Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte, e duro como a sepultura o ciúme; as suas brasas são brasas de fogo, com veementes labaredas. As muitas águas não podem apagar este amor, nem os rios afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens de sua casa pelo amor, certamente o desprezariam (Ct 8: 6-7; Fiel).

terça-feira, 15 de novembro de 2011

O homem doce - Cantares sobre Cantares (VIII)

O homem doce, o homem doce,
Adoça-me sempre.
Meu senhor, o homem doce dos deuses,
o favorito de meu ventre.
Cuja mão é doce, cujo pé é doce,
Adoça-me sempre.
Cujos membros são mel doce.
Adoça-me sempre.
Que adoça meu umbigo,
o favorito de meu ventre. 

(poema sumério)

Leia também:

À sombra da macieira - Cantares de Salomão (XIII)

2 comentários:

Velvet Poison disse...

A entrega incondicional da mulher ao seu "senhor", longe de representar subserviência, é divina. Impossível não ser recíproca. Abraços, Casal!

Mariani Lima disse...

Poema sumério? Veja quanta liberdade em uma civilização tão antiga. Uma das mais antigas? Uma linda celebração ao amor do casal
Mais uma vez, adorei.
Abraços no lindo casal 20!
Fiquem com Deus.

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