Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte, e duro como a sepultura o ciúme; as suas brasas são brasas de fogo, com veementes labaredas. As muitas águas não podem apagar este amor, nem os rios afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens de sua casa pelo amor, certamente o desprezariam (Ct 8: 6-7; Fiel).

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

E se você rir ao ouvir a minha história triste?



Lembro de ter cursado uma disciplina sobre humor, chistes e piadas há muito tempo na UNB. Discutia-se a partir da leitura textos de um dramaturgo (que não me lembro mais quem era) e de uma obra de Freud sobre esse tema. O ponto do curso era exatamente este: “o que nos faz rir? O que nos faz rir do outro e de nós mesmos?” Porque, embora pareça que o humor seja algo universal (e é!), certamente ele está condicionado às culturas específicas de cada povo mundo à fora. Assim, pode ser que algo que faça alguém chorar aqui no Brasil seja ridículo noutra cultura e vice-versa. E mesmo dentro de uma mesma cultura, há uma série de elementos objetivos e subjetivos, que podem fazer com que as pessoas reajam de maneira diferente umas das outras em relação à alguma piada, provocação ou sátira. Por exemplo, a imagem que abre este post é uma boa maneira de vermos como o humor é algo muito mais complexo do que podemos imaginar. A fonte da piada na imagem acima é uma tragédia para milhares de famílias que foram atingidas naquele 11 de setembro. Para mim, portanto, é uma piada de péssimo gosto (ainda que se queira justificá-la pelo fato dela se encontrar na categoria de "humor negro")... 
 

2 comentários:

CORAÇÃO QUE PULSA disse...

Não consegui rir disso ai não....

Agora amigo....NÃO CAIA NA MINHA FRENTE!!!!kkkkkkkkkkkk
Morro de rir de quedas,até das minhas.kkkkkkkkk
Grande abraço.

AH! no vídeo do casamento! tem uma foto que tú está parecendo um índo...kkkkkkkk

Amei o comentário no meu blog....Obrigada...respondi lá.

Anselmo disse...

Meus queridos,na verdade não existe humor negro, existe uma espécie de insensibilidade coletiva.A vulgarização da morte e do sofrimento alheio permite mesmo que alguns vejam o trágico com um humor que eu chamaria no mínimo de satânico.
Obrigado pelo carinho constante de vocês para com minha pessoa e o trabalho que tenho feito n=lá no blog.
Um grande abraço e uma semana abençoada para vocês.
Paz!!!

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