Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte, e duro como a sepultura o ciúme; as suas brasas são brasas de fogo, com veementes labaredas. As muitas águas não podem apagar este amor, nem os rios afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens de sua casa pelo amor, certamente o desprezariam (Ct 8: 6-7; Fiel).

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Críticas ao Estatuto da Diversidade Sexual (V) - DIREITO À CONVIVÊNCIA FAMILIAR


PORQUE EU QUERO LIBERDADE PARA PROCLAMAR ESTA VERDADE!
Art. 13 - Todas as pessoas têm direito à constituição da família e são livres
para escolher o modelo de entidade familiar que lhes aprouver, independente
de sua orientação sexual ou identidade de gênero.
Art. 14 - A união homoafetiva deve ser respeitada em sua dignidade e merece
a especial proteção do Estado como entidade familiar.
Art. 15 - A união homoafetiva faz jus a todos os direitos assegurados à união
heteroafetiva no âmbito do Direito das Famílias e das Sucessões, entre eles:
I – direito ao casamento;
II – direito à constituição de união estável e sua conversão em
casamento;
III – direito à escolha do regime de bens;
IV – direito ao divórcio;
V – direito à filiação, à adoção e ao uso das práticas de reprodução
assistida;
VI – direito à proteção contra a violência doméstica ou familiar;
VII – direito à herança, ao direito real de habitação e ao direito à
concorrência sucessória.
Art. 16 - São garantidos aos companheiros da união homoafetiva todos os
demais direitos assegurados à união heteroafetiva, como os de natureza
previdenciária, fiscal e tributária.
Art. 17 - O companheiro estrangeiro tem direito à concessão de visto de
permanência no Brasil, em razão de casamento ou constituição de união
estável com brasileiro, uma vez preenchidos os requisitos legais.
Art. 18 - A lei do País em que a família homoafetiva tiver domicílio determina as
regras do Direito das Famílias.
Art. 19 - Serão reconhecidos no Brasil os casamentos, uniões civis e estáveis
realizados em países estrangeiros, desde que cumpridas as formalidades
exigidas pela lei do País onde foi celebrado o ato ou constituído o fato.

  1. Sobre o “modelo familiar que lhes aprouver”: a presente proposta da OAB tem como objetivo abarcar todo o espectro sexual possível, assim, obviamente, não estamos mais falando sobre a família como o laço entre um homem e uma mulher, macho e fêmea. O modelo familiar prestes a ser legalizado será entre um travesti e um intersexual; será entre um homossexual e um bissexual, etc. E o que está contido dentro do meu ETC? As portas abertas quais serão? Veja você mesmo: Pedofilia e homossexualismo.

  2. Veja que cabe a você ler a série de artigos que indiquei no link acima. A responsabilidade de não ver a extensão da "diversidade sexual" é inteiramente sua. As informações, as fontes, a VERDADE estão sendo ditas aqui, mas a omissão é sua em não se apofundar no assunto. A informação é a melhor arma, por isso indicarei outra postagem importantíssima do nosso blog: "O DEUS DO SEXO" (Editora Cultura Cristã)– você não pode seguir adiante, responsavelmente, discutindo este assunto sem antes ler este livro.

  3. Sobre a "união homoafetiva" e a proteção do Estado: Assim como homofobia é um termo usado inapropriadamente, ocorre o mesmo com a palavra homoafetividade. Homoafetividade é uma distorção da realidade, ou melhor, uma interpretação que leva o cidadão a enxergar as coisas como elas não são. Homafetivo eu sou. Nutro afeto por pessoas do mesmo sexo: pai, irmãos, tio, amigos. Então, mais uma vez, usa-se a palavra para mascarar a realidade sexual da relação e sublimá-la ao campo da sentimento, do amor, da afetividade. E, pergunto eu, desde quando é função do Estado proteger afetividade, sentimento?

  4. "Sobre a especial proteção do Estado": Especial proteção?! Será que estamos falando de pessoas desprovidas de capacidade física ou mental? Será que estamos falando de menores de idade ou de tutelados? Por que você deve aceitar a ESPECIAL PROTEÇÃO do Estado sobre uma união enquanto se desconstrói os valores da família tradicional às custas dos impostos pagos por cristãos?

Enfim, prentende-se garantir os ganhos de direito de um grupo às custas da perda de direitos de outros grupos e isso receberá do Estado uma ESPECIAL ATENÇÃO! O que parece justo aos olhos de muitos, que são a garantia do Direito das Famílias e das Sucessões, virá ao custo de uma imposição ao silêncio, pela mordaça de uma lei que pretende dar uma ESPECIAL PROTEÇÃO a um grupo em detrimento da história, dos valores, das raízes e da tradição de uma cultura que ergueu a civilização ocidental e que, agora, perde o direito de ser ouvida. Mas toda essa discussão não poderá contar com a exposição e defesa sinceras de suas ideias, enquanto VOCÊ não ler o que deve ser lido para fundamentar seus pensamentos não num pragmatismo vil e muito menos num achismo subjetivo e emocional, mas refletindo sobre toda a extensão do alcance do que se está sendo proposto. Além dos artigos aqui já deixados e do livro, quero deixar mais duas obras imprescindíveis para quem quer entrar nesse diálogo seja a favor ou contra o movimento gayzista: A operação do Erro (Joe Dallas - Editora Cultura Cristã) e O Movimento Homossexual (Julio Severo). Clique na lista de artigos e leia. Clique sobre os títulos dos livros, adquira-os, leia, informe-se e sinta-se livre para proclamar o bem onde quer que este esteja e denunciar o mal de onde quer que ele venha. 

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