUA) 21 de outubro de 2010: O site de relacionamentos sociais Facebook, fez parceria com uma lista de importantes organizações de ativistas homossexuais, para começar as operações de uma Rede de Apoio aos homossexuais, em campanha para remover expressões e importunações discriminatórias.
Mas, as organizações pró-família estão expressando preocupações sérias com o modo como esse sistema foi organizado, pois algumas organizações homossexuais, exigem não somente a remoção de expressões legitimamente violentas e discriminatórias, mas também a censura de declarações que meramente critiquem o comportamento homossexual.
O Facebook, anunciou recentemente que estava lançando uma Rede de Apoio depois que uma página do Facebook estabelecida para desestimular importunações anti-homossexualismo e para comemorar a recente morte de seis homossexuais por suicídio recebeu comentários vulgares e obscenos.
A Rede de Apoio incentiva os usuários a denunciar comentários “de ódio” ao Facebook, os quais então serão deletados pelo site, e dá instruções sobre como impedir tais comentários de ocorrerem em primeiro lugar, tais como bloquear perfis, denunciar importunações, dar apoio para outros.


Veja abaixo as organizações:
1) "Thin Line” da MTV;
2) Aliança Gay e Lésbica contra a Difamação (conhecida pela sigla em inglês GLAAD);
3) Campanha pelos Direitos Humanos (organização homossexual, cuja sigla em inglês é HRC); 
4) Projeto Trevor;
5) Rede de Educação Gay, Lésbica e Hetero (conhecida pela sigla em inglês GLSEN); 
6) Pais, Famílias & Amigos de Lésbicas e Gays (conhecida pela sigla em inglês PFLAG).

Tony Perkins, presidente do Conselho de Pesquisa da Família, denunciou a parceria, expressando preocupação de que organizações como GLAAD poderão realmente tentar usar sua influência para pressionar o Facebook a adotar uma definição mais ampla de expressão de ódio.
Jarrett Barrios, presidente de GLAAD, indicou que as iniciativas do Facebook, são apenas “um primeiro passo importante”, e Tony Perkins diz que crê que GLAAD trabalhará para expandir a definição de expressão de ódio além de ataques de ódio para incluir qualquer expressão que critique a conduta homossexual. “Poderá ocorrer lentamente, mas garanto que o Facebook começará a ampliar sua definição do que é ‘discriminatório’ com base em ações que GLAAD fez no passado”, disse Perkins.

O líder pró-família se referiu à campanha de GLAAD para bani-lo da página editorial do jornal Washington Post, depois que ele escreveu uma coluna onde disse que a culpa pelo bullying, deveria ser jogada sobre os próprios indivíduos que cometem o bullying e não nos cristãos que frequentam igrejas, os quais acreditam que a conduta homossexual é errada, mas afirmam a bondade da pessoa.
Tony Perkins, deixou claro nesse artigo que os cristãos condenam o bullying e a violência contra os homossexuais, e disse que a compaixão cristã os motiva a buscar afastar os homossexuais de condutas “autodestrutivas”. Contudo, GLAAD disse para seus seguidores: “Tony Perkins, culpa as recentes tragédias de suicídios entre adolescentes nas próprias vítimas” e acusou o Washington Post, de fazer de suas páginas editoriais uma “plataforma para um ativista antigay”.
Tony Perkins, avisou que a parceira do Facebook com GLAAD “é algo que merece muita preocupação, pois coloca o Facebook no rumo cada vez mais forte dos meios de comunicação para a censura. Como a grande imprensa, eles estão sucumbindo às pressões para silenciar a liberdade de expressão”.
O jornal Daily Caller (TDC), respondeu à parceria apontando para o fato de que o Facebook, hospeda muitos sites que dirigem desejos de ódio ou morte para Rush Limbaugh, proeminente apresentador de programa de rádio conservador.
Andrew Noyes, porta-voz do Facebook, tentou explicar para o TDC, o que parecia ser um padrão duplo, dizendo que “declarações diretas de ódio contra determinadas comunidades violam nossa Declaração de Direitos e Responsabilidades e são removidas quando denunciadas a nós. Contudo, organizações que expressam uma opinião sobre um estado, instituição ou conjunto de crenças — ainda que essa opinião seja ultrajante ou ofensiva para alguns — por si não violam nossas políticas. Quando uma organização criada para expressar uma opinião se envolver em expressões discriminatórias, nós removeremos os comentários odiosos e poderemos até remover a própria organização”. (Veja a reportagem do jornal Daily Caller aqui.)

Fonte: Peter J. Smith


Obs: Por favor, alerte, repasse e informe os seus contatos!!!

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Perfumes - Cantares de Salomão (VII)

Enquanto o rei está assentado à sua mesa, o meu nardo exala o seu perfume.
O meu amado é para mim como um ramalhete de mirra,
posto entre os meus seios.
Como um ramalhete de hena nas vinhas de Engedi é para mim o meu amado.
(Ct 1: 12-14; Fiel)



Mas uma vez, ela compara seu noivo ao rei. Mas um homem que tanto a valoriza e  anuncia os versos e os presentes que lhe dará, que mulher não o diferenciará na multidão? À presença dele, exala-se o perfume dela. O nardo era importado da região das Índias para a fabricação de um óleo aromático de grande valor econômico. Ela se apresenta diante de seu amado e ela exala o perfume do nardo. Aqui, novamente, teremos um turbilhão de sensações típico do encontro entre os apaixonados: a admiração dela por ele, o perfume que ela exala e espera que ele sinta; a mirra e o ramalhete de hena nas vinhas de Engedi, analogia do noivo.

O amor erótico, sensível e desejoso dela derrama-se em versos sobre ele. Uma mulher que não se envergonha de abrir o coração e dizer claramente sobre os desejos do seu próprio corpo. A liberdade de sentir e expressar ao noivo os anseios que a envolve. Ela, o nardo. Ele, a mirra e o ramalhete de hena. O encontro dessas especiarias aromáticas presentes nas bodas dos antigos. A mirra tem um poder simbólico muito forte, pois tanto assinala a vida como a morte. Era o óleo também usado nos embalsamentos. O odor que falava de um percurso que deveria ser atravessado - morte e ressurreição! Mais uma vez a Páscoa, festa da passagem da morte para a vida - o símbolo para o casamento como ressurreição. Eros e Psique postos juntos entre os seios dela – a tensão do amor – já que a mirra também era um estimulante usado na época. Todas essas imagens coloridas unem-se no cortejo dos noivos.

Ela, o nardo. Ele, o ramalhete de hena nas vinhas de Engedi. A hena com seu cheiro forte, que entra, atravessa, exarceba o ambiente! O oásis de Engedi às margens do Mar Morto, região geográfica de difícil acesso, mas, se ela enfrentar os obstáculos que há, poderá, enfim, satisfazer-se nesse jardim de delícias, que é o seu noivo: destile desta imagem o melhor do perfume que ela tem a oferecer...

terça-feira, 19 de abril de 2011

Jesus, a alegria de Deus - Cantares da Felicidade (VII)


Beijai o Filho, para que se não ire, 
e pereçais no caminho,
quando em breve se inflamar a sua ira.
Bem-aventurados todos aqueles que nele confiam.
Sl 2:12

A alegria de Deus está em Jesus. A alegria do Pai está em seu Filho amado, em quem o Pai tem prazer. Saber desse sentimento de bem-aventurança, de júbilo, de grande alegria que há no Ser de Deus é maravilhoso. O nosso Deus é um Deus que se alegra, que se regozija, que tem prazer na sua natureza trinitariana, tem deleite numa alegria que se expande desde a eternidade: o amor do Pai pelo Filho!

O salmo 2 revela-nos esse amor do Pai por seu Filho. E o Pai irá repetir suas palavras de regozijo durante o batismo de Jesus, para que não haja nenhuma dúvida entre as pessoas em quem está a Sua alegria. A cena narrada do batismo do Filho, esta unção sobre o Rei pelas mãos do profeta João Batista, ela se completa com a presença do Espírito Santo que paira sobre as águas dessa nova criação evangélica inaugurada pelo Messias Jesus.

O Filho é amado pelo Pai e este o designa para anunciar aos gentios o juízo de Deus. Sobre Jesus repousa o Espírito Santo e, mais uma vez, Deus derrama sobre seu Filho a unção de Suas palavras carinhosas de efusiva emoção durante a transfiguração também: “Sim, este é o meu Filho amado, em quem tenho prazer; a ele ouvi”. Assim, Jesus é o profeta prometido por Deus a Moisés. Este ouvira que um dia viria um profeta e a esse profeta deveríamos escutar, ouvir, dar toda nossa atenção. Do contrário, o Pai nos pedirá contas se não atentarmos às palavras do Filho.

Esse Filho amado é o Rei entronizado do salmo 2: amor e soberania se entrelaçam na Pessoa do Filho. Jesus recebeu do Pai as nações por herança e os confins da terra por possessão. A criação pertence a Jesus por direito. Não há como se rebelar contra a sua Soberania, diz o salmo, pois, aos que assim fizerem, Deus Pai se rirá deles, zombando do alto dos céus.  Ao Filho de Deus, ao Rei, ao Messias pertence o governo, a liderança militar e a administração da Justiça!

A alegria de Deus está em seu Filho Jesus, como, então, não beijá-lO, não se submeter ao seu domínio, não se entregar ao Reino de Jesus? O salmista alerta diante dessa tão inescapável situação: “Agora, pois, ó reis, sede prudentes; deixai-vos instruir, juízes da terra. Servi ao Senhor com temor e alegrai-vos com tremor. Beijai o Filho, para que se não ire, e pereçais no caminho, quando em breve se inflamar a sua ira”.

Pedro e João, após sofrerem açoites pelas mãos das lideranças religiosas, sairam alegres e jubilosos por terem sido julgados por Deus dignos de sofrer afronta pelo nome de Jesus. 

E a nossa alegria é dessa mesma natureza apostólica! A nossa jubilosa bem-aventurança deve estar em confiarmos tão somente no Filho, porque Jesus é a alegria de Deus! Vamos celebrar, vamos festejar, portanto, com essa alegria que nos é oferecida pelo Pai...

em meio às nossas tribulações (assita ao vídeo)!
video


sábado, 16 de abril de 2011

Selos que ganhamos de Blogs amigos



O Fábio me pediu para que eu escrevesse qual a importância dos selos que são distribuídos pelos irmãos na Blogosfera, então vamos lá.

É muito comum, atualmente, no meio da Blogosfera, a distribuição do selo de qualidade. 

Eu, particularmente, não concordo com a sua banalização, pois os selos são prêmios que visam reconhecer a qualidade dos serviços prestados pelos blogueiros agraciados ao longo de sua caminhada na web, onde se empenharam em demasia para transmitir valores das mais variadas áreas: culturais, éticos, literários e pessoais, que, em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras.

Vivemos num mundo capitalista onde as pessoas sempre buscam os melhores resultados para obterem os maiores lucros em suas atividades e, no que se refere ao mundo da blogosfera, não é diferente, buscamos sempre o reconhecimento do nosso trabalho. Daí a necessidade de ser criterioso na hora de ofertar a alguém o selo de qualidade, pois estará certificando a qualidade deste blog e indicando-o para leitura alheia. Sabemos da importância dos selos e o que eles representam em nosso meio e tê-lo em nossa pagina é gratificante.

O reconhecimento de nosso trabalho não é apenas pelo que escrevemos, mas sim, por tudo aquilo que podemos proporcionar aos nossos leitores, seja uma boa leitura, uma palavra amiga, uma reflexão e, principalmente, a amizade que busca sempre novos horizontes.

Assim sendo, na hora de presentear seus amigo blogueiros, pensem bem, o que aquele Blog representa para você e para a Blogosfera e, principalmente, a Cristã!

Rô do Blog Mulheres Sábias

Blog Sem Hipocrisia
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Recebi este prêmio do blog da Malu dedico a todos do meu blog. É só clicar no selinho !
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