Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte, e duro como a sepultura o ciúme; as suas brasas são brasas de fogo, com veementes labaredas. As muitas águas não podem apagar este amor, nem os rios afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens de sua casa pelo amor, certamente o desprezariam (Ct 8: 6-7; Fiel).

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

"O Cântico é sacrossanto" - Cantares sobre Cantares (X)

O rabino Aquiva, condenado à morte por Adriano, afirmava: "Jamais homem algum em Israel contestou ser o Cântico um livro sagrado. O curso inteiro da história da humanidade não poderia rivalizar o dia em que o Cântico foi dado a Israel. As Escrituras são santas, mas o Cântico é sacrossanto". Na mesma linha, diz que, quando Adão pecou, Deus subiu ao primeiro céu, afastando-se da terra dos homens. Quando Caim pecou, subiu ao segundo. Com a geração de Enoc, subiu ao terceiro, com o dilúvio ao quarto, com a geração de Babel ao quinto, com a escravidão do Egito ao sexto e ao sétimo céu, o último e mais distante da terra. Porém Deus voltou à terra no dia em foi dado a Israel o Cântico dos Cânticos (G. H. Cavalcanti).

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